Cleon Peterson (1973) - Seize The Mind





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Cleon Peterson, Seize The Mind, é uma serigrafia assinada de 2025 em papel Coventry Rag 290gsm, 46 x 35 cm, edição limitada de 50, em preta, vermelha e branca, originária da América do Norte e do período contemporâneo, com margens dentadas.
Descrição fornecida pelo vendedor
Serigrafia do artista Cleon Peterson em papel Coventry Rag 290 g/m² com bordas irregulares
13,5 x 18 polegadas (46 x 35 cm)
Edição limitada de 50
Esta serigrafia faz parte de uma série de quatro serigrafias editadas em 2025.
Em um mundo em que a tirania se insinua sob o cover da distração, a luta pela verdade tornou-se mais difícil do que nunca. Vivemos dentro de uma economia de atenção alimentada por narrativas pós-verdade, espetáculo radical e um constante turbilhão de ruídos. Entendo o cansaço — o esgotamento, o desespero e a apatia que tornam o desencanto a única escolha sensata. O engajamento em si carrega seu próprio preço: a internet tornou-se menos um espaço de diálogo e mais um campo de batalha de distorções. Ainda assim, sinto-me compelido a falar. O silêncio, diante do poder, torna-se uma espécie própria de defesa — uma abdicação de nossa responsabilidade pessoal. Estas obras confrontam essa tensão, lembrando-nos de que quando a mídia é tomada pela força, também a mente é tomada, e quando o mundo é segurado a ponta de uma arma, a divisão nunca será igual.
Cleon Peterson é um artista proeminente da arte contemporânea, assim como Invader, Banksy, Shepard Fairey (obey), Vhils, Blek le rat, Jef Aérosol, Jo di bona, JR...
Serigrafia do artista Cleon Peterson em papel Coventry Rag 290 g/m² com bordas irregulares
13,5 x 18 polegadas (46 x 35 cm)
Edição limitada de 50
Esta serigrafia faz parte de uma série de quatro serigrafias editadas em 2025.
Em um mundo em que a tirania se insinua sob o cover da distração, a luta pela verdade tornou-se mais difícil do que nunca. Vivemos dentro de uma economia de atenção alimentada por narrativas pós-verdade, espetáculo radical e um constante turbilhão de ruídos. Entendo o cansaço — o esgotamento, o desespero e a apatia que tornam o desencanto a única escolha sensata. O engajamento em si carrega seu próprio preço: a internet tornou-se menos um espaço de diálogo e mais um campo de batalha de distorções. Ainda assim, sinto-me compelido a falar. O silêncio, diante do poder, torna-se uma espécie própria de defesa — uma abdicação de nossa responsabilidade pessoal. Estas obras confrontam essa tensão, lembrando-nos de que quando a mídia é tomada pela força, também a mente é tomada, e quando o mundo é segurado a ponta de uma arma, a divisão nunca será igual.
Cleon Peterson é um artista proeminente da arte contemporânea, assim como Invader, Banksy, Shepard Fairey (obey), Vhils, Blek le rat, Jef Aérosol, Jo di bona, JR...

