Charles Hinman (1932) - Yellow on red





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Charles Hinman, 1974, Yellow on red, serigrafia limitada assinada à mão no estilo Minimalismo, 65 x 90 cm, produzida nos Estados Unidos e vendida pela Gallery, em condições discretas.
Descrição fornecida pelo vendedor
Serigrafia da edição Denise René Paris. Ótimas cores, em bom estado geral, com alguns sinais de uso (manchas/defeitos; veja as fotos)
Charles Hinman (nascido em 1932 em Syracuse) é um pintor minimalista conhecido principalmente por sua invenção pioneira de telas tridimensionais em meados da década de 1960.
Hinman iniciou sua jornada artística no Museu de Belas-Artes de Syracuse. Depois de obter seu bacharelado em artes pela Syracuse University em 1955, ele mudou-se para Manhattan. Lá, ele passou a fazer parte de uma comunidade artística vibrante que incluía seu colega de quarto James Rosenquist, e vizinhos Robert Indiana, Ellsworth Kelly, Jack Youngerman e Agnes Martin. Esse grupo, embora não fosse um movimento formal, buscava conscientemente romper com o Expressionismo Abstrato, produzindo obras que se inclinavam para o Pop Art, o Minimalismo e a Arte Feminista.
Na metade da década de 1960, Hinman, como outros artistas minimalistas, experimentou formas de tela, achando que o retângulo ou o quadrado tradicionais eram restritivos. Entre 1963 e 1964, ele revolucionou a tela ao desprendê-la da parede, criando formas tridimensionais que serviam tanto como superfícies de pintura quanto como esculturas. Nos anos seguintes, Hinman explorou as possibilidades dessas formas únicas usando cor, sombra e reflexos para criar ilusões de espaço e volume.
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Serigrafia da edição Denise René Paris. Ótimas cores, em bom estado geral, com alguns sinais de uso (manchas/defeitos; veja as fotos)
Charles Hinman (nascido em 1932 em Syracuse) é um pintor minimalista conhecido principalmente por sua invenção pioneira de telas tridimensionais em meados da década de 1960.
Hinman iniciou sua jornada artística no Museu de Belas-Artes de Syracuse. Depois de obter seu bacharelado em artes pela Syracuse University em 1955, ele mudou-se para Manhattan. Lá, ele passou a fazer parte de uma comunidade artística vibrante que incluía seu colega de quarto James Rosenquist, e vizinhos Robert Indiana, Ellsworth Kelly, Jack Youngerman e Agnes Martin. Esse grupo, embora não fosse um movimento formal, buscava conscientemente romper com o Expressionismo Abstrato, produzindo obras que se inclinavam para o Pop Art, o Minimalismo e a Arte Feminista.
Na metade da década de 1960, Hinman, como outros artistas minimalistas, experimentou formas de tela, achando que o retângulo ou o quadrado tradicionais eram restritivos. Entre 1963 e 1964, ele revolucionou a tela ao desprendê-la da parede, criando formas tridimensionais que serviam tanto como superfícies de pintura quanto como esculturas. Nos anos seguintes, Hinman explorou as possibilidades dessas formas únicas usando cor, sombra e reflexos para criar ilusões de espaço e volume.

