Tristan Mottier - Veilleur de nuit






Mais de 35 anos de experiência; ex-proprietário de galeria e curador no Museum Folkwang.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Descrição da obra:
Le Veilleur de nuit representa um farol solitário, erguido diante de um mar frio e indomável.
O céu está pesado, carregado de nuvens escuras, quase em movimento, enquanto a terra, congelada pela geada, traça um caminho estreito que leva até a torre. As ervas geladas se curvam sob o vento, mas não se partem.
Ao pé do farol, uma casinha ilumina fracamente a noite, lembrando a presença humana, humilde e discreta. A luz do farol, quente e estável, contrasta com a violência da paisagem: ela não luta, ela vela.
Tudo nesta imagem fala de resistência silenciosa, de constância, de solidão assumida.
Não é um refúgio contra o mundo, mas um ponto fixo quando tudo vacila.
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Detalhes técnicos
Tiragem 60 × 40 cm
• Edição limitada a 30 exemplares
• Exemplar apresentado: 1 / 30
• Número da obra: T137980
• Fotografia numerada e assinada pela própria mão do artista
Entrega
• Enviada em tubo rígido
Embalagem cuidadosa
• Entrega rápida e segura
Nota do artista:
Há muito tempo, eu tenho esse sonho simples e radical:
Viver em um farol.
Estar sozinho diante do mar, longe do barulho, longe da correria constante.
Pensar neste mundo que se agita, que consome, que compara, que se esgota…
e ficar ali, imóvel.
Eu me imagino aos pés deste farol, com meu equipamento de pesca, numa barquinha.
partir todos os dias para o mar, voltar, viver de pouco, mas viver de forma justa.
Sobreviver no sentido nobre da palavra.
O Vigia da Noite, é essa postura interior:
não fugir do mundo por causa da raiva,
mas afastar-se dele pela lucidez.
Fique de pé.
Esteja atento.
E deixar a tempestade passar.
Descrição da obra:
Le Veilleur de nuit representa um farol solitário, erguido diante de um mar frio e indomável.
O céu está pesado, carregado de nuvens escuras, quase em movimento, enquanto a terra, congelada pela geada, traça um caminho estreito que leva até a torre. As ervas geladas se curvam sob o vento, mas não se partem.
Ao pé do farol, uma casinha ilumina fracamente a noite, lembrando a presença humana, humilde e discreta. A luz do farol, quente e estável, contrasta com a violência da paisagem: ela não luta, ela vela.
Tudo nesta imagem fala de resistência silenciosa, de constância, de solidão assumida.
Não é um refúgio contra o mundo, mas um ponto fixo quando tudo vacila.
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Detalhes técnicos
Tiragem 60 × 40 cm
• Edição limitada a 30 exemplares
• Exemplar apresentado: 1 / 30
• Número da obra: T137980
• Fotografia numerada e assinada pela própria mão do artista
Entrega
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Nota do artista:
Há muito tempo, eu tenho esse sonho simples e radical:
Viver em um farol.
Estar sozinho diante do mar, longe do barulho, longe da correria constante.
Pensar neste mundo que se agita, que consome, que compara, que se esgota…
e ficar ali, imóvel.
Eu me imagino aos pés deste farol, com meu equipamento de pesca, numa barquinha.
partir todos os dias para o mar, voltar, viver de pouco, mas viver de forma justa.
Sobreviver no sentido nobre da palavra.
O Vigia da Noite, é essa postura interior:
não fugir do mundo por causa da raiva,
mas afastar-se dele pela lucidez.
Fique de pé.
Esteja atento.
E deixar a tempestade passar.
