Shomei Tomatsu - I'm a King - 1972





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Shomei Tomatsu I'm a King, primeira edição japonesa de 1972, livro de fotografia com 272 páginas, 24 × 21 cm, publicado pela Shashin Hyoronsha, brochura num estojo de cartão, em muito bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Shomei Tomatsu 'I'm a King'
Shashin Hyoronsha, Tóquio 1972
Primeira Edição
capa mole em caixa de papelão
Tamanho: 24 x 21 cm
Páginas: 272
Em 1972, aos quarenta e dois anos e já estabelecido como um dos fotógrafos mais importantes do Japão, Tomatsu mudou-se para Okinawa. 'I am a King' é sua obra-prima desse período. O livro reúne retratos de políticos, cenas de beira de estrada, protestos da década de 1960, imagens de detritos industriais e o horizonte urbano. Um tema recorrente é a americanização do Japão pós-Segunda Guerra Mundial e a turbulência que ela causou na cultura japonesa tradicional.
'I Am a King' possui, em seu centro, uma seção produzida no auge dos protestos estudantis, em 1969-70, e nesta seção ele combina fotografias com um mês de entradas de seu próprio diário. O fato de o texto ser dele próprio coloca o livro de Tomatsu longe dos photobooks japoneses do período pré-guerra, nos quais os esforços dos fotógrafos eram frequentemente enquadrados com ensaios ou declarações de críticos contratados. O livro é típico da obra de Tomatsu, pois amplia a fotografia documental por meio do uso de montagem, abstração e a mistura de imagens coloridas e em preto e branco.
Shomei Tomatsu 'I'm a King'
Shashin Hyoronsha, Tóquio 1972
Primeira Edição
capa mole em caixa de papelão
Tamanho: 24 x 21 cm
Páginas: 272
Em 1972, aos quarenta e dois anos e já estabelecido como um dos fotógrafos mais importantes do Japão, Tomatsu mudou-se para Okinawa. 'I am a King' é sua obra-prima desse período. O livro reúne retratos de políticos, cenas de beira de estrada, protestos da década de 1960, imagens de detritos industriais e o horizonte urbano. Um tema recorrente é a americanização do Japão pós-Segunda Guerra Mundial e a turbulência que ela causou na cultura japonesa tradicional.
'I Am a King' possui, em seu centro, uma seção produzida no auge dos protestos estudantis, em 1969-70, e nesta seção ele combina fotografias com um mês de entradas de seu próprio diário. O fato de o texto ser dele próprio coloca o livro de Tomatsu longe dos photobooks japoneses do período pré-guerra, nos quais os esforços dos fotógrafos eram frequentemente enquadrados com ensaios ou declarações de críticos contratados. O livro é típico da obra de Tomatsu, pois amplia a fotografia documental por meio do uso de montagem, abstração e a mistura de imagens coloridas e em preto e branco.

