Bruno Munari (1907-1998) - Senza titolo






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Bruno Munari, Senza titolo, técnica mista sobre papel, assinado à mão, em bom estado, 58 × 47 cm com moldura, Itália, Minimalismo, edição original, período 1970–1980.
Descrição fornecida pelo vendedor
Marcador e lápis sobre papel de Bruno Munari (Milão 1997-1998) “Senza titolo”, assinado à mão e datado 1970-1995 na parte inferior central. Autenticidade do artista na foto. Medidas da obra: 30 x 20 cm, com moldura de 58 x 47 cm. Proveniência: coleção privada, Milão. Em condições gerais muito boas, conforme destacado por fotos detalhadas. Envio com transportadora nacional com embalagem profissional.
Bruno Munari (Milão, 24 de outubro de 1907 – Milão, 30 de setembro de 1998) foi um artista, designer e escritor italiano.
Bruno Munari
Prêmio Compasso d'Oro em 1954
Compasso d'Oro Prêmio Compasso d'oro em 1955
Prêmio Compasso d'Oro em 1979
Junto ao espacial Lucio Fontana, Bruno Munari destacou-se na cena milanesa dos anos cinquenta e sessenta; são anos de boom econômico, nos quais surge a figura do artista operador-visual que se torna consultor empresarial e contribui ativamente para a renascença industrial italiana do pós-guerra.
Munari participou muito jovem do Futurismo, do qual se afastou com senso de leveza e humor, inventando a máquina aérea (1930), o primeiro móvel na história da arte, e as máquinas inúteis (1933). Em 1948, fundou o MAC (Movimento Arte Concreta) junto com Gillo Dorfles, Gianni Monnet e Atanasio Soldati. Este movimento atua como um coalizador das demandas abstracionistas italianas, propondo uma síntese das artes, capaz de associar à pintura tradicional novas ferramentas de comunicação e de demonstrar aos industriais e artistas a possibilidade de uma convergência entre arte e técnica. Em 1947, realiza o Concavo-convesso, uma das primeiras instalações na história da arte, quase contemporânea, embora anterior, ao ambiente negro apresentado por Lucio Fontana em 1949 na Galleria Naviglio de Milão. É um sinal claro de que a problemática de uma arte que se torna ambiente e na qual o espectador é estimulado, não apenas mentalmente, mas de forma cada vez mais multissensorial, já está madura.
Em 1950 ele realiza a pintura projetada através de composições abstratas contidas nas lâminas das diapositivas e descompõe a luz graças ao uso do filtro Polaroid, realizando em 1952 a pintura polarizada, que apresenta ao MoMA em 1954 com a exposição Munari's Slides. É considerado um dos protagonistas da arte programada e cinética, mas escapa pela multiplicidade de suas atividades e pela sua grande e intensa criatividade a cada definição, a cada catalogação, com uma arte refinada.
Marcador e lápis sobre papel de Bruno Munari (Milão 1997-1998) “Senza titolo”, assinado à mão e datado 1970-1995 na parte inferior central. Autenticidade do artista na foto. Medidas da obra: 30 x 20 cm, com moldura de 58 x 47 cm. Proveniência: coleção privada, Milão. Em condições gerais muito boas, conforme destacado por fotos detalhadas. Envio com transportadora nacional com embalagem profissional.
Bruno Munari (Milão, 24 de outubro de 1907 – Milão, 30 de setembro de 1998) foi um artista, designer e escritor italiano.
Bruno Munari
Prêmio Compasso d'Oro em 1954
Compasso d'Oro Prêmio Compasso d'oro em 1955
Prêmio Compasso d'Oro em 1979
Junto ao espacial Lucio Fontana, Bruno Munari destacou-se na cena milanesa dos anos cinquenta e sessenta; são anos de boom econômico, nos quais surge a figura do artista operador-visual que se torna consultor empresarial e contribui ativamente para a renascença industrial italiana do pós-guerra.
Munari participou muito jovem do Futurismo, do qual se afastou com senso de leveza e humor, inventando a máquina aérea (1930), o primeiro móvel na história da arte, e as máquinas inúteis (1933). Em 1948, fundou o MAC (Movimento Arte Concreta) junto com Gillo Dorfles, Gianni Monnet e Atanasio Soldati. Este movimento atua como um coalizador das demandas abstracionistas italianas, propondo uma síntese das artes, capaz de associar à pintura tradicional novas ferramentas de comunicação e de demonstrar aos industriais e artistas a possibilidade de uma convergência entre arte e técnica. Em 1947, realiza o Concavo-convesso, uma das primeiras instalações na história da arte, quase contemporânea, embora anterior, ao ambiente negro apresentado por Lucio Fontana em 1949 na Galleria Naviglio de Milão. É um sinal claro de que a problemática de uma arte que se torna ambiente e na qual o espectador é estimulado, não apenas mentalmente, mas de forma cada vez mais multissensorial, já está madura.
Em 1950 ele realiza a pintura projetada através de composições abstratas contidas nas lâminas das diapositivas e descompõe a luz graças ao uso do filtro Polaroid, realizando em 1952 a pintura polarizada, que apresenta ao MoMA em 1954 com a exposição Munari's Slides. É considerado um dos protagonistas da arte programada e cinética, mas escapa pela multiplicidade de suas atividades e pela sua grande e intensa criatividade a cada definição, a cada catalogação, com uma arte refinada.
