Yury Grazzini - Noce Original Mono Gold






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Yury Grazzini, Noce Original Mono Gold, 2025, obra original em técnica mista e pintura acrílica sobre tela (50 × 50 cm) multicolor, Itália, período 2020+, autenticada à mão, vendida com moldura, edição Original, diretamente do artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
● A Essência Absoluta: Análise da Noce Ouro Antigo
Nesta obra, o artista escolhe o caminho do monocromatismo precioso. O ouro antigo não é apenas uma cor, é uma declaração de persistência, nobreza e unidade indestrutível.
• Simbolismo Cromático: O Metal do Tempo
O Ouro Antigo (A Essência Experimentada): ao contrário do ouro brilhante e novo, o ouro antigo possui uma pátina.
Representa uma essência que passou pelos testes da vida e dela saiu não apenas intacta, mas enriquecida. É a sabedoria que não precisa brilhar para chamar a atenção; é uma luz densa, profunda, que irradia autoridade.
Tom sobre Tom (A Unidade Não-Dual): quando o objeto (a Noce) e o fundo têm a mesma cor idêntica, o limite entre o indivíduo e o todo se torna tênue.
Representa o estado de Samadhi ou de iluminação, onde se compreende que a Essência interior é feita da mesma substância da Essência universal.
A Matericidade: a distinção entre Noce e o fundo é confiada apenas à forma e à luz. Isso sugere que a Essência se distingue do mundo não pelo 'cor' ou 'natureza', mas por 'consciência' e 'forma'.
• Perspectiva Filosófica: O Atman e o Brahman
Esta variante responde à pergunta 'Quanto você viveu em sua essência?' por meio do conceito de Retorno à Origem.
O Início e o Fim: representa a fase do Ouro filosófico alquímico que chegou à sua estagnação eterna. Viver em sua própria essência, aqui, significa ter removido todo conflito. Não há mais nada a provar, nada a lutar e nada a esconder.
A Indestrutibilidade: o ouro antigo não se oxida. Ela nos diz que nossa verdadeira essência está fora do tempo, eterna e imutável, apesar das mudanças superficiais do corpo e da mente.
• Psicologia Junguiana: o Self Total
Se analisarmos a obra com as lentes de Jung, esta obra é a representação do Self que integrou todos os opostos.
A luz e a sombra fundiram-se em uma tonalidade quente bronze/dourada.
Representa a conquista da maturidade psíquica, onde o homem se reconhece como parte do sagrado 'tecido de ouro' da realidade.
● O Templo do Silêncio: Meditação Narrativa
Imagine entrar numa câmara secreta escavada no interior de uma montanha sagrada. As paredes, o teto, o piso: tudo está revestido de ouro antigo.
Não há luz externa, mas o ambiente irradia um calor dourado que parece vir das próprias paredes. É um lugar onde o tempo parou há milhares de anos.
No centro desta sala, suspensa ou apoiada sobre um altar invisível, está a Noce.
É do mesmo ouro das paredes.
Quase parece que a Noce está prestes a se dissolver no fundo, ou que o fundo está prestes a se condensar na Noce.
Esta variante fala àqueles que vivem momentos de comunhão espiritual.
Isso nos lembra que nunca estamos sós ou separados: somos ondas feitas da mesma água do oceano dourado da vida.
A 'semente que procura respostas' aqui encontrou a resposta definitiva: 'Eu sou Aquele'.
Germinar, neste estado, não é mais um movimento para cima ou para fora.
É uma expansão da pura consciência. O broto não precisa romper a casca para buscar a luz, porque a luz já está em todo lugar, dentro e fora.
Esta é a noz dos sábios, dos contemplativos, daqueles que encontraram a paz. Aqueles que sabem que viver na própria essência significa simplesmente Ser.
A pergunta 'Quanto você viveu em sua essência?' aqui recebe uma resposta silenciosa e total: 'Você sempre esteve em sua essência, só precisava perceber isso'.
Viver na essência, aqui, significa ser a Eternidade Presente.
