École postimpressionniste catalane (XX) - Parterre de fleurs






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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Parterre de fleurs, pintura a óleo da escola pós-impressionista catalã, Espanha, datada de 1968, paisagem de jardim urbano sereno, 40 × 48 cm, em bom estado, assinada, edição original e vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Obra pictórica da escola pós-impressionista catalã, datada em 1968, que representa um jardim urbano com parterres florais, disposto num entorno arborizado de caráter sereno e intimista. A composição organiza-se em torno de um parterre central de flores, delimitado por sebes, que estrutura o espaço e conduz o olhar para o fundo do passeio.
A pintura caracteriza-se por uma pincelada pastosa e visível, aplicada com liberdade, e por um uso expressivo da cor, em que predominam os verdes intensos, ocres quentes e acentos avermelhados e amarelados. O tratamento da luz e da atmosfera responde aos planteamentos herdados do impressionismo, reinterpretados a partir de uma sensibilidade mais pessoal e materialmente mais densa, própria do pós-impressionismo catalão de meados do século XX.
O interesse pela captação do ambiente, a simplificação das formas e a primazia da sensação visual sobre o detalhe descritivo situam a obra dentro da tradição paisagística catalã ligada à modernidade pictórica, com claras referências à pintura ao natural e à experimentação cromática.
Datada em 1968, a obra constitui um exemplo representativo da continuidade da linguagem pós-impressionista na Catalunha, especialmente apreciada pelo seu equilíbrio entre espontaneidade, matéria e sensibilidade cromática.
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Obra pictórica da escola pós-impressionista catalã, datada em 1968, que representa um jardim urbano com parterres florais, disposto num entorno arborizado de caráter sereno e intimista. A composição organiza-se em torno de um parterre central de flores, delimitado por sebes, que estrutura o espaço e conduz o olhar para o fundo do passeio.
A pintura caracteriza-se por uma pincelada pastosa e visível, aplicada com liberdade, e por um uso expressivo da cor, em que predominam os verdes intensos, ocres quentes e acentos avermelhados e amarelados. O tratamento da luz e da atmosfera responde aos planteamentos herdados do impressionismo, reinterpretados a partir de uma sensibilidade mais pessoal e materialmente mais densa, própria do pós-impressionismo catalão de meados do século XX.
O interesse pela captação do ambiente, a simplificação das formas e a primazia da sensação visual sobre o detalhe descritivo situam a obra dentro da tradição paisagística catalã ligada à modernidade pictórica, com claras referências à pintura ao natural e à experimentação cromática.
Datada em 1968, a obra constitui um exemplo representativo da continuidade da linguagem pós-impressionista na Catalunha, especialmente apreciada pelo seu equilíbrio entre espontaneidade, matéria e sensibilidade cromática.
