República Romana (Imperatorial). Marco António. Denarius - LEG III






Possui mestrado em história da arte e mestrado em química. Tem mais de dez anos de experiência como cientista da conservação em diversos contextos, incluindo trabalho nos Museus do Vaticano.
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Denário de prata de Marco Antônio, 18 mm e 3,8 g, cunhado em Patrae (32–31 a.C.) sob LEG III, aversO ANT AVG III VIR R P C com galera pretoriana, reverso LEG III com águia legionária entre dois estandartes; com Certificado de Autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
GOVERNANTE: Marco Antônio
DATA: Patrae (?), 32–31 a.C.
DENOMINAÇÃO: Denário
MATERIAL: Prata, AR
TAMANHO E PESO: 18 mm, 3,8 g
ANVERSO: ANT AVG III VIR R P C, galera pretoriana
REVERSO: LEG III, águia legionária entre dois estandartes.
REFERÊNCIAS: Cr544/15, Syd 1216.
Acompanha Certificado de Autenticidade
A Batalha de Actium, travada em 2 de setembro de 31 a.C., foi o confronto climático entre Marco Antônio, apoiado por Cleópatra VII do Egito, e Otaviano, mais tarde conhecido como Augusto, que se tornou o primeiro imperador romano. O conflito surgiu de uma prolongada luta pelo poder na República Romana após o assassinato de Júlio César, o que deixou um vácuo de poder. Marco Antônio, general romano e apoiador de César, formou uma aliança com Cleópatra e comandava a metade oriental dos territórios de Roma, enquanto Otaviano controlava o ocidente. Sua rivalidade se intensificou ao longo do tempo, alimentada pela representação de Otaviano de Antônio como traidor que havia “abandonado” Roma para o Egito e Cleópatra, um movimento que, alegadamente, ameaçava os valores e a segurança romanos. A relação de Antônio com Cleópatra foi explorada por Otaviano para apresentá-lo como estando sob influência estrangeira, uma afronta aos ideais romanos que Otaviano aproveitou para obter apoio político.
A batalha em si ocorreu ao largo da costa de Actium, no noroeste da Grécia. As forças de Antônio, compostas em grande parte por navios egípcios sob o comando de Cleópatra, estavam posicionadas defensivamente no Golfo de Ambrácia, enquanto a frota de Otávio, comandada por Agripa, os bloqueava do mar. Apesar de possuir superioridade numérica, as forças de Antônio eram prejudicadas por moral baixo, escassez de suprimentos e uma frota que lutava para igualar os navios mais ágeis de Otávio. A estratégia de Agripa de cortar as linhas de abastecimento de Antônio acabou forçando Antônio a romper o golfo, levando a um engajamento naval caótico. O navio-almirante de Cleópatra, junto com alguns outros, desertaram no meio da batalha, levando Antônio a segui-la, o que resultou na disintegração de suas forças. Esta vitória decisiva para Otávio efetivamente esmagou o poder de Antônio e Cleópatra no Mediterrâneo Oriental.
As consequências de Actium tiveram um impacto significativo em Roma e no Egito. Antônio e Cleópatra refugiaram-se no Egito, onde se suicidaram no ano seguinte. O domínio indiscutível de Otaviano permitiu-lhe anexar o Egito como província romana, apreendendo a riqueza de Cleópatra para consolidar seu poder e, efetivamente, encerrar a dinastia ptolomaica. Actium marcou o fim da República Romana e o início do Império Romano sob Otaviano, que assumiu o título de Augusto em 27 a.C. Essa vitória consolidou Augusto como o líder supremo de Roma, trazendo estabilidade a uma Roma que havia sido abalada por guerras civis e abrindo caminho para um período de paz e prosperidade conhecido como Pax Romana.
Mais sobre o vendedor
GOVERNANTE: Marco Antônio
DATA: Patrae (?), 32–31 a.C.
DENOMINAÇÃO: Denário
MATERIAL: Prata, AR
TAMANHO E PESO: 18 mm, 3,8 g
ANVERSO: ANT AVG III VIR R P C, galera pretoriana
REVERSO: LEG III, águia legionária entre dois estandartes.
REFERÊNCIAS: Cr544/15, Syd 1216.
Acompanha Certificado de Autenticidade
A Batalha de Actium, travada em 2 de setembro de 31 a.C., foi o confronto climático entre Marco Antônio, apoiado por Cleópatra VII do Egito, e Otaviano, mais tarde conhecido como Augusto, que se tornou o primeiro imperador romano. O conflito surgiu de uma prolongada luta pelo poder na República Romana após o assassinato de Júlio César, o que deixou um vácuo de poder. Marco Antônio, general romano e apoiador de César, formou uma aliança com Cleópatra e comandava a metade oriental dos territórios de Roma, enquanto Otaviano controlava o ocidente. Sua rivalidade se intensificou ao longo do tempo, alimentada pela representação de Otaviano de Antônio como traidor que havia “abandonado” Roma para o Egito e Cleópatra, um movimento que, alegadamente, ameaçava os valores e a segurança romanos. A relação de Antônio com Cleópatra foi explorada por Otaviano para apresentá-lo como estando sob influência estrangeira, uma afronta aos ideais romanos que Otaviano aproveitou para obter apoio político.
A batalha em si ocorreu ao largo da costa de Actium, no noroeste da Grécia. As forças de Antônio, compostas em grande parte por navios egípcios sob o comando de Cleópatra, estavam posicionadas defensivamente no Golfo de Ambrácia, enquanto a frota de Otávio, comandada por Agripa, os bloqueava do mar. Apesar de possuir superioridade numérica, as forças de Antônio eram prejudicadas por moral baixo, escassez de suprimentos e uma frota que lutava para igualar os navios mais ágeis de Otávio. A estratégia de Agripa de cortar as linhas de abastecimento de Antônio acabou forçando Antônio a romper o golfo, levando a um engajamento naval caótico. O navio-almirante de Cleópatra, junto com alguns outros, desertaram no meio da batalha, levando Antônio a segui-la, o que resultou na disintegração de suas forças. Esta vitória decisiva para Otávio efetivamente esmagou o poder de Antônio e Cleópatra no Mediterrâneo Oriental.
As consequências de Actium tiveram um impacto significativo em Roma e no Egito. Antônio e Cleópatra refugiaram-se no Egito, onde se suicidaram no ano seguinte. O domínio indiscutível de Otaviano permitiu-lhe anexar o Egito como província romana, apreendendo a riqueza de Cleópatra para consolidar seu poder e, efetivamente, encerrar a dinastia ptolomaica. Actium marcou o fim da República Romana e o início do Império Romano sob Otaviano, que assumiu o título de Augusto em 27 a.C. Essa vitória consolidou Augusto como o líder supremo de Roma, trazendo estabilidade a uma Roma que havia sido abalada por guerras civis e abrindo caminho para um período de paz e prosperidade conhecido como Pax Romana.
