(after), Roy Lichtenstein - Red Barn II - Silkscreen - Achenbach licensed print





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Descrição fornecida pelo vendedor
Serigrafia após Roy Liechtenstein (*)
Reprodução da obra “Red Barn II”, obra realizada por Roy Lichtenstein em 1969 e que faz parte da coleção do Museum Ludwig Köln.
Publicada por Achenbach Art Edition, Düsseldorf.
Impressão autorizada com copyright e número de série legal.
Grande Formato.
*** ÚLTIMOS EXEMPLARES ***
- Dimensões da folha: 70,5 x 90 cm
- Ano: 1989
- Estado: Excelente (esta obra nunca foi emoldurada nem exposta, sempre mantida em pasta profissional de arte, por isso se mantém em perfeito estado).
- Procedência: Coleção particular.
A obra será cuidadosamente manuseada e embalada em embalagem de papelão reforçado. O envio será certificado com número de rastreio.
O envio incluirá ainda seguro de transporte pelo valor final da obra com reembolso completo em caso de perda ou dano, sem custo para o comprador.
(*) O pintor e escultor que extraiu do quadrinho para transformá-lo em material de museu.
Roy Lichtenstein foi uma das figuras-chave do pop norte-americano e, como tal, tirou a inspiração para sua obra tanto do arte popular: anúncios comerciais, revistas, quadrinhos…; como da história da arte tradicional: Art Déco, cubismo, expressionismo abstrato (no qual militou no início de sua carreira)…
A obra de Lichtenstein se caracteriza pela ironia (é algo de que os artistas pop se gabavam, às vezes disfarçado de snobismo ou superficialidade…), o uso de pontos Benday (utilizados em artes gráficas) e cores industriais, a linguagem dos quadrinhos (onotatopeias, balões, narrativa) e o domínio da linha.
Lichtenstein iniciou-se no expressionismo abstrato em voga, mas logo juntou-se ao restante da guerrilha pop para rebelar-se contra o abstrato e utilizar a figuração. Além disso, uma figuração quanto mais popular e mecânica, melhor.
Claro que em 1958 não existia nada mais popular e mecânico que um quadrinho, então Lichtenstein decidiu que iria criar imagens comerciais de produção em massa.
Isso sim… ele reproduz a mão o que parece ter sido feito por uma máquina.
Essas imagens eram fiéis retratos da sociedade de consumo e da cultura de massas, que podem ser ou não uma crítica ao mundo contemporâneo, uma idealização ou uma sátira da sociedade capitalista ocidental.
Essa ambiguidade entre a crítica e a admiração, entre a zombaria e o respeito é típica da arte pop, que joga cinicamente com uma máscara.
Nascido em Nova York, Lichtenstein viveu nesta cidade, capital de tudo o que representa o pop, e nela morreria aos 73 anos, consagrado como um artista que vendeu quadros por mais de 40 milhões de euros.
Mais sobre o vendedor
Serigrafia após Roy Liechtenstein (*)
Reprodução da obra “Red Barn II”, obra realizada por Roy Lichtenstein em 1969 e que faz parte da coleção do Museum Ludwig Köln.
Publicada por Achenbach Art Edition, Düsseldorf.
Impressão autorizada com copyright e número de série legal.
Grande Formato.
*** ÚLTIMOS EXEMPLARES ***
- Dimensões da folha: 70,5 x 90 cm
- Ano: 1989
- Estado: Excelente (esta obra nunca foi emoldurada nem exposta, sempre mantida em pasta profissional de arte, por isso se mantém em perfeito estado).
- Procedência: Coleção particular.
A obra será cuidadosamente manuseada e embalada em embalagem de papelão reforçado. O envio será certificado com número de rastreio.
O envio incluirá ainda seguro de transporte pelo valor final da obra com reembolso completo em caso de perda ou dano, sem custo para o comprador.
(*) O pintor e escultor que extraiu do quadrinho para transformá-lo em material de museu.
Roy Lichtenstein foi uma das figuras-chave do pop norte-americano e, como tal, tirou a inspiração para sua obra tanto do arte popular: anúncios comerciais, revistas, quadrinhos…; como da história da arte tradicional: Art Déco, cubismo, expressionismo abstrato (no qual militou no início de sua carreira)…
A obra de Lichtenstein se caracteriza pela ironia (é algo de que os artistas pop se gabavam, às vezes disfarçado de snobismo ou superficialidade…), o uso de pontos Benday (utilizados em artes gráficas) e cores industriais, a linguagem dos quadrinhos (onotatopeias, balões, narrativa) e o domínio da linha.
Lichtenstein iniciou-se no expressionismo abstrato em voga, mas logo juntou-se ao restante da guerrilha pop para rebelar-se contra o abstrato e utilizar a figuração. Além disso, uma figuração quanto mais popular e mecânica, melhor.
Claro que em 1958 não existia nada mais popular e mecânico que um quadrinho, então Lichtenstein decidiu que iria criar imagens comerciais de produção em massa.
Isso sim… ele reproduz a mão o que parece ter sido feito por uma máquina.
Essas imagens eram fiéis retratos da sociedade de consumo e da cultura de massas, que podem ser ou não uma crítica ao mundo contemporâneo, uma idealização ou uma sátira da sociedade capitalista ocidental.
Essa ambiguidade entre a crítica e a admiração, entre a zombaria e o respeito é típica da arte pop, que joga cinicamente com uma máscara.
Nascido em Nova York, Lichtenstein viveu nesta cidade, capital de tudo o que representa o pop, e nela morreria aos 73 anos, consagrado como um artista que vendeu quadros por mais de 40 milhões de euros.
