Francesc Sillué (1936) - Las palomas urbanas





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Las palomas urbanas, pintura a óleo de Francesc Sillué (nasc. 1936), Espanha, 1989, 85 cm de altura por 98 cm de largura, período 1980–1990, vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Assinado pelo artista na parte inferior e datado no ano de 1989
Bom estado de conservação da pintura.
A obra apresenta-se emoldurada (a moldura apresenta algumas pequenas falhas)
Medidas da obra: 60 cm de altura x 73 cm de largura.
Medidas do marco: 85 cm de altura x 98 cm de largura.
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Biografia do artista
Francesc Sillué nasce no bairro barcelonês de Sants em 24 de fevereiro de 1936; seu pai, Manuel Sillué Roca, emigrou, como tantos outros jovens agricultores catalães, para a capital da Catalunha, para tentar a sorte na indústria.
Não guarda memória de quando começou a desenhar; para ele, seus grafismos eram linguagem comunicativa, e sem dúvida alguma a melhor maneira de se sentir interiormente representado.
Uma vez superada a etapa escolar, trabalhou em vários ateliês de gravura industrial, enquanto nas horas vagas frequentava a Escola de Artes e Ofícios, para depois seguir alguns cursos na Escola de Belas Artes. A experiência artesanal que ele(a) adquiriu nos ateliês de gravura em que trabalhou seria muito útil na prática artística.
O conhecido ilustrador Josep Narro foi quem, com as suas conversas à beira da máquina, mais influenciou para que Sillué decidisse romper com a rotina de um trabalho que só podia lhe oferecer segurança, para lançá-lo ao acaso das próprias forças criativas.
Em 1959 parti para Paris onde iniciou sua fase boêmia, em 1961 entrou para o grupo chamado "Nuevos valores", que foi formado pelo crítico de arte Menéndez Virilio. Aqui começou sua carreira profissional como artista expondo-se em várias galerias francesas.
Em 1964, após celebrar duas exposições nos Estados Unidos, conheceu uma jovem norueguesa que estudava em Paris, com quem casou. Entre 1965 e 1969 residiu com sua nova família em Bergen, Noruega, e Uppsala, o centro cultural mais importante da Suécia.
O impulso da mudança o levou a Londres, lá descobriu os mercados de rua e estabeleceu uma excelente relação com um galerista conhecido, expondo na Great House Gallery de Manchester e na Seen Gallery de Londres.
A primeira exposição em Barcelona foi em 1982, na Art Gallery. Sillué então alternou suas exposições em Londres, Noruega e Catalunha, embora pouco tempo depois tenha transferido sua residência para Sitges. Foi um retorno às origens catalãs, porém através de um lugar cosmopolita, aberto ao turismo e também ao mar. Seu estúdio atual, situado em frente à praia de San Sebastián, oferece tranquilidade por muitos meses do ano, mas ao mesmo tempo permite alimentar a inquietação das longas travessias.
Francesc Sillué atingiu o patamar de maturidade expressiva que, para um pintor como ele, que conheceu ambientes muito diversos e compreende distintas culturas, lhe permite fazer uma fecunda síntese entre o pensado e o vivido. Sua experiência pessoal lhe permite ser cada vez mais livre, pois toda a sua trajetória lhe serviu para encontrar a verdade daquilo que já carregava dentro de si quando iniciou a viagem.
Assinado pelo artista na parte inferior e datado no ano de 1989
Bom estado de conservação da pintura.
A obra apresenta-se emoldurada (a moldura apresenta algumas pequenas falhas)
Medidas da obra: 60 cm de altura x 73 cm de largura.
Medidas do marco: 85 cm de altura x 98 cm de largura.
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Biografia do artista
Francesc Sillué nasce no bairro barcelonês de Sants em 24 de fevereiro de 1936; seu pai, Manuel Sillué Roca, emigrou, como tantos outros jovens agricultores catalães, para a capital da Catalunha, para tentar a sorte na indústria.
Não guarda memória de quando começou a desenhar; para ele, seus grafismos eram linguagem comunicativa, e sem dúvida alguma a melhor maneira de se sentir interiormente representado.
Uma vez superada a etapa escolar, trabalhou em vários ateliês de gravura industrial, enquanto nas horas vagas frequentava a Escola de Artes e Ofícios, para depois seguir alguns cursos na Escola de Belas Artes. A experiência artesanal que ele(a) adquiriu nos ateliês de gravura em que trabalhou seria muito útil na prática artística.
O conhecido ilustrador Josep Narro foi quem, com as suas conversas à beira da máquina, mais influenciou para que Sillué decidisse romper com a rotina de um trabalho que só podia lhe oferecer segurança, para lançá-lo ao acaso das próprias forças criativas.
Em 1959 parti para Paris onde iniciou sua fase boêmia, em 1961 entrou para o grupo chamado "Nuevos valores", que foi formado pelo crítico de arte Menéndez Virilio. Aqui começou sua carreira profissional como artista expondo-se em várias galerias francesas.
Em 1964, após celebrar duas exposições nos Estados Unidos, conheceu uma jovem norueguesa que estudava em Paris, com quem casou. Entre 1965 e 1969 residiu com sua nova família em Bergen, Noruega, e Uppsala, o centro cultural mais importante da Suécia.
O impulso da mudança o levou a Londres, lá descobriu os mercados de rua e estabeleceu uma excelente relação com um galerista conhecido, expondo na Great House Gallery de Manchester e na Seen Gallery de Londres.
A primeira exposição em Barcelona foi em 1982, na Art Gallery. Sillué então alternou suas exposições em Londres, Noruega e Catalunha, embora pouco tempo depois tenha transferido sua residência para Sitges. Foi um retorno às origens catalãs, porém através de um lugar cosmopolita, aberto ao turismo e também ao mar. Seu estúdio atual, situado em frente à praia de San Sebastián, oferece tranquilidade por muitos meses do ano, mas ao mesmo tempo permite alimentar a inquietação das longas travessias.
Francesc Sillué atingiu o patamar de maturidade expressiva que, para um pintor como ele, que conheceu ambientes muito diversos e compreende distintas culturas, lhe permite fazer uma fecunda síntese entre o pensado e o vivido. Sua experiência pessoal lhe permite ser cada vez mais livre, pois toda a sua trajetória lhe serviu para encontrar a verdade daquilo que já carregava dentro de si quando iniciou a viagem.

