IABO (1980) - Porca Mis€ria - Holy Crap (Yellow version)

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Catherine Mikolajczak
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Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.

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Obra original de IABO (1980), Porca Mis€ria - Holy Crap (Yellow version), spray sobre tela, 60 x 80 cm, 2025, retrato no estilo street art, Itália, vendida com moldura, diretamente do artista e assinada com certificado de autenticidade.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Proveniência IABO WORLD STUDIO NAPOLI, ITÁLIA
As obras são feitas à mão com técnica mista sobre tela.
Dimensões totais 60x80x3,5 cm
assinado à mão pelo artista no verso com certificado de autenticidade

-Objeto de coleção
-Envio rápido com UPS

A primeiro olhar, Iabo (Nápoles, 1980) inspira-se na Pop Art dos Anos Oitenta. Investiga a linha e estuda a forma. E faz disso uma verdadeira obsessão, seguindo uma constante pesquisa da perfeição mecânica, mas de forma artesanal. Em Iabo o limite entre homem e máquina é muito tênue. Suas criações são tecnicamente perfeitas. Uma fissura que o levou a experienciar e configurar uma linguagem muito pessoal. Em parte derivada de experiências de Street Art, em parte de um senso enraizado de medida que emerge de todas as suas obras. Seu ciclo pictórico pode ser entendido através de alguns filões, motivos recorrentes. Seja traços antropomórficos ou caixas de correio, seja marcas de prestígio ou temas populares, pouco importa. Tudo é filtrado sob a lente de Iabo que os caracteriza e identifica num marcação bem precisa: a dele.

Um passado de writer, uma personalidade camaleônica, um forte senso ético. Muitos os processos de seleção adotados sobre o imaginário comum, reduzido cada vez mais ao núcleo. E revestido de elegância. Seria o caso de dizer “less is more”. E é exatamente assim. A reconhecibilidade não se perde na abordagem minimal, mas se exalta em poucos traços essenciais que nunca desorientam o observador. O jogo irônico das combinações, a gama cromática levemente esfumada, a cor uniforme, a progressão de nuances, o traço firme. Nenhum artifício, antes um excitante jogo aos limites do cinismo mais radical.
Acoplamentos insólitos entre imaginários e significantes aparentemente disjuntos, mas sempre funcionais para veicular um discurso positivo. Politicamente correto. Nunca a favor da estética.
Os trabalhos de Iabo são atualíssimos, úteis para identificar um momento histórico mais do que um sentimento comum. Seus personagens comunicam, procuram soluções, encurtam distâncias, entrelaçam relações e desencadeiam reações.
Um trabalho de de-construção e re-construção contínua. Fora e dentro da tela. Parte-se de um tema e dele surgem infinitas declinações. Quer se trate da linha do estacionamento, quer de uma mercadoria de consumo múltipla, o ciclo de vida da obra permanece sempre irremediavelmente incorrupto e desativado.
O consumismo ganha vida em um universo hipotético, reconhecível e irreal. Em um formato reiterável, eticamente e moralmente correto e personalizável. Absolutamente versátil, esteticamente perfeito. Simples, limpo, utilizável. Sua produção pictórica está virando cada vez mais para o uso do plexiglass como material de excelência para enfatizar ainda mais o discurso sobre a limpeza das linhas compositivas.
Iabo certamente conhece o valor do viral marketing. Suas obras chegam a cobrir superfícies de mais de cinco metros, derrubando a fronteira entre real e imaginário, entre ser humano e super-herói.
Se na arte tudo é possível, no universo de Iabo a realidade supera a fantasia. Apesar do imaginário popular, icônico, pop, não ser um estilo para todos. Suas elaborizações são extremamente requintadas e pensadas para uma elite de apreciadores que captem o sentido primário: além da estética, da simetria e da harmonia global.
Na base de seus constructos há uma firme denúncia da planificação cultural. A provocação, a immediaticidade, o caráter estemporado subentendem uma poética bem estudada, inteligente, culta e com acerto certeiro. A democraticidade, o senso de franqueza, a originalidade o caracterizam como um artista/intellectual filho de seu tempo. Um compromisso irrenunciável na base de cada criação.
Ainda jovem, Iabo consegue naturalmente e com extrema simplicidade tratar de temas quentes e resolver (infelizmente apenas na tela) os conflitos existenciais que assolam nossa sociedade.

Michele Luca Nero (fonte Artibune)

IABO faz parte do mesmo movimento de street art de: Shepard Fairey "Obey Giant", Banksy, Invader, Alec Monopoly, Nomen, Jef Aérosol, JR, C215, Rero, Kaws, D Face, Sandra Chevrier, FinDac, Os Gemeos, Gregos , Jonone, M chat, Taki 183, Jean-Michel Basquiat, keith haring, insane 51, Pichi Avo, pop art, pichiavo, Seen, Cope2, Seth, Mr Brainwash, Atlas, Blek le Rat, 1up, John perello, Futura 2000.

