Desy CXXIII - Diva






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
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Desy CXXIII apresenta Diva, um retrato contemporâneo em tela na edição original de 2023, executado com spray e técnica mista, 70 x 50 cm, tons pretos, azuis, cinzentos, brancos e dourados, assinado à mão e em excelente estado, origem Portugal, vendido diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Esta obra, executada a spray sobre tela, apresenta um retrato intenso e poético da Amália Rodrigues, onde a figura emerge como memória e mito ao mesmo tempo. O rosto, construído por camadas fragmentadas e gestos etéreos, parece dissolver-se no espaço, como se a voz da fadista ecoasse para além da matéria e atravessasse o tempo.
Os elementos abstratos ligados à guitarra clássica, como cordas sugeridas, formas alongadas e ritmos visuais, entrelaçam-se com o retrato e evocam a musicalidade profunda do fado e a relação indissociável entre a voz e o instrumento. Esses fragmentos criam movimento e tensão, quase como notas suspensas no ar, reforçando a dimensão sonora da composição.
Os tons dourados assumem um papel simbólico central, representando a era de ouro do fado português e a riqueza cultural que Amália personifica. O dourado surge como luz histórica e homenagem à grandeza artística, à herança cultural e ao brilho intemporal do fado enquanto expressão maior da identidade portuguesa.
O fundo escuro, pontuado por respingos e texturas quase cósmicas, amplia o caráter dramático da obra e remete para a saudade, a melancolia e a profundidade emocional do fado. O resultado é uma composição poderosa onde figura e abstração se fundem para celebrar não apenas uma artista, mas toda uma cultura que continua a ecoar no imaginário coletivo.
Esta obra, executada a spray sobre tela, apresenta um retrato intenso e poético da Amália Rodrigues, onde a figura emerge como memória e mito ao mesmo tempo. O rosto, construído por camadas fragmentadas e gestos etéreos, parece dissolver-se no espaço, como se a voz da fadista ecoasse para além da matéria e atravessasse o tempo.
Os elementos abstratos ligados à guitarra clássica, como cordas sugeridas, formas alongadas e ritmos visuais, entrelaçam-se com o retrato e evocam a musicalidade profunda do fado e a relação indissociável entre a voz e o instrumento. Esses fragmentos criam movimento e tensão, quase como notas suspensas no ar, reforçando a dimensão sonora da composição.
Os tons dourados assumem um papel simbólico central, representando a era de ouro do fado português e a riqueza cultural que Amália personifica. O dourado surge como luz histórica e homenagem à grandeza artística, à herança cultural e ao brilho intemporal do fado enquanto expressão maior da identidade portuguesa.
O fundo escuro, pontuado por respingos e texturas quase cósmicas, amplia o caráter dramático da obra e remete para a saudade, a melancolia e a profundidade emocional do fado. O resultado é uma composição poderosa onde figura e abstração se fundem para celebrar não apenas uma artista, mas toda uma cultura que continua a ecoar no imaginário coletivo.
