Kate Peel - Green Room





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Kate Peel — Green Room, uma giclée numerada à mão (2/30) do Reino Unido, criada em 2020+, com 30 cm de altura por 55 cm de largura, retrata uma cena interior em estilo contemporâneo, vendida diretamente pela artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Explorando permutações psicológicas e culturais do espaço guiam o foco da prática de Kate Peel.
Ao produzir seu trabalho, ela pensa em como mudar o contexto do espaço pode deslocá-lo para um novo espectro de referência.
Seu trabalho está profundamente enraizado na apropriação de imagens e materiais. Ela vê isso como uma espécie de reciclagem de significado possível que toca tanto o pessoal quanto o cultural.
O trabalho é influenciado pela cultura popular e pela Pop Art e questões de representação, ao mesmo tempo em que desconstroi e reconstrói as coisas em uma visão relativamente surreal.
O trabalho envolve desenho, gravura e práticas digitais.
O trabalho de Kate Peel contém detalhes intrincados, ao mesmo tempo que parece bastante minimalista. Por isso, ele salta aos olhos e convida você a observar a obra e pensar nela mais de uma vez, em vez de simplesmente passar. Ele procura chamar sua atenção e interpretá-lo do seu jeito, ao mesmo tempo em que se contrasta lindamente, permitindo uma reflexão sobre a própria obra.
– Joshua Obara Norwood (Curador e Diretor da Meta Space Gallery)
Explorando permutações psicológicas e culturais do espaço guiam o foco da prática de Kate Peel.
Ao produzir seu trabalho, ela pensa em como mudar o contexto do espaço pode deslocá-lo para um novo espectro de referência.
Seu trabalho está profundamente enraizado na apropriação de imagens e materiais. Ela vê isso como uma espécie de reciclagem de significado possível que toca tanto o pessoal quanto o cultural.
O trabalho é influenciado pela cultura popular e pela Pop Art e questões de representação, ao mesmo tempo em que desconstroi e reconstrói as coisas em uma visão relativamente surreal.
O trabalho envolve desenho, gravura e práticas digitais.
O trabalho de Kate Peel contém detalhes intrincados, ao mesmo tempo que parece bastante minimalista. Por isso, ele salta aos olhos e convida você a observar a obra e pensar nela mais de uma vez, em vez de simplesmente passar. Ele procura chamar sua atenção e interpretá-lo do seu jeito, ao mesmo tempo em que se contrasta lindamente, permitindo uma reflexão sobre a própria obra.
– Joshua Obara Norwood (Curador e Diretor da Meta Space Gallery)

