Kate Peel - Mise-En-Scene 2





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Mise-En-Scene 2 de Kate Peel é uma impressão digital assinada de 20 x 20 cm (2023), edição limitada 3/3, nas cores vermelha, preta, verde e branca, produzida no Reino Unido e vendida diretamente pela artista, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Explorar as permutações psicológicas e culturais do espaço orienta o foco da prática de Kate Peel.
Ao criar seu trabalho, ela pensa em como alterar o contexto do espaço pode relocá-lo para um novo espectro de referência.
O trabalho dela está profundamente enraizado na apropriação de imagens e material. Ela vê isso como uma espécie de reciclagem de significado possível que toca tanto o pessoal quanto o cultural.
A obra é influenciada pela cultura popular e pela Pop Art e questiona questões de representação, ao mesmo tempo em que desmonta e reconstrói as coisas sob uma visão um tanto surreal.
A obra envolve desenho, gravura e práticas digitais.
O trabalho de Kate Peel contém detalhes intrincados, ao mesmo tempo em que parece bastante minimalista. Por isso, ele salta aos olhos e atrai você a olhar a obra e pensar nela mais de uma vez, em vez de passar direto. Ele consegue chamar sua atenção e permitir que você a interprete à sua maneira, enquanto também contrasta de forma bonita, permitindo reflexão sobre a própria obra.
– Joshua Obara Norwood (curador e diretor da Meta Space Gallery)
Explorar as permutações psicológicas e culturais do espaço orienta o foco da prática de Kate Peel.
Ao criar seu trabalho, ela pensa em como alterar o contexto do espaço pode relocá-lo para um novo espectro de referência.
O trabalho dela está profundamente enraizado na apropriação de imagens e material. Ela vê isso como uma espécie de reciclagem de significado possível que toca tanto o pessoal quanto o cultural.
A obra é influenciada pela cultura popular e pela Pop Art e questiona questões de representação, ao mesmo tempo em que desmonta e reconstrói as coisas sob uma visão um tanto surreal.
A obra envolve desenho, gravura e práticas digitais.
O trabalho de Kate Peel contém detalhes intrincados, ao mesmo tempo em que parece bastante minimalista. Por isso, ele salta aos olhos e atrai você a olhar a obra e pensar nela mais de uma vez, em vez de passar direto. Ele consegue chamar sua atenção e permitir que você a interprete à sua maneira, enquanto também contrasta de forma bonita, permitindo reflexão sobre a própria obra.
– Joshua Obara Norwood (curador e diretor da Meta Space Gallery)

