Yury Grazzini - Noce Original Magenta






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
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Yury Grazzini Noce Original Magenta (2025), obra conceitual original em acrílico e técnica mista, 50 x 50 cm, vendida com moldura, assinada à mão, da Itália, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
● A Essência Complementar: Análise da Noce Magenta sobre Verde
Esta combinação cromática é uma das mais energéticas da série. Se o verde representa a natureza, o crescimento e o equilíbrio, o magenta representa o anticonformismo, a energia transformadora e a paixão espiritual.
• Simbolismo Cromático: A unicidade no jardim
La Noce Magenta (L'Essenza Audace): o magenta é uma cor que não existe no espectro visível como um único comprimento de onda; é uma criação do nosso cérebro que une o vermelho e o azul. Portanto, representa a essência como Síntese Superior, uma criatividade que transcende a natureza pura. É a cor da metamorfose e da prontidão espiritual.
O Fundo Verde (A Natureza / O Terreno de Cultivo): o verde é a cor da vida vegetal, da regeneração e da fertilidade. Representa o mundo em seu estado de equilíbrio natural, o jardim em que a essência deve germinar.
O Contraste Complementar: sendo opostos cromáticos, o magenta e o verde realçam-se mutuamente. A essência (Magenta) não se camufla de jeito nenhum: ela se declara "Outro" em relação ao fundo, afirmando sua identidade com uma força quase elétrica.
• Filosofia e Psicologia: A afirmação do eu
Esta variante responde à pergunta 'Quanto temos vivido em nossa essência?' através do conceito de Dissonância Criativa.
A Coragem de Destacar-se: viver a essência aqui significa não ter medo de ser diferente. Em um mundo que empurra para a homogeneização (o verde uniforme), o Magenta é a voz fora do coro que traz inovação e vida.
O Equilíbrio Dinâmico: o verde acalma o frenesi do magenta, enquanto o magenta desperta a estaticidade do verde. Representa a essência que traz energia nova a um ambiente consolidado.
• Perspectiva junguiana: a individuação como ruptura
Se analisarmos a obra com as lentes de Jung, ela representa o processo de Individuação em seu estágio mais visível.
O indivíduo (la Noce) diferenciou-se tanto do coletivo (o fundo verde) que se tornou uma presença luminosa e distinta.
É o arquétipo do Inovador ou do Reformador: aquele que, embora permaneça enraizado na terra (o verde), traz uma cor que vem de uma visão superior (o magenta).
● A Vibração do Eu: Meditação Narrativa
Imagine caminhar em uma floresta infinita onde tudo é verde: as folhas, a grama, a sombra. É um lugar de paz, mas também de monotonia. É a vida que se repete sempre igual a si mesma, seguindo ciclos naturais milenares.
De repente, no coração desta extensão verde, você encontra uma Noce cor Magenta.
É uma visão quase chocante. Não deveria estar ali, e, no entanto, é a coisa mais viva que você já viu. Parece vibrar com uma luz própria, um calor que desafia a frieza da floresta.
Esta variante fala àqueles que sentem a necessidade de romper com os padrões.
Isso nos lembra que viver na essência significa, às vezes, ser o elemento de perturbação positiva, a faísca que obriga o mundo a olhar para uma direção diferente.
A 'semente que busca respostas' aqui entendeu que a resposta é a Originalidade.
Florescer em um mundo verde significa aceitar o desafio de ser único. O broto que nascerá desta noz não será apenas uma árvore, mas uma criatura extraordinária, capaz de floradas nunca antes vistas.
Esta é a essência dos originais, dos criativos radicais, daqueles que sabem que a sua diversidade é o seu maior dom, daqueles que sabem que viver em sua própria essência significa brilhar com uma cor que o mundo nem sabia que precisava ver.
A pergunta 'Quanto vivemos em nossa essência?' aqui se transforma em: 'Você teve coragem de ser a anomalia luminosa no jardim do mundo? Até que ponto ousaste ser diferente?'
Viver na essência, aqui, significa ser Vibração e Contraste. É a Essência como Revolução Cromática.
