Máscara Pwoom Itok - Kuba - República Democrática do Congo






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Máscara Pwoom Itok da cultura Kuba, na República Democrática do Congo, do início do século XX, esculpida em madeira com têxteis e concha, com 35 cm de altura, em bom estado e proveniente de uma coleção privada.
Descrição fornecida pelo vendedor
Máscaras como esta são frequentemente chamadas de Pwoom Itok. Outros nomes atribuídos a elas são Ishieenmaal ou Ishendemale. Cornet (1993) afirmou que a estrutura é típica dos Ngeende. Em 1908, Torday e Joyce, que viveram por um tempo com os Ngongo, encontraram exemplos idênticos. Todas essas máscaras possuem penteados trilobados, feitos de fibra de rota ou ráfia. Os olhos são muito proeminentes, cilíndricos e marcadamente salientes e, segundo Cornet, são inspirados pelo camaleão. A área ao redor da íris possui buracos de observação e as pupilas são bastante enfatizadas. Outras características notáveis são o nariz afiado e volumoso e a boca semielliptical, unida ao nariz pela columela. Cornet argumentou que essas máscaras eram usadas no contexto das iniciações de meninos. Os Ngongo Torday e Joyce foram levados a acreditar pelos Ngongo que máscaras desse tipo eram usadas pelos Babende, membros de uma 'sociedade secreta poderosa' daquele grupo étnico, que ocupava uma posição oficial em cada vila e cuja função era combater o crime. Hoje, é mais provável que isso fosse uma elite dentro da organização, e não uma sociedade secreta. A máscara Shene Malula (pronúncia de Torday e Joyce) era apresentada nas vilas junto com outras duas, Bungu e Gore Moashi. Uma lenda Ngongo atribui a criação da máscara a uma mulher da época de Samba Milepe, que posteriormente se tornou a fundadora dos Babende.
Proveniência: Missionários Medicus Mundi
Coleção Argiles, Barcelona
Máscaras como esta são frequentemente chamadas de Pwoom Itok. Outros nomes atribuídos a elas são Ishieenmaal ou Ishendemale. Cornet (1993) afirmou que a estrutura é típica dos Ngeende. Em 1908, Torday e Joyce, que viveram por um tempo com os Ngongo, encontraram exemplos idênticos. Todas essas máscaras possuem penteados trilobados, feitos de fibra de rota ou ráfia. Os olhos são muito proeminentes, cilíndricos e marcadamente salientes e, segundo Cornet, são inspirados pelo camaleão. A área ao redor da íris possui buracos de observação e as pupilas são bastante enfatizadas. Outras características notáveis são o nariz afiado e volumoso e a boca semielliptical, unida ao nariz pela columela. Cornet argumentou que essas máscaras eram usadas no contexto das iniciações de meninos. Os Ngongo Torday e Joyce foram levados a acreditar pelos Ngongo que máscaras desse tipo eram usadas pelos Babende, membros de uma 'sociedade secreta poderosa' daquele grupo étnico, que ocupava uma posição oficial em cada vila e cuja função era combater o crime. Hoje, é mais provável que isso fosse uma elite dentro da organização, e não uma sociedade secreta. A máscara Shene Malula (pronúncia de Torday e Joyce) era apresentada nas vilas junto com outras duas, Bungu e Gore Moashi. Uma lenda Ngongo atribui a criação da máscara a uma mulher da época de Samba Milepe, que posteriormente se tornou a fundadora dos Babende.
Proveniência: Missionários Medicus Mundi
Coleção Argiles, Barcelona
