kiki - Morning coffee





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Kiki, Morning coffee, original aquarela em linha única de 2025 em papel, representa um nu masculino, tamanho 75 x 55 cm, assinado pelo artista, enquadrado com moldura de madeira AUREZYS e plexiglass com proteção UV, certificado de autenticidade incluído.
Descrição fornecida pelo vendedor
Café da manhã - Arte de linha única figurativa contemporânea em aquarela sobre papel.
Feito à mão por Kiki em 2025. Assinatura no canto inferior direito.
Dimensão da folha 55 x 75 cm. Certificado de autenticidade assinado pelo artista.
Moldura de madeira AUREZYS, perfil em inclinação com largura de 2,4 cm, com plexi tratado anti-UV.
Esta obra em aquarela de linha única representa um homem nu, capturado em um momento íntimo e cotidiano: o do café. Realizada com um único traço contínuo, o corpo desenha-se com simplicidade e fluidez, abrindo espaço para a emoção em vez do detalhe.
As pinceladas de aquarela, livres e coloridas, vêm habitar o corpo como fragmentos de emoções, evocando a doçura da manhã, a vulnerabilidade e a poesia dos instantes cotidianos. A nudez não é nem provocante nem idealizada: ela é natural, humana, sincera.
Esta obra convida a desacelerar, a contemplar a beleza dos gestos simples e a celebrar o corpo naquilo que ele tem de mais verdadeiro.
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Café da Manhã – arte figurativa contemporânea de linha única, aquarela sobre papel
Feito à mão pela Kiki em 2025. Assinado pela artista no canto inferior direito.
Tamanho do papel: 55 × 75 cm. Certificado de autenticidade assinado pelo artista.
AUREZYS moldura de madeira, perfil inclinado, 2,4 cm de largura, com plexiglass tratado com UV.
Esta obra de arte em aquarela com uma linha única retrata um homem nu capturado em um momento íntimo do cotidiano: beber café. Desenhada com uma única linha contínua, o corpo emerge com simplicidade e fluidez, deixando espaço para a emoção em vez de detalhes.
Lavagens aquareladas soltas e vibrantes habitam a figura como fragmentos de emoção, evocando a suavidade da manhã, vulnerabilidade e a poesia dos momentos comuns. A nudez não é provocante nem idealizada; é natural, humana e sincera.
Esta peça convida o espectador a desacelerar, a contemplar a beleza de gestos simples e a celebrar o corpo em sua forma mais verdadeira.
Café da manhã - Arte de linha única figurativa contemporânea em aquarela sobre papel.
Feito à mão por Kiki em 2025. Assinatura no canto inferior direito.
Dimensão da folha 55 x 75 cm. Certificado de autenticidade assinado pelo artista.
Moldura de madeira AUREZYS, perfil em inclinação com largura de 2,4 cm, com plexi tratado anti-UV.
Esta obra em aquarela de linha única representa um homem nu, capturado em um momento íntimo e cotidiano: o do café. Realizada com um único traço contínuo, o corpo desenha-se com simplicidade e fluidez, abrindo espaço para a emoção em vez do detalhe.
As pinceladas de aquarela, livres e coloridas, vêm habitar o corpo como fragmentos de emoções, evocando a doçura da manhã, a vulnerabilidade e a poesia dos instantes cotidianos. A nudez não é nem provocante nem idealizada: ela é natural, humana, sincera.
Esta obra convida a desacelerar, a contemplar a beleza dos gestos simples e a celebrar o corpo naquilo que ele tem de mais verdadeiro.
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Café da Manhã – arte figurativa contemporânea de linha única, aquarela sobre papel
Feito à mão pela Kiki em 2025. Assinado pela artista no canto inferior direito.
Tamanho do papel: 55 × 75 cm. Certificado de autenticidade assinado pelo artista.
AUREZYS moldura de madeira, perfil inclinado, 2,4 cm de largura, com plexiglass tratado com UV.
Esta obra de arte em aquarela com uma linha única retrata um homem nu capturado em um momento íntimo do cotidiano: beber café. Desenhada com uma única linha contínua, o corpo emerge com simplicidade e fluidez, deixando espaço para a emoção em vez de detalhes.
Lavagens aquareladas soltas e vibrantes habitam a figura como fragmentos de emoção, evocando a suavidade da manhã, vulnerabilidade e a poesia dos momentos comuns. A nudez não é provocante nem idealizada; é natural, humana e sincera.
Esta peça convida o espectador a desacelerar, a contemplar a beleza de gestos simples e a celebrar o corpo em sua forma mais verdadeira.

