WAGASA - Magnífico ejemplar de Wagasa - Guarda-chuva





Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 126154 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Uma joia do artesanato efêmero: sombrinha Wagasa em papel encerado e bambu
Este excepcional parasol oriental representa um diálogo harmonioso entre a funcionalidade técnica e a lírica visual do Leste Asiático de meados do século XX. Realizada inteiramente à mão, a peça é herdeira da tradição dos Wagasa (no Japão) ou Yousan (na China), objetos onde a engenharia do bambu e a alquimia do papel aceitado convergem para criar uma estrutura de beleza arquitetônica.
Exegese da Simbologia Auspicial
A peça não é meramente ornamental; é um manifesto de bons desejos e filosofia oriental. Sua superfície narra uma história de perseverança e elevação por meio de três pilares iconográficos:
• A Garça (Tsuru/Xianhe): Considerada a "ave da imortalidade". Sua presença na obra simboliza uma longevidade extraordinária, lealdade e nobreza. No imaginário oriental, diz-se que as garças transportam as almas para os paraísos celestiais, conferindo à peça uma aura de paz e transcendência espiritual.
• O Ciruelo em Flor (Meihua): é a primeira flor a despertar após o inverno gélido, muitas vezes florescendo entre a neve. Representa a resiliência, a esperança e a pureza. É o símbolo da beleza que triunfa sobre a adversidade.
• O Bambu (Take): Pela sua capacidade de se dobrar ao vento sem se quebrar, encarna a integridade, a flexibilidade e a força interior. Seu verde perene alude a uma vitalidade eterna.
Juntos, esses elementos formam uma tríade que atrai a fortuna e a harmonia ao espaço que protegem.
Contexto Histórico e Colecionismo
Sob a ótica estética, este guarda-chuva inscreve-se na corrente da Chinoiserie tardia que fascinou o Ocidente durante o período Mid-Century (c. 1950–1970). Nessa época, os grandes designers de interiores europeus e americanos redescobriram o valor dos objetos orientais, integrando-os em salões de vanguarda como acentos de refinamento requintado e cosmopolitismo.
A estrutura interna é uma exibição de maestria técnica: um sistema radial de varas de bambu finamente talhadas, unidas por um complexo entrelaçamento de algodão que lembra a geometria de um tear. O papel, tratado com óleos vegetais para obter sua característica transparência âmbar, desenvolveu uma pátina temporária que apenas o passar das décadas pode conferir.
Valor no Design de Interiores Contemporâneo
Hoje em dia, esse tipo de peça é altamente cobiçado no mercado de colecionismo pela sua dupla dimensão: como objeto etnográfico e como escultura de parede. Seu estado de conservação e a vivacidade de seu traço pictórico o tornam um investimento estético ideal para:
• Galerias de Arte: Como exemplo de artes aplicadas transculturais.
• Interiorismo de Luxo: Para trazer calor orgânico e um ponto focal de história em ambientes minimalistas ou clássicos.
Em resumo, trata-se de uma obra em que a fragilidade do papel e a dureza do bambu se unem para preservar um fragmento da história do gosto universal.
Uma joia do artesanato efêmero: sombrinha Wagasa em papel encerado e bambu
Este excepcional parasol oriental representa um diálogo harmonioso entre a funcionalidade técnica e a lírica visual do Leste Asiático de meados do século XX. Realizada inteiramente à mão, a peça é herdeira da tradição dos Wagasa (no Japão) ou Yousan (na China), objetos onde a engenharia do bambu e a alquimia do papel aceitado convergem para criar uma estrutura de beleza arquitetônica.
Exegese da Simbologia Auspicial
A peça não é meramente ornamental; é um manifesto de bons desejos e filosofia oriental. Sua superfície narra uma história de perseverança e elevação por meio de três pilares iconográficos:
• A Garça (Tsuru/Xianhe): Considerada a "ave da imortalidade". Sua presença na obra simboliza uma longevidade extraordinária, lealdade e nobreza. No imaginário oriental, diz-se que as garças transportam as almas para os paraísos celestiais, conferindo à peça uma aura de paz e transcendência espiritual.
• O Ciruelo em Flor (Meihua): é a primeira flor a despertar após o inverno gélido, muitas vezes florescendo entre a neve. Representa a resiliência, a esperança e a pureza. É o símbolo da beleza que triunfa sobre a adversidade.
• O Bambu (Take): Pela sua capacidade de se dobrar ao vento sem se quebrar, encarna a integridade, a flexibilidade e a força interior. Seu verde perene alude a uma vitalidade eterna.
Juntos, esses elementos formam uma tríade que atrai a fortuna e a harmonia ao espaço que protegem.
Contexto Histórico e Colecionismo
Sob a ótica estética, este guarda-chuva inscreve-se na corrente da Chinoiserie tardia que fascinou o Ocidente durante o período Mid-Century (c. 1950–1970). Nessa época, os grandes designers de interiores europeus e americanos redescobriram o valor dos objetos orientais, integrando-os em salões de vanguarda como acentos de refinamento requintado e cosmopolitismo.
A estrutura interna é uma exibição de maestria técnica: um sistema radial de varas de bambu finamente talhadas, unidas por um complexo entrelaçamento de algodão que lembra a geometria de um tear. O papel, tratado com óleos vegetais para obter sua característica transparência âmbar, desenvolveu uma pátina temporária que apenas o passar das décadas pode conferir.
Valor no Design de Interiores Contemporâneo
Hoje em dia, esse tipo de peça é altamente cobiçado no mercado de colecionismo pela sua dupla dimensão: como objeto etnográfico e como escultura de parede. Seu estado de conservação e a vivacidade de seu traço pictórico o tornam um investimento estético ideal para:
• Galerias de Arte: Como exemplo de artes aplicadas transculturais.
• Interiorismo de Luxo: Para trazer calor orgânico e um ponto focal de história em ambientes minimalistas ou clássicos.
Em resumo, trata-se de uma obra em que a fragilidade do papel e a dureza do bambu se unem para preservar um fragmento da história do gosto universal.

