Edward Hopper - Yonkers (1916)





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Descrição fornecida pelo vendedor
Yonkers, segundo Edward Hopper,
Impressão pigmentada autorizada em papel Fine art de alta qualidade (310 g/m²)
Assinatura na prancha
Carimbo da editora no verso da moldura.
Impressão em papel Canson Arches Aquarelle Rag 310 g/m², um suporte 100% algodão de qualidade museu, reconhecido pela sua textura sutil e pelo acabamento fosco aveludado.
Este artigo destaca os intensos contrastes cromáticos da cena urbana: os azuis profundos do céu, os vermelhos das fachadas e o amarelo brilhante do bonde conservam toda a densidade pictórica da pintura original.
Estado: excelente. Nunca emoldurado, nunca exposto.
Dimensões do motivo: 47,8 x 40 cm (Dimensões externas: 49,8 x 42 cm)
Yonkers de Edward Hopper captura a essência da vida urbana americana do início do século XX. A composição retrata um bonde amarelo atravessando uma rua movimentada, banhada por uma luz radiante. Hopper explora a tensão entre movimento e solidão, entre a energia da cidade e o silêncio interior que ela impõe. Sua paleta vibrante, dominada pelos azuis e dourados, confere à cena uma intensidade quase cinematográfica.
Essa visão do real, em sua modernidade, aproxima-se das pesquisas de René Magritte, David Hockney, Roy Lichtenstein ou Andy Warhol, que cada um explorou a luz, a cor e a percepção do cotidiano. A abordagem de Hopper também dialoga com Claude Monet, Pablo Picasso, Henri Matisse, Joan Miró e Marc Chagall, ao mesmo tempo em que antecipa a rigidez arquitetônica de Piet Mondrian ou a sensibilidade cromática de Mark Rothko. Como Basquiat, Kusama ou Banksy, ele questiona o indivíduo no espaço moderno, entre isolamento, beleza e tensão urbana.
Uma obra atemporal, na interseção do realismo e da poesia visual, que se inscreve naturalmente entre os grandes nomes da arte moderna e contemporânea - de Haring a Koons, de Soulages a Murakami, passando por Botero, Modigliani ou Cézanne.
Edward Hopper (1882-1967) foi um pintor realista americano conhecido por suas representações da vida moderna americana, frequentemente caracterizadas por um sentimento de isolamento e solidão. Suas obras geralmente retratam cenas urbanas e rurais, com ênfase no jogo de luz e sombra. O estilo distinto de Hopper caracteriza-se por composições nítidas, formas simplificadas e contrastes dramáticos entre luz e escuridão.
Ele é considerado um dos artistas americanos mais importantes do século XX, e suas obras tornaram-se emblemáticas da vida americana da metade do século.
Essa visão do real, pela sua modernidade, aproxima-se das pesquisas de René Magritte, David Hockney, Roy Lichtenstein ou Andy Warhol, que cada um explorou a luz, a cor e a percepção do cotidiano. A abordagem de Hopper também dialoga com Claude Monet, Pablo Picasso, Henri Matisse, Joan Miró e Marc Chagall, ao mesmo tempo em que prefigura a rigidez arquitetônica de um Piet Mondrian ou a sensibilidade cromática de um Mark Rothko. Como Basquiat, Kusama ou Banksy, ele questiona o indivíduo no espaço moderno, entre isolamento, beleza e tensão urbana.
Uma obra atemporal, na encruzilhada do realismo e da poesia visual, que se inscreve naturalmente entre os grandes nomes da arte moderna e contemporânea — de Haring a Koons, de Soulages a Murakami, passando por Botero, Modigliani ou Cézanne.
Yonkers, segundo Edward Hopper,
Impressão pigmentada autorizada em papel Fine art de alta qualidade (310 g/m²)
Assinatura na prancha
Carimbo da editora no verso da moldura.
Impressão em papel Canson Arches Aquarelle Rag 310 g/m², um suporte 100% algodão de qualidade museu, reconhecido pela sua textura sutil e pelo acabamento fosco aveludado.
Este artigo destaca os intensos contrastes cromáticos da cena urbana: os azuis profundos do céu, os vermelhos das fachadas e o amarelo brilhante do bonde conservam toda a densidade pictórica da pintura original.
Estado: excelente. Nunca emoldurado, nunca exposto.
Dimensões do motivo: 47,8 x 40 cm (Dimensões externas: 49,8 x 42 cm)
Yonkers de Edward Hopper captura a essência da vida urbana americana do início do século XX. A composição retrata um bonde amarelo atravessando uma rua movimentada, banhada por uma luz radiante. Hopper explora a tensão entre movimento e solidão, entre a energia da cidade e o silêncio interior que ela impõe. Sua paleta vibrante, dominada pelos azuis e dourados, confere à cena uma intensidade quase cinematográfica.
Essa visão do real, em sua modernidade, aproxima-se das pesquisas de René Magritte, David Hockney, Roy Lichtenstein ou Andy Warhol, que cada um explorou a luz, a cor e a percepção do cotidiano. A abordagem de Hopper também dialoga com Claude Monet, Pablo Picasso, Henri Matisse, Joan Miró e Marc Chagall, ao mesmo tempo em que antecipa a rigidez arquitetônica de Piet Mondrian ou a sensibilidade cromática de Mark Rothko. Como Basquiat, Kusama ou Banksy, ele questiona o indivíduo no espaço moderno, entre isolamento, beleza e tensão urbana.
Uma obra atemporal, na interseção do realismo e da poesia visual, que se inscreve naturalmente entre os grandes nomes da arte moderna e contemporânea - de Haring a Koons, de Soulages a Murakami, passando por Botero, Modigliani ou Cézanne.
Edward Hopper (1882-1967) foi um pintor realista americano conhecido por suas representações da vida moderna americana, frequentemente caracterizadas por um sentimento de isolamento e solidão. Suas obras geralmente retratam cenas urbanas e rurais, com ênfase no jogo de luz e sombra. O estilo distinto de Hopper caracteriza-se por composições nítidas, formas simplificadas e contrastes dramáticos entre luz e escuridão.
Ele é considerado um dos artistas americanos mais importantes do século XX, e suas obras tornaram-se emblemáticas da vida americana da metade do século.
Essa visão do real, pela sua modernidade, aproxima-se das pesquisas de René Magritte, David Hockney, Roy Lichtenstein ou Andy Warhol, que cada um explorou a luz, a cor e a percepção do cotidiano. A abordagem de Hopper também dialoga com Claude Monet, Pablo Picasso, Henri Matisse, Joan Miró e Marc Chagall, ao mesmo tempo em que prefigura a rigidez arquitetônica de um Piet Mondrian ou a sensibilidade cromática de um Mark Rothko. Como Basquiat, Kusama ou Banksy, ele questiona o indivíduo no espaço moderno, entre isolamento, beleza e tensão urbana.
Uma obra atemporal, na encruzilhada do realismo e da poesia visual, que se inscreve naturalmente entre os grandes nomes da arte moderna e contemporânea — de Haring a Koons, de Soulages a Murakami, passando por Botero, Modigliani ou Cézanne.
