Escuela catalana (XX) - El río del valle





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Óleo sobre tela intitulado El río del valle, 1950–1960, impressionismo, Espanha, assinado à mão, edição original, vendido com moldura, em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente à escola catalã, que representa a harmonia entre o rio, os campos e o céu, mostrando uma paisagem rural cheia de luz, calma e equilíbrio natural. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 72x85x6 cm.
· Dimensões da obra: 60x73 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com uma moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Observação importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
O quadro será embalado de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado pela Correos, GLS ou NACEX com rastreamento. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro nos abre a porta para uma paisagem ampla e luminosa, onde a natureza se desdobra com serenidade e equilíbrio em cada um de seus elementos. Do primeiro plano, o curso tranquilo de um rio serpenteia suavemente entre as margens, refletindo os tons do céu e da vegetação próxima. Suas águas, calmas e transparentes, trazem uma sensação de frescor e continuidade, guiando o olhar para o interior da paisagem. Este trajeto visual convida o espectador a adentrar lentamente na cena, como se caminhasse mentalmente junto ao leito.
Na margem, a vegetação parece rica e variada, composta por arbustos, ervas e pequenas flores que conferem textura e vida ao ambiente. Os tons de verde misturam-se com amarelos e ocres, sugerindo um momento de transição entre as estações ou uma luz própria do final da primavera ou início do verão. Estas plantas não estão dispostas de forma rígida, mas crescem livremente, reforçando a sensação de naturalidade e espontaneidade. Cada canto do primeiro plano parece cuidadosamente integrado ao conjunto, sem soar artificial.
À esquerda, um grupo de árvores de grande porte ergue-se com majestade, oferecendo sombra e estrutura à composição. Suas copas frondosas contrastam com os espaços abertos do vale, criando um jogo equilibrado entre densidade e amplitude. Estas árvores funcionam como uma moldura natural que enquadra a paisagem e direciona a atenção para o horizonte. Sob elas, o terreno apresenta suave desníveis que conferem profundidade e dinamismo, evitando qualquer sensação de rigidez.
No plano médio e distante estendem-se campos cultivados e pradarias que mostram distintas tonalidades de acordo com o uso e o estado. Estas superfícies, organizadas em faixas suaves e ondulantes, sugerem uma convivência harmônica entre o ser humano e a natureza. Ao fundo, uma pequena vila insinuase à distância, com uma torre que se destaca levemente sobre os telhados. Esta presença humana, discreta e distante, aporta uma dimensão narrativa e cultural sem romper a tranquilidade geral da cena.
O céu ocupa uma parte importante da composição, coberto por nuvens volumosas e luminosas que se deslocam lentamente sobre a paisagem. Suas formas suaves e seus tons claros reforçam a sensação de amplitude e liberdade. A luz, distribuída de maneira equilibrada, banha campos, água e árvores com uma claridade quente e envolvente. Graças a essa iluminação, todos os elementos se integram em uma atmosfera coerente, serena e profundamente agradável.
Em conjunto, a obra oferece uma visão harmoniosa e poética do ambiente rural, onde o rio, os campos, as árvores e o céu se unem para transmitir uma sensação de paz, continuidade e equilíbrio. A paisagem apresenta-se como um espaço de descanso e contemplação, convidando o espectador a reconectar-se com a calma da natureza e com o ritmo pausado da vida.
Mais sobre o vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente à escola catalã, que representa a harmonia entre o rio, os campos e o céu, mostrando uma paisagem rural cheia de luz, calma e equilíbrio natural. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 72x85x6 cm.
· Dimensões da obra: 60x73 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com uma moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Observação importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
O quadro será embalado de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado pela Correos, GLS ou NACEX com rastreamento. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro nos abre a porta para uma paisagem ampla e luminosa, onde a natureza se desdobra com serenidade e equilíbrio em cada um de seus elementos. Do primeiro plano, o curso tranquilo de um rio serpenteia suavemente entre as margens, refletindo os tons do céu e da vegetação próxima. Suas águas, calmas e transparentes, trazem uma sensação de frescor e continuidade, guiando o olhar para o interior da paisagem. Este trajeto visual convida o espectador a adentrar lentamente na cena, como se caminhasse mentalmente junto ao leito.
Na margem, a vegetação parece rica e variada, composta por arbustos, ervas e pequenas flores que conferem textura e vida ao ambiente. Os tons de verde misturam-se com amarelos e ocres, sugerindo um momento de transição entre as estações ou uma luz própria do final da primavera ou início do verão. Estas plantas não estão dispostas de forma rígida, mas crescem livremente, reforçando a sensação de naturalidade e espontaneidade. Cada canto do primeiro plano parece cuidadosamente integrado ao conjunto, sem soar artificial.
À esquerda, um grupo de árvores de grande porte ergue-se com majestade, oferecendo sombra e estrutura à composição. Suas copas frondosas contrastam com os espaços abertos do vale, criando um jogo equilibrado entre densidade e amplitude. Estas árvores funcionam como uma moldura natural que enquadra a paisagem e direciona a atenção para o horizonte. Sob elas, o terreno apresenta suave desníveis que conferem profundidade e dinamismo, evitando qualquer sensação de rigidez.
No plano médio e distante estendem-se campos cultivados e pradarias que mostram distintas tonalidades de acordo com o uso e o estado. Estas superfícies, organizadas em faixas suaves e ondulantes, sugerem uma convivência harmônica entre o ser humano e a natureza. Ao fundo, uma pequena vila insinuase à distância, com uma torre que se destaca levemente sobre os telhados. Esta presença humana, discreta e distante, aporta uma dimensão narrativa e cultural sem romper a tranquilidade geral da cena.
O céu ocupa uma parte importante da composição, coberto por nuvens volumosas e luminosas que se deslocam lentamente sobre a paisagem. Suas formas suaves e seus tons claros reforçam a sensação de amplitude e liberdade. A luz, distribuída de maneira equilibrada, banha campos, água e árvores com uma claridade quente e envolvente. Graças a essa iluminação, todos os elementos se integram em uma atmosfera coerente, serena e profundamente agradável.
Em conjunto, a obra oferece uma visão harmoniosa e poética do ambiente rural, onde o rio, os campos, as árvores e o céu se unem para transmitir uma sensação de paz, continuidade e equilíbrio. A paisagem apresenta-se como um espaço de descanso e contemplação, convidando o espectador a reconectar-se com a calma da natureza e com o ritmo pausado da vida.

