Seijdou Keïta - Monograph - 2022





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Monografia de Seydou Keïta, publicada pela RMN, 224 páginas, formato 19 × 17 cm, em francês, primeira edição neste formato, em estado quase novo.
Descrição fornecida pelo vendedor
SEYDOU KEÏTA
,RMN 2002
Novo em blister.
Retratista astuto do século XX, Seydou Keïta é hoje considerado um dos maiores fotógrafos contemporâneos. Em 1935, de volta de uma estada no Senegal, seu tio lhe oferece sua primeira câmera, uma Kodak Brownie: Keïta, então com quatorze anos, começa a fotografar seus entes queridos antes de adquirir uma câmera de formato 13×18 cm. Ele abre seu estúdio em 1948 e se especializa na arte do retrato em preto e branco. Rapidamente, sua maestria na técnica e seu senso estético o impõem como retratista, e todo Bamako se dirige ao seu estúdio: as pessoas vão fotografar-se sozinhas, em casal, em família ou em grupo. Posicionando seus modelos diante de tecidos, o artista trabalha a encenação de suas tomadas: ajustando as poses, emprestando para a ocasião roupas, joias ou acessórios, ele busca dar a imagem mais bela de seus clientes. Até a independência do Mali, em 1960, Seydou Keïta realizou vários milhares de retratos de seus concidadãos: assim, suas fotos constituem, nesse sentido, um testemunho único da sociedade maliana dos anos 1950.
SEYDOU KEÏTA
,RMN 2002
Novo em blister.
Retratista astuto do século XX, Seydou Keïta é hoje considerado um dos maiores fotógrafos contemporâneos. Em 1935, de volta de uma estada no Senegal, seu tio lhe oferece sua primeira câmera, uma Kodak Brownie: Keïta, então com quatorze anos, começa a fotografar seus entes queridos antes de adquirir uma câmera de formato 13×18 cm. Ele abre seu estúdio em 1948 e se especializa na arte do retrato em preto e branco. Rapidamente, sua maestria na técnica e seu senso estético o impõem como retratista, e todo Bamako se dirige ao seu estúdio: as pessoas vão fotografar-se sozinhas, em casal, em família ou em grupo. Posicionando seus modelos diante de tecidos, o artista trabalha a encenação de suas tomadas: ajustando as poses, emprestando para a ocasião roupas, joias ou acessórios, ele busca dar a imagem mais bela de seus clientes. Até a independência do Mali, em 1960, Seydou Keïta realizou vários milhares de retratos de seus concidadãos: assim, suas fotos constituem, nesse sentido, um testemunho único da sociedade maliana dos anos 1950.

