Dave Schweitzer (1972) - The Monthly Battle






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Dave Schweitzer (1972), The Monthly Battle, 2018, técnica mista original em papel (A2, aproximadamente 42 × 59,4 cm), paisagem, assinado no verso, em excelente estado, 2 kg, pop art em rosa e amarelo com elementos figurativos ingênuos, Bélgica.
Descrição fornecida pelo vendedor
The Monthly Battle é uma obra expressiva, contemporânea, de técnica mista, executada em papel no formato A2 (aproximadamente 42 × 59,4 cm), apresentada em orientação horizontal. Assinada no verso.
A composição está dividida em dois campos cromáticos contrastantes, criando uma tensão visual entre forças opostas. De um lado, tons quentes de amarelo enquadram uma figura crua, quase primitiva, representada com contornos audaciosos e anatomia simplificada. Do outro, um fundo magenta vívido abriga símbolos abstratos, formas que lembram máscaras e elementos gráficos que sugerem confronto, ritual ou conflito interior. O uso intenso de cores primárias, texturas ásperas e simbolismo infantil conferem à obra uma presença imediata e visceral.
O desenho abraça uma linguagem visual ingênua e expressiva, lembrando a arte outsider e a abstração figurativa contemporânea. Linhas são propositalmente imperfeitas, e as imagens parecem instinctivas em vez de decorativas, reforçando a carga emocional implícita pelo título.
Esta obra é vendida sem moldura, permitindo ao colecionador liberdade na apresentação. Uma peça envolvente para colecionadores interessados em expressão contemporânea crua, abstração figurativa ou obras impulsionadas pela tensão narrativa e pelo contraste simbólico.
The Monthly Battle é uma obra expressiva, contemporânea, de técnica mista, executada em papel no formato A2 (aproximadamente 42 × 59,4 cm), apresentada em orientação horizontal. Assinada no verso.
A composição está dividida em dois campos cromáticos contrastantes, criando uma tensão visual entre forças opostas. De um lado, tons quentes de amarelo enquadram uma figura crua, quase primitiva, representada com contornos audaciosos e anatomia simplificada. Do outro, um fundo magenta vívido abriga símbolos abstratos, formas que lembram máscaras e elementos gráficos que sugerem confronto, ritual ou conflito interior. O uso intenso de cores primárias, texturas ásperas e simbolismo infantil conferem à obra uma presença imediata e visceral.
O desenho abraça uma linguagem visual ingênua e expressiva, lembrando a arte outsider e a abstração figurativa contemporânea. Linhas são propositalmente imperfeitas, e as imagens parecem instinctivas em vez de decorativas, reforçando a carga emocional implícita pelo título.
Esta obra é vendida sem moldura, permitindo ao colecionador liberdade na apresentação. Uma peça envolvente para colecionadores interessados em expressão contemporânea crua, abstração figurativa ou obras impulsionadas pela tensão narrativa e pelo contraste simbólico.
