Pende mask - Pende - República Democrática do Congo






Possui pós-graduação em Estudos Africanos e 15 anos de experiência em Arte Africana.
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Máscara Pende, escultura de madeira com 42 cm proveniente da República Democrática do Congo, feita pelos Pende, data do fim do século XX, em bom estado, proveniência Berthe Hartert, Barcelona e Argiles Collection, Barcelona; vendida sem suporte.
Descrição fornecida pelo vendedor
Muita especulação foi dedicada à interpretação da projeção que se estende do queixo nessas máscaras. A maioria dos ocidentais assumiu que ela representa uma barba. Essa suposição sempre surpreende os Pende, que raramente veem barbas maiores que dois polegadas. O nome técnico para a projeção é 'gilanga', mas os escultores Pende no centro brincam chamá-la de 'focinho' (mutumbi). Se possível, os Pende gostam de esperar uma ou duas noites antes de enterrar seus mortos. As mulheres lavam o corpo, o deitam e o cobrem com um lençol. No passado, esse lençol era feito de tecido de ráfia, mas posteriormente foi substituído por tecido de algodão branco. Antigamente, às vezes puxavam o lençol até o queixo e cortavam uma faixa de tecido para cobrir a boca e mantê-la fechada. Nesse caso, o queixo ficava exposto. A representação de um cadáver explica os olhos semiabertos, com o olhar desfocado. A abstração elegante do corpo explica a forma da projeção, que em muitos casos curva para cima na ponta, como os pés fariam. A boca está semiaberta. Por razões estéticas, os artistas optaram por reforçar a linha do maxilar com a ponta do lençol e representar a boca sem a linha do tecido.
Proveniência: Berthe Hartert, Barcelona
Argiles Collection, Barcelona
Muita especulação foi dedicada à interpretação da projeção que se estende do queixo nessas máscaras. A maioria dos ocidentais assumiu que ela representa uma barba. Essa suposição sempre surpreende os Pende, que raramente veem barbas maiores que dois polegadas. O nome técnico para a projeção é 'gilanga', mas os escultores Pende no centro brincam chamá-la de 'focinho' (mutumbi). Se possível, os Pende gostam de esperar uma ou duas noites antes de enterrar seus mortos. As mulheres lavam o corpo, o deitam e o cobrem com um lençol. No passado, esse lençol era feito de tecido de ráfia, mas posteriormente foi substituído por tecido de algodão branco. Antigamente, às vezes puxavam o lençol até o queixo e cortavam uma faixa de tecido para cobrir a boca e mantê-la fechada. Nesse caso, o queixo ficava exposto. A representação de um cadáver explica os olhos semiabertos, com o olhar desfocado. A abstração elegante do corpo explica a forma da projeção, que em muitos casos curva para cima na ponta, como os pés fariam. A boca está semiaberta. Por razões estéticas, os artistas optaram por reforçar a linha do maxilar com a ponta do lençol e representar a boca sem a linha do tecido.
Proveniência: Berthe Hartert, Barcelona
Argiles Collection, Barcelona
