Máscara lunar - Baule - Costa do Marfim (Sem preço de reserva)





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Máscara lunar Baoulé, em madeira, Costa do Marfim, período 2000–2010, dimensões 33×22×10 cm, peso 5 g, em bom estado, vendida sem base.
Descrição fornecida pelo vendedor
Máscara-lua que aparece durante as festas de celebração do « Gbagba » ou nas danças fúnebres das mulheres. Não está ligada a um culto dos astros, como há muito acreditávamos, mas atua mais como um prelúdio; ele introduz as demais máscaras, começando pelas máscaras animais. Ele faz a ligação com os fenômenos naturais e os seres vivos, visíveis ou invisíveis entre o palpável e o impalpável. É um sinal. Para concretizar esse fenômeno abstrato, os Baoulé humanizaram a lua.
É assim que encontramos no máscara que lhe apresento aqui, um rosto estilizado inscrito dentro de um círculo. As linhas são muito gráficas, o que difere das máscaras de retratos, que são mais realistas. A testa é alta, as arcadas supraoculares são representadas em semicírculos que se juntam por uma linha horizontal pontilhada. As pálpebras estão meio fechadas e realçadas de branco. O nariz é reto e guia o olhar para uma boca pequena cujos lábios são projetados para frente numa posição que nos faz pensar em alguém que apita. Essa boca redonda faz eco à redondeza do rosto. O interior foi pintado de branco e liga-se aos olhos. Por fim, a máscara é ladeada por uma friso dentilhado que nos remete aos raios lunares. O aspecto geral é liso e lacado de preto. Esses masques da lua são bastante raros nas coleções e são um belo testemunho da simplificação à qual os Baoulé são capazes.
Máscara-lua que aparece durante as festas de celebração do « Gbagba » ou nas danças fúnebres das mulheres. Não está ligada a um culto dos astros, como há muito acreditávamos, mas atua mais como um prelúdio; ele introduz as demais máscaras, começando pelas máscaras animais. Ele faz a ligação com os fenômenos naturais e os seres vivos, visíveis ou invisíveis entre o palpável e o impalpável. É um sinal. Para concretizar esse fenômeno abstrato, os Baoulé humanizaram a lua.
É assim que encontramos no máscara que lhe apresento aqui, um rosto estilizado inscrito dentro de um círculo. As linhas são muito gráficas, o que difere das máscaras de retratos, que são mais realistas. A testa é alta, as arcadas supraoculares são representadas em semicírculos que se juntam por uma linha horizontal pontilhada. As pálpebras estão meio fechadas e realçadas de branco. O nariz é reto e guia o olhar para uma boca pequena cujos lábios são projetados para frente numa posição que nos faz pensar em alguém que apita. Essa boca redonda faz eco à redondeza do rosto. O interior foi pintado de branco e liga-se aos olhos. Por fim, a máscara é ladeada por uma friso dentilhado que nos remete aos raios lunares. O aspecto geral é liso e lacado de preto. Esses masques da lua são bastante raros nas coleções e são um belo testemunho da simplificação à qual os Baoulé são capazes.

