Spanish school (XX) - Expressive bouquet





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Ramo expressivo, uma pintura a óleo original da escola espanhola (XX) dos anos 1970–1980, a representar plantas e flores, 38 cm por 35 cm, assinada e vendida com moldura pela Galería, em estado aceitável.
Descrição fornecida pelo vendedor
Óleo de grande força expressiva, pertencente a uma estética expressionista contemporânea, em que a matéria pictórica e a cor adquirem um protagonismo absoluto. A obra representa um ramo de flores tratado a partir de uma visão livre e emocional, afastando-se do naturalismo descritivo para centrar-se na intensidade cromática e na carga gestual da pincelada.
A composição estrutura-se a partir de um potente contraste entre o fundo escuro, profundo e envolvente, e o estouro central de cor que constitui o bouquet. Vermelhos intensos, amarelos vibrantes, verdes profundos e brancos matizados sobrepõem-se mediante uma aplicação espessa de óleo, com empastes visíveis e uma textura rica que aporta dinamismo e corporeidade à superfície pictórica.
A técnica revela um domínio do gesto e da matéria, com uma execução direta e enérgica, próxima às linguagens do expressionismo e do informalismo matérico, bem como a certas influências da pintura pós-impressionista e da tradição moderna da natureza-morta reinterpretada a partir de uma sensibilidade contemporânea. O vaso, mal insinuado, funciona como âncora compositiva, permitindo que a atenção se concentre na vibração da cor e no diálogo entre luzes e sombras.
A obra é apresentada emoldurada, o que realça sua presença e facilita sua exibição imediata. Peça de notável impacto visual, ideal tanto para colecionadores de pintura contemporânea quanto para quem busca uma obra com caráter, intensidade e uma marcada personalidade artística.
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Óleo de grande força expressiva, pertencente a uma estética expressionista contemporânea, em que a matéria pictórica e a cor adquirem um protagonismo absoluto. A obra representa um ramo de flores tratado a partir de uma visão livre e emocional, afastando-se do naturalismo descritivo para centrar-se na intensidade cromática e na carga gestual da pincelada.
A composição estrutura-se a partir de um potente contraste entre o fundo escuro, profundo e envolvente, e o estouro central de cor que constitui o bouquet. Vermelhos intensos, amarelos vibrantes, verdes profundos e brancos matizados sobrepõem-se mediante uma aplicação espessa de óleo, com empastes visíveis e uma textura rica que aporta dinamismo e corporeidade à superfície pictórica.
A técnica revela um domínio do gesto e da matéria, com uma execução direta e enérgica, próxima às linguagens do expressionismo e do informalismo matérico, bem como a certas influências da pintura pós-impressionista e da tradição moderna da natureza-morta reinterpretada a partir de uma sensibilidade contemporânea. O vaso, mal insinuado, funciona como âncora compositiva, permitindo que a atenção se concentre na vibração da cor e no diálogo entre luzes e sombras.
A obra é apresentada emoldurada, o que realça sua presença e facilita sua exibição imediata. Peça de notável impacto visual, ideal tanto para colecionadores de pintura contemporânea quanto para quem busca uma obra com caráter, intensidade e uma marcada personalidade artística.

