Oreste Zevola (1954) - Senza titolo





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Oreste Zevola, Senza titolo, 1985, técnica mista em tela, 65 × 45 cm, em bom estado, edição original, com moldura, Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
Artista extraordinário e polivalente, Oreste Zevola (Nápoles 1954 – 2014) foi desenhista, pintor, escultor, cenógrafo, inventor de imagens, ilustrador, conquistando muito cedo reconhecimento internacional.
Artista versátil, após as primeiras colaborações editoriais e capas para jornais e revistas na Itália e no exterior, no fim dos anos setenta fundou em Trieste a revista de arte “Juliet”, com Roberto Vidali e Rolan Marino, começando a expor em exposições individuais e coletivas. Desde o início dos anos oitenta, ao compromisso de desenhista uniu o de pintor, realizando telas de grande formato dominadas pelo seu traço inconfundível; no mesmo período começaram numerosas viagens a Paris, onde depois escolheu trabalhar e viver até o fim, além de Nápoles. Com os primeiros anos de dois mil realizou dois projetos artístico-umanitários na República Centro-Africana, depois expostos também em Nápoles, no Instituto Francês (2005) e na Fabbrica del lunedì de Giusi Laurino (2007). Frequentes também foram seus laços com o teatro e o cinema, continuando a experimentar, simultaneamente, novas técnicas artísticas e materiais específicos, como a cerâmica ou o cartolina recortada. A transversalidade de sua pesquisa artística, a riqueza de sua produção, a variedade das contaminações e das colaborações, porém nunca alteraram a unidade estética e conceitual de sua produção, como fica claro também nesta mostra, para a qual foram selecionadas do Arquivo mais de 70 obras, exclusivamente têmpera sobre tela e sobre papel.
http://www.orestezevola.com/
A casa de Oreste Zevola: o desenho que atravessa os mundos
Artista extraordinário e polivalente, Oreste Zevola (Nápoles 1954 – 2014) foi desenhista, pintor, escultor, cenógrafo, inventor de imagens, ilustrador, conquistando muito cedo reconhecimento internacional.
Artista versátil, após as primeiras colaborações editoriais e capas para jornais e revistas na Itália e no exterior, no fim dos anos setenta fundou em Trieste a revista de arte “Juliet”, com Roberto Vidali e Rolan Marino, começando a expor em exposições individuais e coletivas. Desde o início dos anos oitenta, ao compromisso de desenhista uniu o de pintor, realizando telas de grande formato dominadas pelo seu traço inconfundível; no mesmo período começaram numerosas viagens a Paris, onde depois escolheu trabalhar e viver até o fim, além de Nápoles. Com os primeiros anos de dois mil realizou dois projetos artístico-umanitários na República Centro-Africana, depois expostos também em Nápoles, no Instituto Francês (2005) e na Fabbrica del lunedì de Giusi Laurino (2007). Frequentes também foram seus laços com o teatro e o cinema, continuando a experimentar, simultaneamente, novas técnicas artísticas e materiais específicos, como a cerâmica ou o cartolina recortada. A transversalidade de sua pesquisa artística, a riqueza de sua produção, a variedade das contaminações e das colaborações, porém nunca alteraram a unidade estética e conceitual de sua produção, como fica claro também nesta mostra, para a qual foram selecionadas do Arquivo mais de 70 obras, exclusivamente têmpera sobre tela e sobre papel.
http://www.orestezevola.com/
A casa de Oreste Zevola: o desenho que atravessa os mundos

