Анна Каренина - THE FORBIDDEN FRUIT -XXL

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Petra Skarupsky
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Анна Каренина, THE FORBIDDEN FRUIT -XXL, pintura acrílica em tela de juta, 120 x 120 cm, ano 2025, edição original, assinada, em excelente estado, com certificado de autenticidade, produzido na Rússia e vendido diretamente pelo artista, enviado enrolado e sem passepartout, sem stretcher.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Para garantir a proteção máxima, a obra é enviada enrolada em um tubo rígido de papelão; portanto, está VENDIDA SEM MOLDURA E SEM UMA BARRA DE ESTIRAMENTO. Mediante solicitação, o colecionador pode providenciar o estiramento da tela: nesse caso, os custos do serviço e as taxas de envio ajustadas ficarão por conta do comprador. A pintura mede aproximadamente 140 x 140 cm para permitir o enquadramento.
O certificado de autenticidade também será enviado junto com a obra.
A obra é criada em lona de juta, preparada com cola de pele de coelho e Gesso de Bolonha.

TÍTULO: O FRUTO PROIBIDO

A Fruta Proibida apresenta-se como uma obra de forte essencialidade formal, na qual a linguagem visual se reduz a sinais, cores primárias e estruturas geométricas que evocam uma dimensão arcaica e simbólica. A aparente simplicidade da composição oculta uma profunda tensão conceitual, que se desenrola através do contraste entre ordem e desejo, inocência e transgressão.
A superfície da obra é atravessada por elementos repetitivos e rítmicos que sugerem um sistema, uma regra, quase um código visual. Dentro desse espaço regulado emergem formas mais dinâmicas e irregulares, aparentemente aludindo à quebra do equilíbrio: é aqui que se localiza a «fruta proibida», não como um objeto reconhecível, mas como uma presença conceitual, como um ato. O proibido não é mostrado, mas sugerido por meio de desvio, ruptura e o gesto que foge ao esquema.
O uso da cor — claro e não modulada — reforça o caráter simbólico da obra. Os tons primários evocam uma imagética quase infantil, que, no entanto, contrasta com o título, carregado de uma longa tradição cultural e moral. Esse curto-circuito visual e conceitual convida o espectador a refletir sobre a relação entre conhecimento e culpa, entre jogo e responsabilidade.
Como um todo, The Forbidden Fruit não oferece uma narrativa fechada, mas uma estrutura aberta que exige a participação ativa do olhar do espectador. A obra parece sugerir que o desejo de ultrapassar fronteiras é uma parte integrante da experiência humana, e que é precisamente nessa tensão que reside o significado profundo do proibido: não no objeto em si, mas no olhar que o procura.

Ana Karenina

Por trás do pseudônimo Анна Каренина reside uma figura artística de profunda sensibilidade introspectiva, alguém que deliberadamente escolheu a sombra como espaço de liberdade criativa. Sua verdadeira identidade permanece oculta, protegida por um véu de privacidade que desvia o foco do espectador do rosto da artista para a substância de seu trabalho. Essa distância do sistema tradicional de arte é reforçada por uma escolha operacional específica: a artista não mantém laços diretos com galerias ou museus, preferindo navegar pelo mundo da arte por meio de intermediários e procuradores que atuam como guardiões de sua privacidade e mensageiros de sua estética.
Sua linguagem visual percorre uma borda delicada que separa a figuração estilizada da pura abstração, buscando fortemente nas lições do modernismo europeu—mostrando uma afinidade particular pelo rigor rítmico de Paul Klee e pelas explorações cromáticas da vanguarda histórica. O caminho criativo de Anna Karenina é distinguido por uma investigação constante da estrutura: o mundo visível é reduzido a sinais primordiais, onde linhas finas e elegantes alternam com campos geométricos sólidos. Para ela, o quadrado e o retângulo não são jaulas formais, mas unidades de medida emocional; suas grelhas nunca parecem rígidas, mas sim pulsantes e quase orgânicas, graças a uma aplicação de cor que retém uma vibração tátil de calor e humana.
Em suas composições mais abstratas, a pintora explora o conceito de ritmo visual. Ao justapor pastilhas cromáticas que flutuam sobre fundos frequentemente neutros ou crus, a artista cria partituras visuais em que a cor—às vezes brilhante e primária, outras vezes suave e terrosa—ditam o andamento da narrativa. Mesmo ao abordar temas do cotidiano, ela realiza um processo de síntese extrema: as formas são despojadas do supérfluo para revelar a essência do objeto, transformando elementos comuns em ícones de uma poética da fragilidade.
Silêncio e ausência são componentes fundamentais de sua estética. Suas telas oferecem um espaço para a meditação, um lugar onde o equilíbrio dos pesos visuais convida a uma leitura lenta e solitária, que espelha sua própria maneira de existir no mundo da arte. Анна Каренина não busca o clamor do sucesso público, mas sim uma ressonância profunda; a sua arte é um diálogo silencioso entre a ordem do pensamento e a imprevisibilidade do sentir, mediado por uma invisibilidade que torna cada uma de suas aparições cromáticas ainda mais preciosas e cobiçadas.