Proveniência IABO WORLD STUDIO NAPOLI, ITÁLIA
As obras são feitas à mão com técnica mista sobre tela.
Dimensões totais 60x80x3,5 cm
assinado à mão pelo artista no verso com certificado de autenticidade

-Objeto de coleção
-Envio rápido com UPS

A primeiro olhar, Iabo (Nápoles, 1980) inspira-se na Pop Art dos Anos Oitenta. Investiga a linha e estuda a forma. E faz disso uma verdadeira obsessão, seguindo uma constante pesquisa da perfeição mecânica, mas de forma artesanal. Em Iabo o limite entre homem e máquina é muito tênue. Suas criações são tecnicamente perfeitas. Uma fissura que o levou a experienciar e configurar uma linguagem muito pessoal. Em parte derivada de experiências de Street Art, em parte de um senso enraizado de medida que emerge de todas as suas obras. Seu ciclo pictórico pode ser entendido através de alguns filões, motivos recorrentes. Seja traços antropomórficos ou caixas de correio, seja marcas de prestígio ou temas populares, pouco importa. Tudo é filtrado sob a lente de Iabo que os caracteriza e identifica num marcação bem precisa: a dele.

Um passado de writer, uma personalidade camaleônica, um forte senso ético. Muitos os processos de seleção adotados sobre o imaginário comum, reduzido cada vez mais ao núcleo. E revestido de elegância. Seria o caso de dizer “less is more”. E é exatamente assim. A reconhecibilidade não se perde na abordagem minimal, mas se exalta em poucos traços essenciais que nunca desorientam o observador. O jogo irônico das combinações, a gama cromática levemente esfumada, a cor uniforme, a progressão de nuances, o traço firme. Nenhum artifício, antes um excitante jogo aos limites do cinismo mais radical.
Acoplamentos insólitos entre imaginários e significantes aparentemente disjuntos, mas sempre funcionais para veicular um discurso positivo. Politicamente correto. Nunca a favor da estética.
Os trabalhos de Iabo são atualíssimos, úteis para identificar um momento histórico mais do que um sentimento comum. Seus personagens comunicam, procuram soluções, encurtam distâncias, entrelaçam relações e desencadeiam reações.
Um trabalho de de-construção e re-construção contínua. Fora e dentro da tela. Parte-se de um tema e dele surgem infinitas declinações. Quer se trate da linha do estacionamento, quer de uma mercadoria de consumo múltipla, o ciclo de vida da obra permanece sempre irremediavelmente incorrupto e desativado.
O consumismo ganha vida em um universo hipotético, reconhecível e irreal. Em um formato reiterável, eticamente e moralmente correto e personalizável. Absolutamente versátil, esteticamente perfeito. Simples, limpo, utilizável. Sua produção pictórica está virando cada vez mais para o uso do plexiglass como material de excelência para enfatizar ainda mais o discurso sobre a limpeza das linhas compositivas.
Iabo certamente conhece o valor do viral marketing. Suas obras chegam a cobrir superfícies de mais de cinco metros, derrubando a fronteira entre real e imaginário, entre ser humano e super-herói.
Se na arte tudo é possível, no universo de Iabo a realidade supera a fantasia. Apesar do imaginário popular, icônico, pop, não ser um estilo para todos. Suas elaborizações são extremamente requintadas e pensadas para uma elite de apreciadores que captem o sentido primário: além da estética, da simetria e da harmonia global.
Na base de seus constructos há uma firme denúncia da planificação cultural. A provocação, a immediaticidade, o caráter estemporado subentendem uma poética bem estudada, inteligente, culta e com acerto certeiro. A democraticidade, o senso de franqueza, a originalidade o caracterizam como um artista/intellectual filho de seu tempo. Um compromisso irrenunciável na base de cada criação.
Ainda jovem, Iabo consegue naturalmente e com extrema simplicidade tratar de temas quentes e resolver (infelizmente apenas na tela) os conflitos existenciais que assolam nossa sociedade.

Michele Luca Nero (fonte Artibune)

IABO faz parte do mesmo movimento de street art de: Shepard Fairey "Obey Giant", Banksy, Invader, Alec Monopoly, Nomen, Jef Aérosol, JR, C215, Rero, Kaws, D Face, Sandra Chevrier, FinDac, Os Gemeos, Gregos , Jonone, M chat, Taki 183, Jean-Michel Basquiat, keith haring, insane 51, Pichi Avo, pop art, pichiavo, Seen, Cope2, Seth, Mr Brainwash, Atlas, Blek le Rat, 1up, John perello, Futura 2000.

Dados

Artista
IABO (1980)
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
Porca Mis€ria - Holy Crap (Yellow version)
Técnica
Tinta spray
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2025
Estado
Excelente estado
Cor
Amarelo
Altura
60 cm
Largura
80 cm
Imagem/Tema
Retrato
Estilo
Arte de rua
Período
Depois de 2020
ItáliaVerificado
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