Bachibouzouk (1977) - Invader vs Banksy

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Antonio Yera
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obra de street art belga de Bachibouzouk (1977), intitulada Invader vs Banksy, pintura acrílica em edição limitada (1/20) de 2025, 84 x 60 cm, azul e roxo, autografada e em condições razoáveis.

Resumo assistido por IA

Descrição fornecida pelo vendedor

Ótimo trabalho do artista bruxelense Bachibouzouk.

Nesta série, o artista bruxelense Bachibouzouk brinca de pular sapo com a história da arte, como uma criança muito curiosa que teria colocado a mão em um museu e em uma bomba de tinta. Através destes « Tomato Soup Can », ele orquestra uma colisão alegremente improvável entre três gigantes da arte contemporânea: Warhol, Banksy e Invader. Um tricentristismo pop, urbano e clínico, passado pela peneira do aerossol, como só Bachibouzouk sabe fazer.

O ponto de partida, obviamente, é o pôster de Banksy, ele próprio já um aceno (ou aceno do aceno) à icônica Campbell’s Soup de Andy Warhol. Bachibouzouk entra ali como o quarto mosqueteiro, mas armado não com uma espada, e sim com Invader. O resultado: um diálogo entre três estéticas das quais nenhuma pedia um interlocutor… e, no entanto, juntas, elas começam a falar alto, e até a rir.

Os aerossóis, cuidadosamente escolhidos em uma paleta vibrante, vêm desafiar o legado demasiado sensato dos ateliers. Cada cor parece proclamar: «E se a arte contemporânea parasse de se levar a sério por três minutos?»
Mais por trás do humor, há um pensamento verdadeiro: Bachibouzouk questiona a repetição industrial das ícones artísticos. O que acontece com um símbolo quando ele é copiado, depois a cópia é copiada, e então se repinta por cima das referências já derivadas? Talvez algo mais honesto: uma obra que aceita que não nasceu sozinha, mas em meio a um barulho cultural, um carnaval de imagens e de desvios.

Ao sobrepor essas camadas de referências, o artista transforma a lata — objeto banal, símbolo de consumo, fetiche pop — em uma metáfora da nossa época saturada: tudo já foi visto, remixado, derivado… e ainda assim, graças a um gesto singular (e alguns bons sprays), algo novo surge. É como se, ao girar num museu de espelhos, acabássemos por ver nosso próprio reflexo.

Com muito espírito, um toque de irreverência e uma lucidez alegre, Bachibouzouk nos lembra que a arte é talvez, acima de tudo, um jogo: um jogo sério, sim, mas ainda assim um jogo. E nesse jogo, suas Tomato Soup Can são as peças que fazem saltar todos os verrous.

Ótimo trabalho do artista bruxelense Bachibouzouk.

Nesta série, o artista bruxelense Bachibouzouk brinca de pular sapo com a história da arte, como uma criança muito curiosa que teria colocado a mão em um museu e em uma bomba de tinta. Através destes « Tomato Soup Can », ele orquestra uma colisão alegremente improvável entre três gigantes da arte contemporânea: Warhol, Banksy e Invader. Um tricentristismo pop, urbano e clínico, passado pela peneira do aerossol, como só Bachibouzouk sabe fazer.

O ponto de partida, obviamente, é o pôster de Banksy, ele próprio já um aceno (ou aceno do aceno) à icônica Campbell’s Soup de Andy Warhol. Bachibouzouk entra ali como o quarto mosqueteiro, mas armado não com uma espada, e sim com Invader. O resultado: um diálogo entre três estéticas das quais nenhuma pedia um interlocutor… e, no entanto, juntas, elas começam a falar alto, e até a rir.

Os aerossóis, cuidadosamente escolhidos em uma paleta vibrante, vêm desafiar o legado demasiado sensato dos ateliers. Cada cor parece proclamar: «E se a arte contemporânea parasse de se levar a sério por três minutos?»
Mais por trás do humor, há um pensamento verdadeiro: Bachibouzouk questiona a repetição industrial das ícones artísticos. O que acontece com um símbolo quando ele é copiado, depois a cópia é copiada, e então se repinta por cima das referências já derivadas? Talvez algo mais honesto: uma obra que aceita que não nasceu sozinha, mas em meio a um barulho cultural, um carnaval de imagens e de desvios.

Ao sobrepor essas camadas de referências, o artista transforma a lata — objeto banal, símbolo de consumo, fetiche pop — em uma metáfora da nossa época saturada: tudo já foi visto, remixado, derivado… e ainda assim, graças a um gesto singular (e alguns bons sprays), algo novo surge. É como se, ao girar num museu de espelhos, acabássemos por ver nosso próprio reflexo.

Com muito espírito, um toque de irreverência e uma lucidez alegre, Bachibouzouk nos lembra que a arte é talvez, acima de tudo, um jogo: um jogo sério, sim, mas ainda assim um jogo. E nesse jogo, suas Tomato Soup Can são as peças que fazem saltar todos os verrous.

Dados

Artista
Bachibouzouk (1977)
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Proprietário ou revendedor
Edição
Edição limitada
Edition number
1/20
Título da obra de arte
Invader vs Banksy
Técnica
Pintura acrílica
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Bélgica
Ano
2025
Estado
Boas condições
Cor
Azul, Púrpura
Altura
84 cm
Largura
60 cm
Estilo
Arte de rua
Período
Depois de 2020
Vendido por
BélgicaVerificado
159
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100%
Privado

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