Monique Gauthier-Mongin (1909-1979) - Douceur du jardin






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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Douceur du jardin é uma pintura a óleo sobre tela da artista francesa Monique Gauthier-Mongin (1909‑1979), paisagem em estilo pós-impressionista, França, 92 × 60 cm e assinada.
Descrição fornecida pelo vendedor
Óleo sobre tela da pintora francesa Monique Gauthier-Mongin (1909-1979), obra que reflete com sensibilidade e frescor a tradição paisagística francesa do século XX. A composição apresenta um elegante jardim urbano animado por figuras, onde a artista constrói um espaço luminoso e harmonioso por meio de uma paleta viva e equilibrada.
Destaca o tratamento atmosférico da paisagem, com uma interpretação estilizada da vegetação e da arquitetura que confere ritmo visual e profundidade. A pincelada solta e expressiva, juntamente com a simplificação das formas, evoca o legado pós-impressionista e a sensibilidade moderna própria da pintura francesa de seu tempo.
A cena transmite uma sensação de serenidade e vida cotidiana, integrando com delicadeza pequenas figuras humanas que animam o ambiente sem tirar protagonismo à paisagem. O jogo de luzes entre os verdes intensos do jardim e os tons quentes da folhagem cria uma composição vibrante e decorativa, de grande presença visual.
Assinada pela artista, esta obra constitui um interessante exemplo de sua produção, combinando sensibilidade cromática e uma visão pessoal da paisagem, o que a torna uma peça especialmente atraente tanto para colecionadores quanto para amantes da pintura figurativa francesa.
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Óleo sobre tela da pintora francesa Monique Gauthier-Mongin (1909-1979), obra que reflete com sensibilidade e frescor a tradição paisagística francesa do século XX. A composição apresenta um elegante jardim urbano animado por figuras, onde a artista constrói um espaço luminoso e harmonioso por meio de uma paleta viva e equilibrada.
Destaca o tratamento atmosférico da paisagem, com uma interpretação estilizada da vegetação e da arquitetura que confere ritmo visual e profundidade. A pincelada solta e expressiva, juntamente com a simplificação das formas, evoca o legado pós-impressionista e a sensibilidade moderna própria da pintura francesa de seu tempo.
A cena transmite uma sensação de serenidade e vida cotidiana, integrando com delicadeza pequenas figuras humanas que animam o ambiente sem tirar protagonismo à paisagem. O jogo de luzes entre os verdes intensos do jardim e os tons quentes da folhagem cria uma composição vibrante e decorativa, de grande presença visual.
Assinada pela artista, esta obra constitui um interessante exemplo de sua produção, combinando sensibilidade cromática e uma visão pessoal da paisagem, o que a torna uma peça especialmente atraente tanto para colecionadores quanto para amantes da pintura figurativa francesa.
