Desy CXXIII - "Zeca Afonso"





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卖家的描述
Esta obra apresenta duas faces de Zeca Afonso, figura incontornável da música de intervenção portuguesa e símbolo eterno da Revolução do 25 de Abril de 1974. A duplicação do rosto não é mera repetição formal: sugere presença, eco e permanência Zeca Afonso como voz individual e, simultaneamente, como consciência coletiva de um povo em luta pela liberdade.
O fundo negro, profundo e dominante, representa o período de opressão e silenciamento vivido antes da Revolução. É sobre essa escuridão histórica que a obra constrói o seu discurso visual, fazendo emergir os rostos iluminados como faróis de resistência e esperança.
As pinceladas douradas atravessam a composição com movimento e intensidade, simbolizando as primeiras manifestações de liberdade conquistadas com a Revolução dos Cravos. O dourado surge como metáfora da luz, do despertar e do valor precioso da liberdade recém-alcançada.
O vermelho, aplicado de forma expressiva e gestual, remete diretamente para os cravos vermelhos ícone maior do 25 de Abril e para o sangue simbólico da luta, da coragem e do sacrifício coletivo. Esta cor introduz tensão, paixão e memória histórica, equilibrando-se com a luminosidade do dourado.
A técnica expressiva, marcada por pinceladas visíveis e sobreposições, reforça a ideia de movimento revolucionário e de transformação social. Não se trata de um retrato realista, mas de uma interpretação emocional e política, onde a matéria pictória carrega significado e narrativa.
Esta tela é, assim, uma homenagem visual à Revolução Portuguesa e ao papel central de Zeca Afonso enquanto voz da liberdade, da resistência e da esperança. Uma obra carregada de memória, simbolismo e identidade cultural, que convoca não apenas a história, mas também a emoção e o compromisso com os valores de Abril. Spray sobre tela .
Esta obra apresenta duas faces de Zeca Afonso, figura incontornável da música de intervenção portuguesa e símbolo eterno da Revolução do 25 de Abril de 1974. A duplicação do rosto não é mera repetição formal: sugere presença, eco e permanência Zeca Afonso como voz individual e, simultaneamente, como consciência coletiva de um povo em luta pela liberdade.
O fundo negro, profundo e dominante, representa o período de opressão e silenciamento vivido antes da Revolução. É sobre essa escuridão histórica que a obra constrói o seu discurso visual, fazendo emergir os rostos iluminados como faróis de resistência e esperança.
As pinceladas douradas atravessam a composição com movimento e intensidade, simbolizando as primeiras manifestações de liberdade conquistadas com a Revolução dos Cravos. O dourado surge como metáfora da luz, do despertar e do valor precioso da liberdade recém-alcançada.
O vermelho, aplicado de forma expressiva e gestual, remete diretamente para os cravos vermelhos ícone maior do 25 de Abril e para o sangue simbólico da luta, da coragem e do sacrifício coletivo. Esta cor introduz tensão, paixão e memória histórica, equilibrando-se com a luminosidade do dourado.
A técnica expressiva, marcada por pinceladas visíveis e sobreposições, reforça a ideia de movimento revolucionário e de transformação social. Não se trata de um retrato realista, mas de uma interpretação emocional e política, onde a matéria pictória carrega significado e narrativa.
Esta tela é, assim, uma homenagem visual à Revolução Portuguesa e ao papel central de Zeca Afonso enquanto voz da liberdade, da resistência e da esperança. Uma obra carregada de memória, simbolismo e identidade cultural, que convoca não apenas a história, mas também a emoção e o compromisso com os valores de Abril. Spray sobre tela .