É a Essência como Unidade Sagrada.
Obra única assinada no verso, acompanhada de publicação impressa.
www.theseedofpositivechanges.com
● A Essência Absoluta: Análise da Noce Ouro Antigo
Nesta obra, o artista escolhe o caminho do monocromatismo precioso. O ouro antigo não é apenas uma cor, é uma declaração de persistência, nobreza e unidade indestrutível.
• Simbolismo Cromático: O Metal do Tempo
O Ouro Antigo (A Essência Experimentada): ao contrário do ouro brilhante e novo, o ouro antigo possui uma pátina.
Representa uma essência que passou pelos testes da vida e dela saiu não apenas intacta, mas enriquecida. É a sabedoria que não precisa brilhar para chamar a atenção; é uma luz densa, profunda, que irradia autoridade.
Tom sobre Tom (A Unidade Não-Dual): quando o objeto (a Noce) e o fundo têm a mesma cor idêntica, o limite entre o indivíduo e o todo se torna tênue.
Representa o estado de Samadhi ou de iluminação, onde se compreende que a Essência interior é feita da mesma substância da Essência universal.
A Matericidade: a distinção entre Noce e o fundo é confiada apenas à forma e à luz. Isso sugere que a Essência se distingue do mundo não pelo 'cor' ou 'natureza', mas por 'consciência' e 'forma'.
• Perspectiva Filosófica: O Atman e o Brahman
Esta variante responde à pergunta 'Quanto você viveu em sua essência?' por meio do conceito de Retorno à Origem.
O Início e o Fim: representa a fase do Ouro filosófico alquímico que chegou à sua estagnação eterna. Viver em sua própria essência, aqui, significa ter removido todo conflito. Não há mais nada a provar, nada a lutar e nada a esconder.
A Indestrutibilidade: o ouro antigo não se oxida. Ela nos diz que nossa verdadeira essência está fora do tempo, eterna e imutável, apesar das mudanças superficiais do corpo e da mente.
• Psicologia Junguiana: o Self Total
Se analisarmos a obra com as lentes de Jung, esta obra é a representação do Self que integrou todos os opostos.
A luz e a sombra fundiram-se em uma tonalidade quente bronze/dourada.
Representa a conquista da maturidade psíquica, onde o homem se reconhece como parte do sagrado 'tecido de ouro' da realidade.
● O Templo do Silêncio: Meditação Narrativa
Imagine entrar numa câmara secreta escavada no interior de uma montanha sagrada. As paredes, o teto, o piso: tudo está revestido de ouro antigo.
Não há luz externa, mas o ambiente irradia um calor dourado que parece vir das próprias paredes. É um lugar onde o tempo parou há milhares de anos.
No centro desta sala, suspensa ou apoiada sobre um altar invisível, está a Noce.
É do mesmo ouro das paredes.
Quase parece que a Noce está prestes a se dissolver no fundo, ou que o fundo está prestes a se condensar na Noce.
Esta variante fala àqueles que vivem momentos de comunhão espiritual.
Isso nos lembra que nunca estamos sós ou separados: somos ondas feitas da mesma água do oceano dourado da vida.
A 'semente que procura respostas' aqui encontrou a resposta definitiva: 'Eu sou Aquele'.
Germinar, neste estado, não é mais um movimento para cima ou para fora.
É uma expansão da pura consciência. O broto não precisa romper a casca para buscar a luz, porque a luz já está em todo lugar, dentro e fora.
Esta é a noz dos sábios, dos contemplativos, daqueles que encontraram a paz. Aqueles que sabem que viver na própria essência significa simplesmente Ser.
A pergunta 'Quanto você viveu em sua essência?' aqui recebe uma resposta silenciosa e total: 'Você sempre esteve em sua essência, só precisava perceber isso'.
Viver na essência, aqui, significa ser a Eternidade Presente.
É a Essência como Unidade Sagrada.
Obra única assinada no verso, acompanhada de publicação impressa.
www.theseedofpositivechanges.com
