Pietro Fusco (1980) - Il Gatto e la Luna





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O Gato e a Lua, óleo sobre tela, 40 × 30 cm, 2020+, original, assinado à mão, Itália, estilo clássico, de Pietro Fusco (1980).
Descrição fornecida pelo vendedor
Título: O gato e a Lua
Óleo sobre tela, 40 × 30 cm
Neste óleo sobre tela, Pietro Fusco despliega um universo onírico e vibrante, suspenso entre o fiabesco e o cósmico, que cativa o olhar com a força de uma visão noturna. A composição é dominada por uma foice de lua crescente, feita de um ouro quente e luminoso que emerge do fundo com um relevo tátil, quase escultural: as pinceladas densas e matéricas da tinta a óleo criam veios e ondulações na superfície lunar, evocando a textura rugosa e viva de um astro antigo. Sobre esta lua, como uma ilha flutuante no vácuo sideral, ergue-se um minúsculo vilarejo de casas encantadas: um arco-íris de tons ousados e harmoniosos – roxo profundo para o primeiro, amarelo-sol para o segundo, vermelho coral, azul cobalto, rosa chiclete – cada uma com telhados pontiagudos, janelas retangulares que brilham de luz interna e portas entreabertas, como se aguardassem um habitante invisível. Estas habitações, miniaturizadas e estilizadas, parecem nascer da fantasia de uma criança prodígio, mas a maestria do artista as infunde de uma profundidade emocional, com sombras finas que realçam o volume e as raízes no solo lunar.
No coração da cena, um gato preto com pelo aveludado e brilhante, bigodes brancos e olhos amarelos felinos que fixam o observador com uma intensidade hipnótica, está sentado em pose régia na curvatura da lua. Sua figura, esbelta e sinuosa, é modelada com pinceladas fluidas: a cauda enrola-se num arabesco elegante, as patas dianteiras repousando com graça, o corpo ergue-se contra o céu como uma sombra viva. Fusco captura aqui a essência felina – mistério, independência, um toque de malícia – transformando o gato em guardião silente deste microcosmo celeste.
O plano de fundo é um céu noturno de um azul anil aveludado, pontilhado por estrelas douradas que se unem em constelações estilizadas, traçadas com linhas finas e cintilantes: Órion, a Ursa Maior, talvez uma alusão ao Touro, tudo apresentado com uma precisão ingênua que remete aos mapas antigos dos céus. Nuvens macias e brancas, cheias de volume, flutuam levemente nas margens, enquanto um sol distante – ou talvez um planeta gêmeo – espreita alaranjado no horizonte direito, acrescentando um véu de crepúsculo eterno.
Na porção inferior, um contraste dinâmico: o mar agita-se em ondas estilizadas, azul-cobalto, turquesa e branco espumoso, com cristas espumosas e vórtices que sugerem um movimento perpétuo, quase um chamado ao ritmo das marés sob a lua. As pinceladas aqui são mais fluidas e onduladas, criando um efeito de profundidade e vitalidade que equilibra a quietude celeste com a energia telúrica.
A paleta de Fusco é um triunfo de contrastes: os tons quentes da lua e das casas contra o frio do céu e do mar, as luzes internas que dialogam com as estrelas, tudo unido por uma luz difusa que parece emanar de dentro da própria obra. Neste pequeno formato, o artista consegue evocar um senso de vastidão cósmica e intimidade doméstica, um convite a perder-se em um sonho onde o real e o fantástico se fundem. "Il Gatto e la Luna" não é apenas uma pintura: é um portal para um mundo onde os animais reinam sobre as estrelas e as casas nascem do firmamento, uma obra-prima de poesia visual que incorpora o espírito lúdico e profundo da pintura contemporânea naïf.
Título: O gato e a Lua
Óleo sobre tela, 40 × 30 cm
Neste óleo sobre tela, Pietro Fusco despliega um universo onírico e vibrante, suspenso entre o fiabesco e o cósmico, que cativa o olhar com a força de uma visão noturna. A composição é dominada por uma foice de lua crescente, feita de um ouro quente e luminoso que emerge do fundo com um relevo tátil, quase escultural: as pinceladas densas e matéricas da tinta a óleo criam veios e ondulações na superfície lunar, evocando a textura rugosa e viva de um astro antigo. Sobre esta lua, como uma ilha flutuante no vácuo sideral, ergue-se um minúsculo vilarejo de casas encantadas: um arco-íris de tons ousados e harmoniosos – roxo profundo para o primeiro, amarelo-sol para o segundo, vermelho coral, azul cobalto, rosa chiclete – cada uma com telhados pontiagudos, janelas retangulares que brilham de luz interna e portas entreabertas, como se aguardassem um habitante invisível. Estas habitações, miniaturizadas e estilizadas, parecem nascer da fantasia de uma criança prodígio, mas a maestria do artista as infunde de uma profundidade emocional, com sombras finas que realçam o volume e as raízes no solo lunar.
No coração da cena, um gato preto com pelo aveludado e brilhante, bigodes brancos e olhos amarelos felinos que fixam o observador com uma intensidade hipnótica, está sentado em pose régia na curvatura da lua. Sua figura, esbelta e sinuosa, é modelada com pinceladas fluidas: a cauda enrola-se num arabesco elegante, as patas dianteiras repousando com graça, o corpo ergue-se contra o céu como uma sombra viva. Fusco captura aqui a essência felina – mistério, independência, um toque de malícia – transformando o gato em guardião silente deste microcosmo celeste.
O plano de fundo é um céu noturno de um azul anil aveludado, pontilhado por estrelas douradas que se unem em constelações estilizadas, traçadas com linhas finas e cintilantes: Órion, a Ursa Maior, talvez uma alusão ao Touro, tudo apresentado com uma precisão ingênua que remete aos mapas antigos dos céus. Nuvens macias e brancas, cheias de volume, flutuam levemente nas margens, enquanto um sol distante – ou talvez um planeta gêmeo – espreita alaranjado no horizonte direito, acrescentando um véu de crepúsculo eterno.
Na porção inferior, um contraste dinâmico: o mar agita-se em ondas estilizadas, azul-cobalto, turquesa e branco espumoso, com cristas espumosas e vórtices que sugerem um movimento perpétuo, quase um chamado ao ritmo das marés sob a lua. As pinceladas aqui são mais fluidas e onduladas, criando um efeito de profundidade e vitalidade que equilibra a quietude celeste com a energia telúrica.
A paleta de Fusco é um triunfo de contrastes: os tons quentes da lua e das casas contra o frio do céu e do mar, as luzes internas que dialogam com as estrelas, tudo unido por uma luz difusa que parece emanar de dentro da própria obra. Neste pequeno formato, o artista consegue evocar um senso de vastidão cósmica e intimidade doméstica, um convite a perder-se em um sonho onde o real e o fantástico se fundem. "Il Gatto e la Luna" não é apenas uma pintura: é um portal para um mundo onde os animais reinam sobre as estrelas e as casas nascem do firmamento, uma obra-prima de poesia visual que incorpora o espírito lúdico e profundo da pintura contemporânea naïf.

