Alessia Pugliese - Betrayl






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
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Alessia Pugliese apresenta Betrayl, uma obra original de arte pop contemporânea de 100 × 80 cm, em técnica mista com pintura acrílica, assinada à mão, produzida na Itália, data de 2020 ou posterior.
Descrição fornecida pelo vendedor
Esta obra não é apenas um retrato, mas uma reflexão poderosa e amarga sobre a história dos nativos americanos e sobre o seu saque sistemático. Através de uma linguagem visual que imita a Pop Art, o artista esconde uma crítica radical ao imperialismo cultural e econômico dos Estados Unidos.
Simbolismo e "Easter Eggs" de denúncia:
O Sangue no Consumismo: O detalhe mais chocante é a garrafa de Coca-Cola: o que parece um gesto quotidiano revela, na verdade, o sangue derramado pelos nativos, que jorra do símbolo por excelência do estilo de vida americano. O consumismo é apresentado como um parasita que se alimentou do sacrifício de um povo inteiro.
A Cédula Falsa: a presença de uma cédula de 100 dólares com um palhaço no lugar do Presidente é uma sátira direta ao poder financeiro e político. Sugere que o sistema que expulsou os nativos de suas terras é baseado numa farsa, num valor fictício e implacável.
A Erosão Cultural (Tetris e Batman): Os elementos pop, como os blocos do Tetris no copricapo e o logotipo do Batman, não são decorativos, mas representam a "ocupação" mental e cultural. As tradições milenares são fragmentadas e sobrescritas pelo entretenimento de massa.
Olhar e resistência: Apesar da «colonização» visual que a cerca (flores exóticas, desenhos animados como o guaxinim e ícones pop), a jovem nativa mantém um olhar orgulhoso e melancólico, testemunho de uma terra roubada e de uma dignidade que não pode ser comprada.
Biografia da artista: Alessia Pugliese
Alessia Pugliese (Nápoles, nascida em 1986) é uma artista napolitana cuja pesquisa expressiva funde a sólida tradição artesanal com o instinto da arte contemporânea.
Formou-se no histórico Instituto Caselli - Real Fábrica di Capodimonte, Alessia herda o respeito pela matéria e o cuidado aos detalhes típicos do artesanato de excelência. Após um percurso significativo como retratista, onde aperfeiçoou a capacidade de capturar a alma dos sujeitos, desde 2019 ela iniciou uma nova fase criativa dedicada à pintura matérica e experimental.
As suas obras destacam-se pelo uso audacioso do estuque e da espátula, criando superfícies tridimensionais que convidam ao toque. O seu estilo é um diálogo constante entre a energia da cor e a concretude da forma, transformando cada tela numa experiência sensorial única.
A arte para mim é uma necessidade vital, uma forma de dar corpo às emoções através de qualquer material possível.
Esta obra não é apenas um retrato, mas uma reflexão poderosa e amarga sobre a história dos nativos americanos e sobre o seu saque sistemático. Através de uma linguagem visual que imita a Pop Art, o artista esconde uma crítica radical ao imperialismo cultural e econômico dos Estados Unidos.
Simbolismo e "Easter Eggs" de denúncia:
O Sangue no Consumismo: O detalhe mais chocante é a garrafa de Coca-Cola: o que parece um gesto quotidiano revela, na verdade, o sangue derramado pelos nativos, que jorra do símbolo por excelência do estilo de vida americano. O consumismo é apresentado como um parasita que se alimentou do sacrifício de um povo inteiro.
A Cédula Falsa: a presença de uma cédula de 100 dólares com um palhaço no lugar do Presidente é uma sátira direta ao poder financeiro e político. Sugere que o sistema que expulsou os nativos de suas terras é baseado numa farsa, num valor fictício e implacável.
A Erosão Cultural (Tetris e Batman): Os elementos pop, como os blocos do Tetris no copricapo e o logotipo do Batman, não são decorativos, mas representam a "ocupação" mental e cultural. As tradições milenares são fragmentadas e sobrescritas pelo entretenimento de massa.
Olhar e resistência: Apesar da «colonização» visual que a cerca (flores exóticas, desenhos animados como o guaxinim e ícones pop), a jovem nativa mantém um olhar orgulhoso e melancólico, testemunho de uma terra roubada e de uma dignidade que não pode ser comprada.
Biografia da artista: Alessia Pugliese
Alessia Pugliese (Nápoles, nascida em 1986) é uma artista napolitana cuja pesquisa expressiva funde a sólida tradição artesanal com o instinto da arte contemporânea.
Formou-se no histórico Instituto Caselli - Real Fábrica di Capodimonte, Alessia herda o respeito pela matéria e o cuidado aos detalhes típicos do artesanato de excelência. Após um percurso significativo como retratista, onde aperfeiçoou a capacidade de capturar a alma dos sujeitos, desde 2019 ela iniciou uma nova fase criativa dedicada à pintura matérica e experimental.
As suas obras destacam-se pelo uso audacioso do estuque e da espátula, criando superfícies tridimensionais que convidam ao toque. O seu estilo é um diálogo constante entre a energia da cor e a concretude da forma, transformando cada tela numa experiência sensorial única.
A arte para mim é uma necessidade vital, uma forma de dar corpo às emoções através de qualquer material possível.
