José Antonio Peláez Ochoa (1955) - Reflejos de quietud






Especializada em pinturas e desenhos dos mestres antigos do século XVII, experiência em leilões.
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Reflejos de quietud, óleo sobre tela em estilo impressionista, Espanha, 1980-1990, de José Antonio Peláez Ochoa (1955), assinado à mão, vendido com moldura; dimenções da obra 66 x 50 cm, moldura 86 x 71 x 8 cm.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Peláez Ochoa, que representa a serenidade e a harmonia da natureza como um espaço de refúgio, equilíbrio e renovação interior. A pintura destaca-se pela sua excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 86x71x8 cm.
· Dimensões da obra: 66x50 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra, Peláez Ochoa.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com uma moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Observação importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
O quadro será embalado de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado pela Correos, GLS ou NACEX com rastreamento. Envios disponíveis a nível internacional.
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Esta pintura nos mergulha em uma paisagem natural de profunda serenidade, onde uma floresta silenciosa se abre diante do olhar como um refúgio de calma e equilíbrio. Desde o primeiro instante, o observador percebe uma atmosfera fresca e luminosa, dominada por tons de verde, azuis e suaves matizes terrosos que se entrelaçam com harmonia. As árvores, altas e esbeltas, erguem-se como colunas vivas que sustentam o céu, criando uma sensação de ordem natural e continuidade. Seus ramos nus se estendem delicadamente, desenhando no ar uma rede sutil que convida à contemplação pausada.
No centro da composição, um pequeno riacho serpenteia suavemente entre a grama e as pedras, trazendo movimento e vida à paisagem. A água reflete a luz do ambiente e os tons do céu, criando faíscas que animam a cena sem romper sua quietude. Ao redor, o musgo e a vegetação crescem de forma espontânea, formando pequenas ilhas verdes que parecem surgir diretamente da terra. Este curso d’água atua como um fio condutor visual e emocional, guiando o olhar em direção ao fundo do quadro.
O chão, coberto por uma mistura de grama, terra úmida e restos naturais, mostra uma riqueza de texturas que reforça a sensação de autenticidade. Pequenas pedras, troncos caídos e raízes visíveis revelam o caráter vivo e mutável da floresta. Esses detalhes proporcionam profundidade e realismo emocional, sugerindo o passo silencioso do tempo e a constante transformação do ambiente. Cada canto parece conter uma história discreta, quase perceptível, mas carregada de significado.
Ao fundo, entre os troncos, vislumbra-se uma construção branca parcialmente oculta pela vegetação, como um segredo guardado pela natureza. Sua presença introduz um contraste sutil entre o humano e o natural, sem alterar o equilíbrio da cena. Longe de se impor, esta edificação parece integrar-se respeitosamente à paisagem, reforçando a ideia de convivência harmoniosa. A leve névoa que envolve a distância acrescenta profundidade e uma sensação de mistério suave e acolhedor.
Em conjunto, a obra se apresenta como um convite para parar, respirar e reconectar com o essencial. Através de uma paisagem aparentemente simples, o quadro transmite valores de calma, introspecção e respeito pelo entorno natural. A interação entre água, árvores, luz e terra cria um espaço emocional onde o espectador pode refugiar-se do ruído cotidiano. É uma imagem que celebra a beleza silenciosa da natureza e sua capacidade para restaurar o equilíbrio interior.
Mais sobre o vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Peláez Ochoa, que representa a serenidade e a harmonia da natureza como um espaço de refúgio, equilíbrio e renovação interior. A pintura destaca-se pela sua excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 86x71x8 cm.
· Dimensões da obra: 66x50 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra, Peláez Ochoa.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com uma moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Observação importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
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O envio será realizado pela Correos, GLS ou NACEX com rastreamento. Envios disponíveis a nível internacional.
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Esta pintura nos mergulha em uma paisagem natural de profunda serenidade, onde uma floresta silenciosa se abre diante do olhar como um refúgio de calma e equilíbrio. Desde o primeiro instante, o observador percebe uma atmosfera fresca e luminosa, dominada por tons de verde, azuis e suaves matizes terrosos que se entrelaçam com harmonia. As árvores, altas e esbeltas, erguem-se como colunas vivas que sustentam o céu, criando uma sensação de ordem natural e continuidade. Seus ramos nus se estendem delicadamente, desenhando no ar uma rede sutil que convida à contemplação pausada.
No centro da composição, um pequeno riacho serpenteia suavemente entre a grama e as pedras, trazendo movimento e vida à paisagem. A água reflete a luz do ambiente e os tons do céu, criando faíscas que animam a cena sem romper sua quietude. Ao redor, o musgo e a vegetação crescem de forma espontânea, formando pequenas ilhas verdes que parecem surgir diretamente da terra. Este curso d’água atua como um fio condutor visual e emocional, guiando o olhar em direção ao fundo do quadro.
O chão, coberto por uma mistura de grama, terra úmida e restos naturais, mostra uma riqueza de texturas que reforça a sensação de autenticidade. Pequenas pedras, troncos caídos e raízes visíveis revelam o caráter vivo e mutável da floresta. Esses detalhes proporcionam profundidade e realismo emocional, sugerindo o passo silencioso do tempo e a constante transformação do ambiente. Cada canto parece conter uma história discreta, quase perceptível, mas carregada de significado.
Ao fundo, entre os troncos, vislumbra-se uma construção branca parcialmente oculta pela vegetação, como um segredo guardado pela natureza. Sua presença introduz um contraste sutil entre o humano e o natural, sem alterar o equilíbrio da cena. Longe de se impor, esta edificação parece integrar-se respeitosamente à paisagem, reforçando a ideia de convivência harmoniosa. A leve névoa que envolve a distância acrescenta profundidade e uma sensação de mistério suave e acolhedor.
Em conjunto, a obra se apresenta como um convite para parar, respirar e reconectar com o essencial. Através de uma paisagem aparentemente simples, o quadro transmite valores de calma, introspecção e respeito pelo entorno natural. A interação entre água, árvores, luz e terra cria um espaço emocional onde o espectador pode refugiar-se do ruído cotidiano. É uma imagem que celebra a beleza silenciosa da natureza e sua capacidade para restaurar o equilíbrio interior.
