Claudio Morgigno (1973) - Casale di Campagna






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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Casale de Campanha, óleo sobre tela de 1973 do artista italiano Claudio Morgigno, paisagem, Neoimpresionismo, 75 × 95 cm, vendido com moldura, original.
Descrição fornecida pelo vendedor
AUTOR
Claudio Morgigno (1949) pintor italiano. Nascido em Roma, é um artista que atravessou as estações da arte contemporânea italiana com uma pesquisa coerente e profunda. Depois de concluir sua formação na Accademia di Belle Arti di Roma, começou a expor com regularidade a partir dos anos setenta, distinguindo-se por uma linguagem pictórica que funde a intensidade da matéria com uma investigação psicológica refinada. Sua evolução artística o levou a explorar o limite entre figurativismo e abstração. Através de pinceladas densas e estratificadas, Morgigno constrói imagens que parecem emergir do profundo da memória, tornando a cor o verdadeiro protagonista da narrativa emocional em suas telas.
A atividade expositiva de Morgigno tem sido rica e constante, com exposições individuais e coletivas de destaque que alcançaram instituições e galerias tanto nacionais quanto internacionais. Entre os momentos mais significativos de sua carreira estão as exposições no Museu Cívico de Foggia e a participação em mostras dedicadas ao novo figurativo italiano, onde sua capacidade de dialogar com a luz e o espaço tem sido amplamente reconhecida pela crítica.
DESCRIÇÃO
"Paisagem, Casale di Campagna", óleo sobre tela, 75×95 cm com moldura, 50×70 cm apenas a tela, 1973, assinatura e data na parte inferior esquerda.
No centro da cena destaca-se uma casa de campo rural, caracterizada por volumes quadrados e janelas que se abrem como frestas escuras nas paredes nas cores ocre e creme. O quotidiano é evocado pelas roupas penduradas a secar, com toques de branco e azul, que conferem uma nota de vida vivida a uma arquitetura de outra forma solitária. A estrutura está imersa numa vegetação despida e intrincada, onde os ramos nus das árvores se erguem contra um céu cinza chumbo, criando uma moldura natural que envolve o edifício em uma atmosfera atemporal.
Do ponto de vista técnico, a pintura revela a extraordinária perícia de Morgigno no uso da espátula e do pincel carregado, que criam uma superfície densa e quase tridimensional. A composição é construída sobre uma diretriz diagonal que guia o olhar do primeiro plano árido até o coração da residência, equilibrando sapientemente os cheios e os vazios. O jogo cromático baseia-se em uma gama de tons terrosos, cinzas e marrons, iluminados repentinamente pelos clarões claros da fachada e dos tecidos ao sol. Esta obra enquadra-se perfeitamente na poética do artista daquelas anos, testemunhando seu interesse pelo paisagem e seu modo influenciado pelo Impressionismo e pelos macchiaioli italianos.
Relatório de Condição
Excelente condição geral. A obra mostra-se íntegra em cada parte, com cromia e pincelada vivas e bem legíveis. A moldura deve ser entendida como omágio.
Envio rastreado e assegurado com embalagem adequada.
AUTOR
Claudio Morgigno (1949) pintor italiano. Nascido em Roma, é um artista que atravessou as estações da arte contemporânea italiana com uma pesquisa coerente e profunda. Depois de concluir sua formação na Accademia di Belle Arti di Roma, começou a expor com regularidade a partir dos anos setenta, distinguindo-se por uma linguagem pictórica que funde a intensidade da matéria com uma investigação psicológica refinada. Sua evolução artística o levou a explorar o limite entre figurativismo e abstração. Através de pinceladas densas e estratificadas, Morgigno constrói imagens que parecem emergir do profundo da memória, tornando a cor o verdadeiro protagonista da narrativa emocional em suas telas.
A atividade expositiva de Morgigno tem sido rica e constante, com exposições individuais e coletivas de destaque que alcançaram instituições e galerias tanto nacionais quanto internacionais. Entre os momentos mais significativos de sua carreira estão as exposições no Museu Cívico de Foggia e a participação em mostras dedicadas ao novo figurativo italiano, onde sua capacidade de dialogar com a luz e o espaço tem sido amplamente reconhecida pela crítica.
DESCRIÇÃO
"Paisagem, Casale di Campagna", óleo sobre tela, 75×95 cm com moldura, 50×70 cm apenas a tela, 1973, assinatura e data na parte inferior esquerda.
No centro da cena destaca-se uma casa de campo rural, caracterizada por volumes quadrados e janelas que se abrem como frestas escuras nas paredes nas cores ocre e creme. O quotidiano é evocado pelas roupas penduradas a secar, com toques de branco e azul, que conferem uma nota de vida vivida a uma arquitetura de outra forma solitária. A estrutura está imersa numa vegetação despida e intrincada, onde os ramos nus das árvores se erguem contra um céu cinza chumbo, criando uma moldura natural que envolve o edifício em uma atmosfera atemporal.
Do ponto de vista técnico, a pintura revela a extraordinária perícia de Morgigno no uso da espátula e do pincel carregado, que criam uma superfície densa e quase tridimensional. A composição é construída sobre uma diretriz diagonal que guia o olhar do primeiro plano árido até o coração da residência, equilibrando sapientemente os cheios e os vazios. O jogo cromático baseia-se em uma gama de tons terrosos, cinzas e marrons, iluminados repentinamente pelos clarões claros da fachada e dos tecidos ao sol. Esta obra enquadra-se perfeitamente na poética do artista daquelas anos, testemunhando seu interesse pelo paisagem e seu modo influenciado pelo Impressionismo e pelos macchiaioli italianos.
Relatório de Condição
Excelente condição geral. A obra mostra-se íntegra em cada parte, com cromia e pincelada vivas e bem legíveis. A moldura deve ser entendida como omágio.
Envio rastreado e assegurado com embalagem adequada.
