Laia Abril - On Abortion - 2018





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“Sobre o Aborto” é a primeira parte do novo projeto de longo prazo de Laia Abril, A History of Misogyny. Abril documenta e conceptualiza os perigos e os danos provocados pela falta de acesso legal, seguro e livre ao aborto para as mulheres. Ela recorre ao passado para destacar o longo e contínuo esvaziamento dos direitos reprodutivos das mulheres até hoje, entrelaçando questões de ética e moralidade para revelar uma série de gatilhos sociais chocantes, estigmas e tabus em torno do aborto que, até agora, permaneceram amplamente invisíveis. Em condições “naturais”, a mulher média ficaria grávida cerca de 15 vezes ao longo da vida, o que resultaria em dez partos. Sete desses bebês provavelmente sobreviveriam à infância. Durante séculos, as pessoas buscaram maneiras de adiar ou interromper a gravidez. Hoje existem, enfim, meios seguros e eficazes para o aborto, mas mulheres ao redor do mundo continuam a recorrer a velhos remédios caseiros, ilegais ou de alto risco: a cada ano, 47.000 mulheres morrem em decorrência de abortos mal feitos. Em muitos países e tradições religiosas, milhões de mulheres ainda têm o acesso ao aborto negado pela lei ou pela coerção social. Elas são forçadas a carregar credos de gravidez contra a vontade, incluindo menores e vítimas de estupro, e para muitas a gravidez não é viável ou representa um risco para a saúde. Mas todas elas podem ser criminalizadas caso tentem abortar.
“Sobre o Aborto” é a primeira parte do novo projeto de longo prazo de Laia Abril, A History of Misogyny. Abril documenta e conceptualiza os perigos e os danos provocados pela falta de acesso legal, seguro e livre ao aborto para as mulheres. Ela recorre ao passado para destacar o longo e contínuo esvaziamento dos direitos reprodutivos das mulheres até hoje, entrelaçando questões de ética e moralidade para revelar uma série de gatilhos sociais chocantes, estigmas e tabus em torno do aborto que, até agora, permaneceram amplamente invisíveis. Em condições “naturais”, a mulher média ficaria grávida cerca de 15 vezes ao longo da vida, o que resultaria em dez partos. Sete desses bebês provavelmente sobreviveriam à infância. Durante séculos, as pessoas buscaram maneiras de adiar ou interromper a gravidez. Hoje existem, enfim, meios seguros e eficazes para o aborto, mas mulheres ao redor do mundo continuam a recorrer a velhos remédios caseiros, ilegais ou de alto risco: a cada ano, 47.000 mulheres morrem em decorrência de abortos mal feitos. Em muitos países e tradições religiosas, milhões de mulheres ainda têm o acesso ao aborto negado pela lei ou pela coerção social. Elas são forçadas a carregar credos de gravidez contra a vontade, incluindo menores e vítimas de estupro, e para muitas a gravidez não é viável ou representa um risco para a saúde. Mas todas elas podem ser criminalizadas caso tentem abortar.

