Jean-Claude FARHI (1940-2012) - Carnaval de Nice






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Jean-Claude FARHI, Carnaval de Nice, litografia original sobre papel vélin, assinada e numerada a lápis pelo artista, em bom estado, 76 × 56 cm, França, período 1980-1990, Edição limitada, vendida pela Galerie.
Descrição fornecida pelo vendedor
Jean-Claude FARHI (1940-2012): Carnaval de Nice
Litografia original em papel vélin, com formato de 75 x 56 cm. Assinada e numerada a lápis pelo artista.
Obra não emoldurada, em bom estado.
Oferecemos embalagem meticulosa, acompanhamento internacional, seguro e envios expressos para todas as nossas entregas.
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Biografia: Jean-Claude Farhi, nascido em 11 de fevereiro de 1940 em Paris e falecido em 7 de setembro de 2012 em Mônaco, foi um escultor francês associado à Escola de Nice. Sua vida e seu trabalho foram marcados por uma trajetória artística diversificada e uma exploração constante dos materiais e das formas.
Nascido em Paris em 1940, Farhi mudou-se para Bogotá, na Colômbia, em 1946, e depois instalou-se em Nice em 1957. Foi lá que começou a ter aulas de desenho nas Artes Decorativas de Nice. Seu serviço militar, realizado em parte na Argélia de 1960 a 1962, também influenciou seu trabalho e sua visão do mundo.
Em Nice, Farhi teve a oportunidade de conhecer artistas influentes da Escola de Nice, como Ben, Gilli Alocco, Malaval, bem como figuras do movimento Nouveau Réalisme como Arman e Raysse. Esses encontros permitiram-lhe familiarizar-se com o crítico de arte Pierre Restany, que desempenhou um papel importante em sua carreira.
Na década de 1960, Farhi explorou diversas técnicas e materiais, nomeadamente os "Motorcolors", esculturas em plexiglass e metal. Também colaborou com outros artistas notáveis de sua época, entre eles César.
A partir de 1968, Farhi concentrou-se principalmente nas esculturas em plexiglass, beneficiando do apoio das fábricas "Polivar". Suas criações incluíam colunas, discos, pirâmides, bem como esculturas ditas de "geometria variável". Seu trabalho evoluiu para obras monumentais, incluindo a sua última grande escultura "SECRET POINT", em aço corten, dedicada à sua filha Domitilla Farhi e instalada em Saint-Paul-de-Vence.
As críticas elogiaram sua abordagem inovadora, descrevendo suas esculturas como um "constructivismo desconstruído" ou uma fusão entre Art Déco, pós-modernismo e futurismo. Claude Fournet, diretor dos Museus de Nice na época, destacou o domínio da matéria plástica por Farhi, bem como sua capacidade de incorporar elementos do futurismo e do Bauhaus em seu trabalho.
Apesar de seu falecimento em 2012, Jean-Claude Farhi deixa um importante legado artístico, marcado por sua ousada exploração de formas e materiais. Sua família, especialmente sua esposa Silvia Farhi e sua filha Domitilla, perpetuam sua memória e legado artístico.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorJean-Claude FARHI (1940-2012): Carnaval de Nice
Litografia original em papel vélin, com formato de 75 x 56 cm. Assinada e numerada a lápis pelo artista.
Obra não emoldurada, em bom estado.
Oferecemos embalagem meticulosa, acompanhamento internacional, seguro e envios expressos para todas as nossas entregas.
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Biografia: Jean-Claude Farhi, nascido em 11 de fevereiro de 1940 em Paris e falecido em 7 de setembro de 2012 em Mônaco, foi um escultor francês associado à Escola de Nice. Sua vida e seu trabalho foram marcados por uma trajetória artística diversificada e uma exploração constante dos materiais e das formas.
Nascido em Paris em 1940, Farhi mudou-se para Bogotá, na Colômbia, em 1946, e depois instalou-se em Nice em 1957. Foi lá que começou a ter aulas de desenho nas Artes Decorativas de Nice. Seu serviço militar, realizado em parte na Argélia de 1960 a 1962, também influenciou seu trabalho e sua visão do mundo.
Em Nice, Farhi teve a oportunidade de conhecer artistas influentes da Escola de Nice, como Ben, Gilli Alocco, Malaval, bem como figuras do movimento Nouveau Réalisme como Arman e Raysse. Esses encontros permitiram-lhe familiarizar-se com o crítico de arte Pierre Restany, que desempenhou um papel importante em sua carreira.
Na década de 1960, Farhi explorou diversas técnicas e materiais, nomeadamente os "Motorcolors", esculturas em plexiglass e metal. Também colaborou com outros artistas notáveis de sua época, entre eles César.
A partir de 1968, Farhi concentrou-se principalmente nas esculturas em plexiglass, beneficiando do apoio das fábricas "Polivar". Suas criações incluíam colunas, discos, pirâmides, bem como esculturas ditas de "geometria variável". Seu trabalho evoluiu para obras monumentais, incluindo a sua última grande escultura "SECRET POINT", em aço corten, dedicada à sua filha Domitilla Farhi e instalada em Saint-Paul-de-Vence.
As críticas elogiaram sua abordagem inovadora, descrevendo suas esculturas como um "constructivismo desconstruído" ou uma fusão entre Art Déco, pós-modernismo e futurismo. Claude Fournet, diretor dos Museus de Nice na época, destacou o domínio da matéria plástica por Farhi, bem como sua capacidade de incorporar elementos do futurismo e do Bauhaus em seu trabalho.
Apesar de seu falecimento em 2012, Jean-Claude Farhi deixa um importante legado artístico, marcado por sua ousada exploração de formas e materiais. Sua família, especialmente sua esposa Silvia Farhi e sua filha Domitilla, perpetuam sua memória e legado artístico.
