Yves Brayer (1907-1990) - Senza Titolo






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Yves Brayer, Senza Titolo, retrato contemporâneo em guazzo, assinado à mão, edição original, França, 29 cm de altura por 22,5 cm de largura, vendido com moldura de 44 x 50 cm.
Descrição fornecida pelo vendedor
Yves Brayer (1907-1990) foi um famoso pintor e gravador francês, conhecido por sua fidelidade à tradição figurativa e pela sua versatilidade em técnicas como pintura, litografia e gravura, explorando paisagens (principalmente da Camargue e Provença), retratos e cenas do cotidiano, influenciado pelos mestres do Prado, ativo também no teatro e na decoração, com um percurso artístico único fora dos movimentos modernos.
Formação e Viagens:
Nascido em Versalhes, estudou em Paris na Academia de Montparnasse e nas Belas Artes, começando a expor em 1927.
Viajou à Espanha (Prado), Marrocos e Itália, vencendo o Grande Prêmio de Roma em 1930.
Foi a Paris durante a ocupação e dedicou-se à pintura da cidade, para depois descobrir a Provença e a Camargue, enriquecendo a sua paleta.
Um mestre da gráfica e das cores, fiel à pintura figurativa, mas com uma visão pessoal.
Ele trabalhou em paisagens, retratos, naturezas-morta e grandes telas, destacando-se em gravura (água-forte, litografia) e ilustrando obras de autores como Baudelaire e Jean Giono.
Ele também criou cenografia e figurinos para o teatro e a ópera.
Foi membro da Académie des Beaux-Arts e presidente do Salon d'Automne.
Curador do Musée Marmottan de Paris por 11 anos.
Apesar de sua trajetória isolada, ele é considerado um precursor do Nouveau Réalisme francês.
Um museu dedicado a ele fica em Les Baux-de-Provence, aberto após a sua morte em 1991.
A obra à venda é uma técnica mista: tinta e aquarela.
As suas dimensões são de 22,5 cm por 29 cm.
Com moldura de 44×50 cm
Yves Brayer (1907-1990) foi um famoso pintor e gravador francês, conhecido por sua fidelidade à tradição figurativa e pela sua versatilidade em técnicas como pintura, litografia e gravura, explorando paisagens (principalmente da Camargue e Provença), retratos e cenas do cotidiano, influenciado pelos mestres do Prado, ativo também no teatro e na decoração, com um percurso artístico único fora dos movimentos modernos.
Formação e Viagens:
Nascido em Versalhes, estudou em Paris na Academia de Montparnasse e nas Belas Artes, começando a expor em 1927.
Viajou à Espanha (Prado), Marrocos e Itália, vencendo o Grande Prêmio de Roma em 1930.
Foi a Paris durante a ocupação e dedicou-se à pintura da cidade, para depois descobrir a Provença e a Camargue, enriquecendo a sua paleta.
Um mestre da gráfica e das cores, fiel à pintura figurativa, mas com uma visão pessoal.
Ele trabalhou em paisagens, retratos, naturezas-morta e grandes telas, destacando-se em gravura (água-forte, litografia) e ilustrando obras de autores como Baudelaire e Jean Giono.
Ele também criou cenografia e figurinos para o teatro e a ópera.
Foi membro da Académie des Beaux-Arts e presidente do Salon d'Automne.
Curador do Musée Marmottan de Paris por 11 anos.
Apesar de sua trajetória isolada, ele é considerado um precursor do Nouveau Réalisme francês.
Um museu dedicado a ele fica em Les Baux-de-Provence, aberto após a sua morte em 1991.
A obra à venda é uma técnica mista: tinta e aquarela.
As suas dimensões são de 22,5 cm por 29 cm.
Com moldura de 44×50 cm
