Francesc Pons (XX) - Ecos de Samarcanda





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Ecos de Samarcanda, pintura a óleo sobre tela de Francesc Pons (XX), período pós-2020, Espanha, criada em 2023, 40 × 30 cm, peso 1 kg, assinado à mão, edição original.
Descrição fornecida pelo vendedor
Viaje através do tempo com esta obra evocadora que presta homenagem à majestade da arquitetura oriental antiga, onde um edifício em ruínas é o ponto de interesse central, enquanto as figuras na base proporcionam a escala necessária para entender a magnitude da construção.
Obra realizada em óleo sobre tela em painel, não apenas retrata uma estrutura imponente, mas captura a essência de uma civilização, contrastando a grandeza de uma cúpula de azulejos desgastada pelos séculos com a simplicidade da vida cotidiana aos seus pés.
A presença de figuras com vestimentas tradicionais e o carromato de madeira acrescentam uma camada narrativa que convida à contemplação.
Técnicamente, observa-se um trabalho meticuloso de texturização para reproduzir a erosão da pedra e do tijolo, proporcionando um realismo matérico excepcional, resolvido com pinceladas impressionistas e priorizando a atmosfera e os efeitos da luz natural.
O artista utiliza uma paleta de cores misturando tons terrosos, ocre e areia, contrastados com o azul turquesa e cobalto dos restos da cúpula vidrada. O céu, com pinceladas malvas e cinzas, sugere um entardecer quente e empoeirado.
Viaje através do tempo com esta obra evocadora que presta homenagem à majestade da arquitetura oriental antiga, onde um edifício em ruínas é o ponto de interesse central, enquanto as figuras na base proporcionam a escala necessária para entender a magnitude da construção.
Obra realizada em óleo sobre tela em painel, não apenas retrata uma estrutura imponente, mas captura a essência de uma civilização, contrastando a grandeza de uma cúpula de azulejos desgastada pelos séculos com a simplicidade da vida cotidiana aos seus pés.
A presença de figuras com vestimentas tradicionais e o carromato de madeira acrescentam uma camada narrativa que convida à contemplação.
Técnicamente, observa-se um trabalho meticuloso de texturização para reproduzir a erosão da pedra e do tijolo, proporcionando um realismo matérico excepcional, resolvido com pinceladas impressionistas e priorizando a atmosfera e os efeitos da luz natural.
O artista utiliza uma paleta de cores misturando tons terrosos, ocre e areia, contrastados com o azul turquesa e cobalto dos restos da cúpula vidrada. O céu, com pinceladas malvas e cinzas, sugere um entardecer quente e empoeirado.