Para garantir a proteção máxima, a obra é enviada enrolada em um tubo rígido de papelão; portanto, está VENDIDA SEM MOLDURA E SEM UMA BARRA DE ESTIRAMENTO. Mediante solicitação, o colecionador pode providenciar o estiramento da tela: nesse caso, os custos do serviço e as taxas de envio ajustadas ficarão por conta do comprador. A pintura mede aproximadamente 140 x 140 cm para permitir o enquadramento.
O certificado de autenticidade também será enviado junto com a obra.
A obra é criada em lona de juta, preparada com cola de pele de coelho e Gesso de Bolonha.

TÍTULO: O FRUTO PROIBIDO

A Fruta Proibida apresenta-se como uma obra de forte essencialidade formal, na qual a linguagem visual se reduz a sinais, cores primárias e estruturas geométricas que evocam uma dimensão arcaica e simbólica. A aparente simplicidade da composição oculta uma profunda tensão conceitual, que se desenrola através do contraste entre ordem e desejo, inocência e transgressão.
A superfície da obra é atravessada por elementos repetitivos e rítmicos que sugerem um sistema, uma regra, quase um código visual. Dentro desse espaço regulado emergem formas mais dinâmicas e irregulares, aparentemente aludindo à quebra do equilíbrio: é aqui que se localiza a «fruta proibida», não como um objeto reconhecível, mas como uma presença conceitual, como um ato. O proibido não é mostrado, mas sugerido por meio de desvio, ruptura e o gesto que foge ao esquema.
O uso da cor — claro e não modulada — reforça o caráter simbólico da obra. Os tons primários evocam uma imagética quase infantil, que, no entanto, contrasta com o título, carregado de uma longa tradição cultural e moral. Esse curto-circuito visual e conceitual convida o espectador a refletir sobre a relação entre conhecimento e culpa, entre jogo e responsabilidade.
Como um todo, The Forbidden Fruit não oferece uma narrativa fechada, mas uma estrutura aberta que exige a participação ativa do olhar do espectador. A obra parece sugerir que o desejo de ultrapassar fronteiras é uma parte integrante da experiência humana, e que é precisamente nessa tensão que reside o significado profundo do proibido: não no objeto em si, mas no olhar que o procura.

Ana Karenina

Por trás do pseudônimo Анна Каренина reside uma figura artística de profunda sensibilidade introspectiva, alguém que deliberadamente escolheu a sombra como espaço de liberdade criativa. Sua verdadeira identidade permanece oculta, protegida por um véu de privacidade que desvia o foco do espectador do rosto da artista para a substância de seu trabalho. Essa distância do sistema tradicional de arte é reforçada por uma escolha operacional específica: a artista não mantém laços diretos com galerias ou museus, preferindo navegar pelo mundo da arte por meio de intermediários e procuradores que atuam como guardiões de sua privacidade e mensageiros de sua estética.
Sua linguagem visual percorre uma borda delicada que separa a figuração estilizada da pura abstração, buscando fortemente nas lições do modernismo europeu—mostrando uma afinidade particular pelo rigor rítmico de Paul Klee e pelas explorações cromáticas da vanguarda histórica. O caminho criativo de Anna Karenina é distinguido por uma investigação constante da estrutura: o mundo visível é reduzido a sinais primordiais, onde linhas finas e elegantes alternam com campos geométricos sólidos. Para ela, o quadrado e o retângulo não são jaulas formais, mas unidades de medida emocional; suas grelhas nunca parecem rígidas, mas sim pulsantes e quase orgânicas, graças a uma aplicação de cor que retém uma vibração tátil de calor e humana.
Em suas composições mais abstratas, a pintora explora o conceito de ritmo visual. Ao justapor pastilhas cromáticas que flutuam sobre fundos frequentemente neutros ou crus, a artista cria partituras visuais em que a cor—às vezes brilhante e primária, outras vezes suave e terrosa—ditam o andamento da narrativa. Mesmo ao abordar temas do cotidiano, ela realiza um processo de síntese extrema: as formas são despojadas do supérfluo para revelar a essência do objeto, transformando elementos comuns em ícones de uma poética da fragilidade.
Silêncio e ausência são componentes fundamentais de sua estética. Suas telas oferecem um espaço para a meditação, um lugar onde o equilíbrio dos pesos visuais convida a uma leitura lenta e solitária, que espelha sua própria maneira de existir no mundo da arte. Анна Каренина não busca o clamor do sucesso público, mas sim uma ressonância profunda; a sua arte é um diálogo silencioso entre a ordem do pensamento e a imprevisibilidade do sentir, mediado por uma invisibilidade que torna cada uma de suas aparições cromáticas ainda mais preciosas e cobiçadas.

Dados

Artista
Анна Каренина
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
THE FORBIDDEN FRUIT -XXL
Técnica
Pintura acrílica
Assinatura
Assinado
País de origem
Rússia
Ano
2025
Estado
Excelente estado
Cor
Azul, Cinzento, Rosa, Vermelho
Altura
120 cm
Largura
120 cm
Peso
700 g
Estilo
Abstrato
Período
Depois de 2020
Vendido por
ItáliaVerificado
Privado

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