José Royo (1941) - Cosecha






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Pintura a óleo sobre tela intitulada Cosecha de José Royo (1941), datada em 1980, 70 × 62 cm com moldura, Espanha, cena primaveril, assinada à mão, edição original, vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Cosecha
Óleo sobre tela do pintor valenciano José Royo (Valência 1941)
Medidas com moldura: 70x62cm
Medidas sem moldura: 45x36cm
Pintura realizada entre 1980/1981
Obra adquirida na galeria EMECE (Alcoy, Alicante) entre 1981/1982
Estado de conservação da pintura e da moldura excelente.
Obra avaliada. Seu valor de mercado duplica o preço inicial marcado nesta leilão
Royo é um artista educado no clasicismo. Nascido em Valência com o destino já definido de pintor, estudou com os melhores mestres da sua cidade, até ter idade suficiente para ingressar na Escola Superior de Belas Artes de San Carlos. Completou seus estudos viajando pelos grandes museus do mundo, absorvendo os mestres clássicos como Velázquez, Vermeer ou Goya, e os mestres impressionistas. Numerosas influências marcaram seu desenvolvimento pictórico a ponto de ele mesmo tornar-se um mestre do pós-impressionismo, herdeiro de Renoir, Monet ou Bonnard.
A mudança decisiva em sua pintura e em sua vida chegará quando o pintor e sua família decidem transferir sua residência para o campo. Entre os pinheiros, Royo constrói a casa que trará luz e cor à sua obra, que será uma réplica exata de sua iconografia e vice-versa. Contudo, a essência da cultura mediterrânea exigia dele, cada vez com mais insistência, pintar o mar que, desde a Grécia antiga até Sorolla, havia sido o emblema de tantos mestres e pensadores. Royo encontrou seu segundo paraíso em Mallorca, onde uma voragem de rochas, pinheiros e azuis salgados o obrigou a mudar-se ali todo verão para pintar e contemplar.
A tranquilidade com que transcorre a vida cotidiana de Royo produz um efeito contrário em sua trajetória profissional, na qual, a partir dos anos setenta, sucedem-se os êxitos de forma vertiginosa, primeiro na Espanha, em seguida em toda a Europa. O encanto mediterrâneo modelado pelo virtuosismo de Royo seduziu também o mercado japonês e depois o sul-americano, mas foi, sobretudo, o sucesso nos Estados Unidos que consolidou este artista como uma das figuras artísticas-chave de nossa época.
Suas séries de obra especiais, nas quais Royo explora novos formatos, materiais e pinceladas (Ingrávidos, Gênesis, Sagittas, Harem, Mulheres, Equus ou Essence) foram expostas em Museus como o Coral Springs Museum (Miami), o Museu Diocesano (Barcelona), Haggim Museum de Stockton (Califórnia), Artrium Genebra, Museu Miramar (Sitges), Palau da Música (Valência), Almudín de Valência, Palácio dos Serrano (Ávila).
Sua impecável técnica pictórica, o domínio do desenho e o sentimento extremo refletido na luz e na cor de suas obras, fizeram de Royo um pintor indispensável nas melhores coleções do mundo. A paixão mediterrânea vive-se em suas pinturas, mas também a maestria e o rigor de quem nunca deixa de aperfeiçoar-se em técnica e domínio de seu ofício.
Cosecha
Óleo sobre tela do pintor valenciano José Royo (Valência 1941)
Medidas com moldura: 70x62cm
Medidas sem moldura: 45x36cm
Pintura realizada entre 1980/1981
Obra adquirida na galeria EMECE (Alcoy, Alicante) entre 1981/1982
Estado de conservação da pintura e da moldura excelente.
Obra avaliada. Seu valor de mercado duplica o preço inicial marcado nesta leilão
Royo é um artista educado no clasicismo. Nascido em Valência com o destino já definido de pintor, estudou com os melhores mestres da sua cidade, até ter idade suficiente para ingressar na Escola Superior de Belas Artes de San Carlos. Completou seus estudos viajando pelos grandes museus do mundo, absorvendo os mestres clássicos como Velázquez, Vermeer ou Goya, e os mestres impressionistas. Numerosas influências marcaram seu desenvolvimento pictórico a ponto de ele mesmo tornar-se um mestre do pós-impressionismo, herdeiro de Renoir, Monet ou Bonnard.
A mudança decisiva em sua pintura e em sua vida chegará quando o pintor e sua família decidem transferir sua residência para o campo. Entre os pinheiros, Royo constrói a casa que trará luz e cor à sua obra, que será uma réplica exata de sua iconografia e vice-versa. Contudo, a essência da cultura mediterrânea exigia dele, cada vez com mais insistência, pintar o mar que, desde a Grécia antiga até Sorolla, havia sido o emblema de tantos mestres e pensadores. Royo encontrou seu segundo paraíso em Mallorca, onde uma voragem de rochas, pinheiros e azuis salgados o obrigou a mudar-se ali todo verão para pintar e contemplar.
A tranquilidade com que transcorre a vida cotidiana de Royo produz um efeito contrário em sua trajetória profissional, na qual, a partir dos anos setenta, sucedem-se os êxitos de forma vertiginosa, primeiro na Espanha, em seguida em toda a Europa. O encanto mediterrâneo modelado pelo virtuosismo de Royo seduziu também o mercado japonês e depois o sul-americano, mas foi, sobretudo, o sucesso nos Estados Unidos que consolidou este artista como uma das figuras artísticas-chave de nossa época.
Suas séries de obra especiais, nas quais Royo explora novos formatos, materiais e pinceladas (Ingrávidos, Gênesis, Sagittas, Harem, Mulheres, Equus ou Essence) foram expostas em Museus como o Coral Springs Museum (Miami), o Museu Diocesano (Barcelona), Haggim Museum de Stockton (Califórnia), Artrium Genebra, Museu Miramar (Sitges), Palau da Música (Valência), Almudín de Valência, Palácio dos Serrano (Ávila).
Sua impecável técnica pictórica, o domínio do desenho e o sentimento extremo refletido na luz e na cor de suas obras, fizeram de Royo um pintor indispensável nas melhores coleções do mundo. A paixão mediterrânea vive-se em suas pinturas, mas também a maestria e o rigor de quem nunca deixa de aperfeiçoar-se em técnica e domínio de seu ofício.
