Alessandro Alteo (1997) - Monocromo Blu - 645





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Alessandro Alteo (1997) apresenta Monocromo Blu - 645, original de 2025 em técnica mista sobre tela, 50 × 40 cm, azul, assinado à mão, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Técnica mista - Assinada à mão - 2025
Artista: Alessandro Alteo
Título: Monocromo Azul - 645
Técnica: estroflação sobre tela
Ano: 2025
Dimensões: 50x40
Estado de conservação: Perfeito
PEÇA IMPERDÍVEL!
ARTISTA JOVEM, CLASSE 1997
A remessa pode exigir alguns dias a mais para permitir uma embalagem cuidadosa e adequada da obra.
Não realizo envios para a Suíça. Contudo, é possível combinar uma entrega ou envio para um endereço na fronteira italiana.
A cor pode variar das fotos e da sua tela.
Obra original de Alessandro Alteo, caracterizada por uma superfície monocromática azul, capaz de gerar um diálogo refinado entre luz e sombra, matéria e espaço.
A pesquisa do artista mergulha suas raízes na grande tradição da estrofléxão italiana, inspirando-se na elegância formal e na tensão plástica de mestres como Agostino Bonalumi, Enrico Castellani, Paolo Scheggi, Lucio Fontana, Turi Simeti e Giuseppe Amadio, dialogando ao mesmo tempo com a força material de Alberto Burri e a monumentalidade escultórica de Arnaldo Pomodoro, até as pesquisas monocromas e analíticas de Bernard Aubertin e à sensibilidade poética de Giorgio Morandi. Neste fio, a superfície pictórica se transforma em corpo vivo, vibrante, sensível à luz e ao olhar.
Dentro de um abstratismo moderno, Alteo constrói uma linguagem pessoal que se abre à arte moderna e contemporânea, integrando sugestões provenientes do minimalismo, da Pop Art e, sobretudo, da Street Art e do Graffiti writing. Seu imaginário dialoga idealmente com artistas e movimentos que vão de Banksy, Keith Haring, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jeff Koons, Roy Lichtenstein, Damien Hirst, Takashi Murakami, até a cultura urbana ligada a Shepard Fairey (OBEY), JR, Invader, Space Invader, Jef Aérosol, C215, Futura 2000, COPE2, Vhils, D*Face, Os Gemeos, JonOne, Alec Monopoly, Speedy Graphito, Hayden Kays, Kev Munday, Chanoir.
Até as declinações mais contemporâneas da cena urbana e pós-graffiti internacional, com figuras como Sandra Chevrier, Handiedan, Chuck Sperry, Borondo, PichiAvo, Orticanoodles, Inti, Saner, M-City, Levalet, Cranio, Dan23, DZIA, Hom Nguyen e André Saraiva, Mario Merz, Lucio Fontana.
Paralelamente, a sensibilidade visual dele se nutre de uma estética pop-luxury e colecionável, onde ícones do design, da moda e do lifestyle contemporâneo – de Hermès, Dior, Chanel, Cartier, Louis Vuitton, Prada, Bulgari até o imaginário do colecionismo ligado a Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Daytona, Nautilus, Richard Mille – convivem com referências à serigrafia, à impressão de arte, ao vinil, à fotografia analógica, ao cinema, aos brinquedos de lata e à memória visual do século XX.
Não faltam referências cultas à história da arte, de Mario Schifano a Joan Miró, de Salvador Dalí a Pierre Soulages, contribuindo para fortalecer a dimensão conceitual e visual da obra entre abstração, matéria e luz.
A marca distintiva de Alessandro Alteo reside na síntese entre rigor geométrico e lirismo emotivo, onde o círculo se torna signo universal, arquétipo visual e espaço de contemplação.
Esta obra configura-se assim como uma ponte entre a temporada analítica e estrofletiva italiana e uma sensibilidade urbana e contemporânea, apresentando-se como trabalho de forte identidade, impacto visual e reconhecibilidade estética no panorama da arte contemporânea.
Obra arquivada na Gigarte, com autenticações de certificação!
