Juan Antonio Espinoza - s/t





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Trustpilot 4.4 | 125085 avaliações
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Descrição fornecida pelo vendedor
Esta obra de Juan Antonio Espinosa impõe-se como uma declaração direta sobre o corpo feminino entendido não como objeto, mas como território de tensão, poder e vulnerabilidade. O nu frontal, longe de qualquer complacência decorativa, apresenta-se com uma honestidade quase desafiadora: a figura olha para o espectador com uma mistura de serenidade, domínio e consciência absoluta de sua presença.
Óleo sobre tela combina um realismo anatômico cuidadosamente construído com uma intervenção gestual agressiva no fundo. Os vermelhos intensos, pretos arrastados e brancos quebrados não funcionam como simples contexto, mas como uma extensão emocional do corpo. A pintura parece sangrar, pulsar e respirar ao redor da figura, reforçando a ideia de que o físico e o emocional são inseparáveis. O traço solto, quase violento, contrasta com a delicadeza das transições de luz na pele, criando uma tensão visual constante que mantém o olhar cativo.
Por uma leitura curatorial, esta obra dialoga com a tradição do nu clássico para subvertê-la. Aqui não há idealização passiva: há carne viva, identidade e uma sensualidade que não busca aprovação. O corpo afirma-se em sua imperfeição e em sua força, tornando-se um símbolo de autonomia e desejo consciente.
É uma peça que transforma qualquer espaço onde é instalada. Não acompanha; lidera. Exige ser observada, interpretada e sentida. Para o colecionador, representa uma obra de forte impacto emocional e visual, capaz de gerar conversa, reflexão e uma conexão íntima com quem a habita dia a dia.
Os certificados de autenticidade serão enviados juntamente com a obra apenas em vendas superiores a 500 euros.
Adquirir esta pintura é apostar numa obra intensa, sem concessões, que não busca agradar a todos, mas sim marcar território numa coleção com caráter, personalidade e coragem curatorial.
Esta obra de Juan Antonio Espinosa impõe-se como uma declaração direta sobre o corpo feminino entendido não como objeto, mas como território de tensão, poder e vulnerabilidade. O nu frontal, longe de qualquer complacência decorativa, apresenta-se com uma honestidade quase desafiadora: a figura olha para o espectador com uma mistura de serenidade, domínio e consciência absoluta de sua presença.
Óleo sobre tela combina um realismo anatômico cuidadosamente construído com uma intervenção gestual agressiva no fundo. Os vermelhos intensos, pretos arrastados e brancos quebrados não funcionam como simples contexto, mas como uma extensão emocional do corpo. A pintura parece sangrar, pulsar e respirar ao redor da figura, reforçando a ideia de que o físico e o emocional são inseparáveis. O traço solto, quase violento, contrasta com a delicadeza das transições de luz na pele, criando uma tensão visual constante que mantém o olhar cativo.
Por uma leitura curatorial, esta obra dialoga com a tradição do nu clássico para subvertê-la. Aqui não há idealização passiva: há carne viva, identidade e uma sensualidade que não busca aprovação. O corpo afirma-se em sua imperfeição e em sua força, tornando-se um símbolo de autonomia e desejo consciente.
É uma peça que transforma qualquer espaço onde é instalada. Não acompanha; lidera. Exige ser observada, interpretada e sentida. Para o colecionador, representa uma obra de forte impacto emocional e visual, capaz de gerar conversa, reflexão e uma conexão íntima com quem a habita dia a dia.
Os certificados de autenticidade serão enviados juntamente com a obra apenas em vendas superiores a 500 euros.
Adquirir esta pintura é apostar numa obra intensa, sem concessões, que não busca agradar a todos, mas sim marcar território numa coleção com caráter, personalidade e coragem curatorial.

