J. Chauchard (XX) - Hommage á Elvis Presley





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Descrição fornecida pelo vendedor
Homenagem a Elvis Presley
J. CHAUCHARD (artista francês, ativo no séc. XX)
Sanguina sobre papel
Assinada, fechada e intitulada no canto inferior direito: “J. CHAUCHARD – 8.77 / homenagem a Elvis PRESLEY” (grafia original)
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. Autoria
J. Chauchard (atribuição por assinatura). A inscrição “J. CHAUCHARD” e o uso do francês no título situam fortemente a obra num contexto francófono. A datação “8.77” pode ser razoavelmente interpretada como agosto de 1977.
1.2. Título
“Homenagear Elvis Presley” — respeita-se exatamente a ortografia original tal como aparece na obra.
1.3. Técnica e suporte
Sanguínea sobre papel (desenho à base de traço e modelagem com carvão vermelho/creta vermelha), com resolução muito fluida do volume anatômico e acentos de sombra em zonas de máxima tensão plástica.
1.4. Medidas
Medidas visíveis da obra (papel): 42 × 58 cm
Medidas totais com moldura: 58 × 74 cm
1.5. Apresentação
Emoldurada com passe-partout e proteção frontal (conforme fotografias). Peça pronta para pendurar e exibir.
2. DESCRIÇÃO ARTÍSTICA
2.1. Composição e cena
A obra apresenta uma cena erótica de intensa carga íntima, construída por meio de um jogo de diagonais e corpos em sobreposição.
A protagonista feminina coloca-se em primeiro plano, numa atitude de autoexploração sensual (autostimulação sugerida), enquanto a composição incorpora uma segunda figura e um fundo apenas esboçado que funciona como “espaço mental” ou cenário onírico.
2.2. Linguagem gráfica
O desenho revela um traço rápido, seguro e expressivo, com linhas que alternam entre precisão anatômica e síntese gestual.
A sanguínea reforça a temperatura carnal e a atmosfera privada: um registro deliberadamente confesional, mais próximo do caderno de ateliê do que da ilustração decorativa.
2.3. Potência estética
O que é realmente atraente aqui é a combinação de:
tema explicitamente erótico tratado com elegância,
economia de mídia (linha + mancha) com grande eficácia,
e um título dedicatório que introduz uma virada cultural inesperada.
3. CONTEXTO HISTÓRICO E AUTOR
3.1. Datação e clima cultural (1977)
A data “8.77” encaixa plenamente na sensibilidade dos anos setenta: um período em que o desenho erótico recupera protagonismo como linguagem de liberdade, desejo e experimentação, muitas vezes apresentado como “homenagem”, “fantasia” ou “carnet privé”.
3.2. Escola / âmbito provável
Pela grafia, idioma do título e solução do nu, a peça situa-se de forma muito convincente em um ambiente francês de pós-guerra/segunda metade do século XX, com ecos da tradição do desenho acadêmico (estrutura corporal e drapeados) filtrados por uma atitude mais contemporânea, direta e psicológica.
3.3. Nota de atribuição (transparência profissional)
A obra está assinada “J. CHAUCHARD” e intitulada à mão. Existem referências públicas a um Jean Chauchard (França) documentado em fontes de imprensa e em menção institucional; no entanto, sem uma verificação documental adicional (catálogo analítico, arquivo ou comparação de assinaturas certificadas), o mais correto é apresentá-la como:
“J. Chauchard (atribuído / assinado)”, destacando que a atribuição apoia-se na inscrição original, data e título.
4. ESTADO DE CONSERVAÇÃO
4.1. Papel e superfície
São visíveis pontos de oxidação/foxing e envelhecimento natural do suporte (visíveis nas fotografias), coerentes com uma obra em papel de várias décadas.
4.2. Recomendação de conservação
Conservação ideal: ambiente estável, sem luz solar direta e, de preferência, com passe-partout livre de ácido e proteção UV, se desejar máxima preservação.
5. GARANTIA E TRANSPARÊNCIA
5.1. O que é garantido
Técnica: sanguina sobre papel.
Presença de assinatura, data e título manuscritos: “J. CHAUCHARD – 8.77 / homenagem a Elvis PRESLEY”
Dimensões: 42 × 58 cm (obra) e 58 × 74 cm (com moldura).
5.2. O que se declara com honestidade curatorial
A identificação civil completa do autor não pode ser afirmada 100% apenas pela inscrição. É apresentada como atribuição fundamentada com base em evidência material (grafia/idioma/data) e em referências existentes a um “Jean Chauchard”, sem substituir uma autenticação documental formal.
6. OPORTUNIDADE DE COLECIONISMO
6.1. Raridade e desejo
Uma sanguínea erótica assinada, datada e titulada não é uma peça “genérica”: é um objeto de autor com intimidade, narrativa e selo temporal. O título “Homenagem a Elvis Presley” acrescenta um componente cultural pop que a torna memorável e altamente colecionável.
6.2. Perfil de comprador
Ideal para colecionadores de:
desenho erótico europeu do século XX,
obra sobre papel com narrativa privada,
peças “conversation starter” para interiorismo sofisticado (bibliotecas, despachos, coleções eclécticas).
6.3. Fotografias, embalagem e envio
As fotografias são parte essencial da descrição e mostram assinatura/data/título e o estado do suporte. Será realizada uma embalagem profissional, com proteção rígida e envio assegurado para garantir que a obra chegue em perfeitas condições.