Solicita-se fazer ofertas apenas se realmente interessados na compra e prontos a concluir o pagamento.
As ofertas representam um compromisso vinculativo: em caso de adjudicação, o pagamento deverá ser efetuado nos prazos previstos pela plataforma.
Quaisquer inadimplências serão comunicadas e geridas de acordo com as regras do Catawiki.
Obrigado pela seriedade e pelo respeito ao trabalho artístico.
Técnica mista - Assinada à mão - 2025
Artista: Alessandro Alteo
Título: Monocromo Azul - 645
Técnica: estroflação sobre tela
Ano: 2025
Dimensões: 50x40
Estado de conservação: Perfeito
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ARTISTA JOVEM, CLASSE 1997
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Não realizo envios para a Suíça. Contudo, é possível combinar uma entrega ou envio para um endereço na fronteira italiana.
A cor pode variar das fotos e da sua tela.
Obra original de Alessandro Alteo, caracterizada por uma superfície monocromática azul, capaz de gerar um diálogo refinado entre luz e sombra, matéria e espaço.
A pesquisa do artista mergulha suas raízes na grande tradição da estrofléxão italiana, inspirando-se na elegância formal e na tensão plástica de mestres como Agostino Bonalumi, Enrico Castellani, Paolo Scheggi, Lucio Fontana, Turi Simeti e Giuseppe Amadio, dialogando ao mesmo tempo com a força material de Alberto Burri e a monumentalidade escultórica de Arnaldo Pomodoro, até as pesquisas monocromas e analíticas de Bernard Aubertin e à sensibilidade poética de Giorgio Morandi. Neste fio, a superfície pictórica se transforma em corpo vivo, vibrante, sensível à luz e ao olhar.
Dentro de um abstratismo moderno, Alteo constrói uma linguagem pessoal que se abre à arte moderna e contemporânea, integrando sugestões provenientes do minimalismo, da Pop Art e, sobretudo, da Street Art e do Graffiti writing. Seu imaginário dialoga idealmente com artistas e movimentos que vão de Banksy, Keith Haring, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jeff Koons, Roy Lichtenstein, Damien Hirst, Takashi Murakami, até a cultura urbana ligada a Shepard Fairey (OBEY), JR, Invader, Space Invader, Jef Aérosol, C215, Futura 2000, COPE2, Vhils, D*Face, Os Gemeos, JonOne, Alec Monopoly, Speedy Graphito, Hayden Kays, Kev Munday, Chanoir.
Até as declinações mais contemporâneas da cena urbana e pós-graffiti internacional, com figuras como Sandra Chevrier, Handiedan, Chuck Sperry, Borondo, PichiAvo, Orticanoodles, Inti, Saner, M-City, Levalet, Cranio, Dan23, DZIA, Hom Nguyen e André Saraiva, Mario Merz, Lucio Fontana.
Paralelamente, a sensibilidade visual dele se nutre de uma estética pop-luxury e colecionável, onde ícones do design, da moda e do lifestyle contemporâneo – de Hermès, Dior, Chanel, Cartier, Louis Vuitton, Prada, Bulgari até o imaginário do colecionismo ligado a Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Daytona, Nautilus, Richard Mille – convivem com referências à serigrafia, à impressão de arte, ao vinil, à fotografia analógica, ao cinema, aos brinquedos de lata e à memória visual do século XX.
Não faltam referências cultas à história da arte, de Mario Schifano a Joan Miró, de Salvador Dalí a Pierre Soulages, contribuindo para fortalecer a dimensão conceitual e visual da obra entre abstração, matéria e luz.
A marca distintiva de Alessandro Alteo reside na síntese entre rigor geométrico e lirismo emotivo, onde o círculo se torna signo universal, arquétipo visual e espaço de contemplação.
Esta obra configura-se assim como uma ponte entre a temporada analítica e estrofletiva italiana e uma sensibilidade urbana e contemporânea, apresentando-se como trabalho de forte identidade, impacto visual e reconhecibilidade estética no panorama da arte contemporânea.
Obra arquivada na Gigarte, com autenticações de certificação!
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Obrigado pela seriedade e pelo respeito ao trabalho artístico.