Obra única assinada no verso, acompanhada de publicação impressa.
www.theseedofpositivechanges.com
● A Essência Complementar: Análise da Noce Magenta sobre Verde
Esta combinação cromática é uma das mais energéticas da série. Se o verde representa a natureza, o crescimento e o equilíbrio, o magenta representa o anticonformismo, a energia transformadora e a paixão espiritual.
• Simbolismo Cromático: A unicidade no jardim
La Noce Magenta (L'Essenza Audace): o magenta é uma cor que não existe no espectro visível como um único comprimento de onda; é uma criação do nosso cérebro que une o vermelho e o azul. Portanto, representa a essência como Síntese Superior, uma criatividade que transcende a natureza pura. É a cor da metamorfose e da prontidão espiritual.
O Fundo Verde (A Natureza / O Terreno de Cultivo): o verde é a cor da vida vegetal, da regeneração e da fertilidade. Representa o mundo em seu estado de equilíbrio natural, o jardim em que a essência deve germinar.
O Contraste Complementar: sendo opostos cromáticos, o magenta e o verde realçam-se mutuamente. A essência (Magenta) não se camufla de jeito nenhum: ela se declara "Outro" em relação ao fundo, afirmando sua identidade com uma força quase elétrica.
• Filosofia e Psicologia: A afirmação do eu
Esta variante responde à pergunta 'Quanto temos vivido em nossa essência?' através do conceito de Dissonância Criativa.
A Coragem de Destacar-se: viver a essência aqui significa não ter medo de ser diferente. Em um mundo que empurra para a homogeneização (o verde uniforme), o Magenta é a voz fora do coro que traz inovação e vida.
O Equilíbrio Dinâmico: o verde acalma o frenesi do magenta, enquanto o magenta desperta a estaticidade do verde. Representa a essência que traz energia nova a um ambiente consolidado.
• Perspectiva junguiana: a individuação como ruptura
Se analisarmos a obra com as lentes de Jung, ela representa o processo de Individuação em seu estágio mais visível.
O indivíduo (la Noce) diferenciou-se tanto do coletivo (o fundo verde) que se tornou uma presença luminosa e distinta.
É o arquétipo do Inovador ou do Reformador: aquele que, embora permaneça enraizado na terra (o verde), traz uma cor que vem de uma visão superior (o magenta).
● A Vibração do Eu: Meditação Narrativa
Imagine caminhar em uma floresta infinita onde tudo é verde: as folhas, a grama, a sombra. É um lugar de paz, mas também de monotonia. É a vida que se repete sempre igual a si mesma, seguindo ciclos naturais milenares.
De repente, no coração desta extensão verde, você encontra uma Noce cor Magenta.
É uma visão quase chocante. Não deveria estar ali, e, no entanto, é a coisa mais viva que você já viu. Parece vibrar com uma luz própria, um calor que desafia a frieza da floresta.
Esta variante fala àqueles que sentem a necessidade de romper com os padrões.
Isso nos lembra que viver na essência significa, às vezes, ser o elemento de perturbação positiva, a faísca que obriga o mundo a olhar para uma direção diferente.
A 'semente que busca respostas' aqui entendeu que a resposta é a Originalidade.
Florescer em um mundo verde significa aceitar o desafio de ser único. O broto que nascerá desta noz não será apenas uma árvore, mas uma criatura extraordinária, capaz de floradas nunca antes vistas.
Esta é a essência dos originais, dos criativos radicais, daqueles que sabem que a sua diversidade é o seu maior dom, daqueles que sabem que viver em sua própria essência significa brilhar com uma cor que o mundo nem sabia que precisava ver.
A pergunta 'Quanto vivemos em nossa essência?' aqui se transforma em: 'Você teve coragem de ser a anomalia luminosa no jardim do mundo? Até que ponto ousaste ser diferente?'
Viver na essência, aqui, significa ser Vibração e Contraste. É a Essência como Revolução Cromática.
Obra única assinada no verso, acompanhada de publicação impressa.
www.theseedofpositivechanges.com