Mais sobre o vendedor
Homenagem a Elvis Presley
J. CHAUCHARD (artista francês, ativo no séc. XX)
Sanguina sobre papel
Assinada, fechada e intitulada no canto inferior direito: “J. CHAUCHARD – 8.77 / homenagem a Elvis PRESLEY” (grafia original)
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. Autoria
J. Chauchard (atribuição por assinatura). A inscrição “J. CHAUCHARD” e o uso do francês no título situam fortemente a obra num contexto francófono. A datação “8.77” pode ser razoavelmente interpretada como agosto de 1977.
1.2. Título
“Homenagear Elvis Presley” — respeita-se exatamente a ortografia original tal como aparece na obra.
1.3. Técnica e suporte
Sanguínea sobre papel (desenho à base de traço e modelagem com carvão vermelho/creta vermelha), com resolução muito fluida do volume anatômico e acentos de sombra em zonas de máxima tensão plástica.
1.4. Medidas
Medidas visíveis da obra (papel): 42 × 58 cm
Medidas totais com moldura: 58 × 74 cm
1.5. Apresentação
Emoldurada com passe-partout e proteção frontal (conforme fotografias). Peça pronta para pendurar e exibir.
2. DESCRIÇÃO ARTÍSTICA
2.1. Composição e cena
A obra apresenta uma cena erótica de intensa carga íntima, construída por meio de um jogo de diagonais e corpos em sobreposição.
A protagonista feminina coloca-se em primeiro plano, numa atitude de autoexploração sensual (autostimulação sugerida), enquanto a composição incorpora uma segunda figura e um fundo apenas esboçado que funciona como “espaço mental” ou cenário onírico.
2.2. Linguagem gráfica
O desenho revela um traço rápido, seguro e expressivo, com linhas que alternam entre precisão anatômica e síntese gestual.
A sanguínea reforça a temperatura carnal e a atmosfera privada: um registro deliberadamente confesional, mais próximo do caderno de ateliê do que da ilustração decorativa.
2.3. Potência estética
O que é realmente atraente aqui é a combinação de:
tema explicitamente erótico tratado com elegância,
economia de mídia (linha + mancha) com grande eficácia,
e um título dedicatório que introduz uma virada cultural inesperada.
3. CONTEXTO HISTÓRICO E AUTOR
3.1. Datação e clima cultural (1977)
A data “8.77” encaixa plenamente na sensibilidade dos anos setenta: um período em que o desenho erótico recupera protagonismo como linguagem de liberdade, desejo e experimentação, muitas vezes apresentado como “homenagem”, “fantasia” ou “carnet privé”.
3.2. Escola / âmbito provável
Pela grafia, idioma do título e solução do nu, a peça situa-se de forma muito convincente em um ambiente francês de pós-guerra/segunda metade do século XX, com ecos da tradição do desenho acadêmico (estrutura corporal e drapeados) filtrados por uma atitude mais contemporânea, direta e psicológica.
3.3. Nota de atribuição (transparência profissional)
A obra está assinada “J. CHAUCHARD” e intitulada à mão. Existem referências públicas a um Jean Chauchard (França) documentado em fontes de imprensa e em menção institucional; no entanto, sem uma verificação documental adicional (catálogo analítico, arquivo ou comparação de assinaturas certificadas), o mais correto é apresentá-la como:
“J. Chauchard (atribuído / assinado)”, destacando que a atribuição apoia-se na inscrição original, data e título.
4. ESTADO DE CONSERVAÇÃO
4.1. Papel e superfície
São visíveis pontos de oxidação/foxing e envelhecimento natural do suporte (visíveis nas fotografias), coerentes com uma obra em papel de várias décadas.
4.2. Recomendação de conservação
Conservação ideal: ambiente estável, sem luz solar direta e, de preferência, com passe-partout livre de ácido e proteção UV, se desejar máxima preservação.
5. GARANTIA E TRANSPARÊNCIA
5.1. O que é garantido
Técnica: sanguina sobre papel.
Presença de assinatura, data e título manuscritos: “J. CHAUCHARD – 8.77 / homenagem a Elvis PRESLEY”
Dimensões: 42 × 58 cm (obra) e 58 × 74 cm (com moldura).
5.2. O que se declara com honestidade curatorial
A identificação civil completa do autor não pode ser afirmada 100% apenas pela inscrição. É apresentada como atribuição fundamentada com base em evidência material (grafia/idioma/data) e em referências existentes a um “Jean Chauchard”, sem substituir uma autenticação documental formal.
6. OPORTUNIDADE DE COLECIONISMO
6.1. Raridade e desejo
Uma sanguínea erótica assinada, datada e titulada não é uma peça “genérica”: é um objeto de autor com intimidade, narrativa e selo temporal. O título “Homenagem a Elvis Presley” acrescenta um componente cultural pop que a torna memorável e altamente colecionável.
6.2. Perfil de comprador
Ideal para colecionadores de:
desenho erótico europeu do século XX,
obra sobre papel com narrativa privada,
peças “conversation starter” para interiorismo sofisticado (bibliotecas, despachos, coleções eclécticas).
6.3. Fotografias, embalagem e envio
As fotografias são parte essencial da descrição e mostram assinatura/data/título e o estado do suporte. Será realizada uma embalagem profissional, com proteção rígida e envio assegurado para garantir que a obra chegue em perfeitas condições.

