Francesco Polazzi - Storie dal campo quantico





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É bacharel em história da arte e mestre em gestão artística e cultural.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Francesco Polazzi é um pintor contemporâneo de origens Emilianas, ativo em Bolonha, onde vive e trabalha. Estudou Letras e Filosofia em Bolonha e depois obteve um Master em Fine Arts em Birmingham, Inglaterra. Sua pintura funde elementos figurativos e abstratos, com influências que variam do pop e da street art à abstração pós-moderna, dando origem a uma linguagem visual pessoal e dinâmica. Em seus trabalhos coexistem formas reais e simbólicas, padrões e campos de cor, numa combinação que convida a um diálogo entre mente e corpo, e a uma interpretação sensível das imagens.
“Histórias do campo quântico” – descrição e interpretação
Neste quadro:
Combinação de formas e cores:
Polazzi utiliza formas fluidas e cores frequentemente complementares para criar um efeito de forte contraste luminoso. As cores exaltam-se entre si, conferindo à tela uma energia vibrante e uma tensão visual que remete ao movimento contínuo das possibilidades no campo quântico.
Polimorfismo das figuras:
A composição evoca formas que sugerem ao mesmo tempo figuras antropomórficas, cenários etéreos ou configurações simbólicas. Não há imagens fixas, mas sim zonas visuais onde a percepção pode oscilar entre diferentes interpretações: uma máscara, um vale iluminado, um personagem em processo de transformação.
Campo das possibilidades – realidade quântica:
O tema do “campo quântico” é representado visualmente como um espaço de fronteira entre existência e não-existência: as formas não são completamente definidas, parecendo oscilar entre distintos estados. Isso remete metaforicamente à ideia da mecânica quântica, na qual partículas e estados existem simultaneamente em muitas possibilidades antes de “colapsarem” para uma forma definitiva.
Abordagem filosófica e simbólica:
Dados o treinamento filosófico do artista e sua inclinação a combinar abstração e simbolismo, o quadro também se presta a uma reflexão filosófica e esotérica: o “campo quântico” como metáfora de potencias interiores infinitas e de um diálogo entre saber científico e experiência subjetiva.
Conexão com neurociências e esoterismo:
As contínuas oscilações cromáticas e formais na pintura podem evocar processos de percepção e consciência estudados pelas neurociências, além de remeter à ideia esotérica de realidade como “rede de possibilidades” em transformação contínua.
Estilo global
No conjunto, o estilo deste quadro reflete a busca por uma linguagem artística que não se limite à mera representação, mas que procure uma síntese entre figuração e abstração, entre experiência estética e conceito filosófico, construindo imagens que não se revelam de imediato mas se descobrem e se transformam diante do olhar do espectador. Esse elemento dinâmico e aberto é coerente com a abordagem de Polazzi, que mistura influências contemporâneas com uma narrativa visual capaz de suscitar interpretações múltiplas.
Francesco Polazzi é um pintor contemporâneo de origens Emilianas, ativo em Bolonha, onde vive e trabalha. Estudou Letras e Filosofia em Bolonha e depois obteve um Master em Fine Arts em Birmingham, Inglaterra. Sua pintura funde elementos figurativos e abstratos, com influências que variam do pop e da street art à abstração pós-moderna, dando origem a uma linguagem visual pessoal e dinâmica. Em seus trabalhos coexistem formas reais e simbólicas, padrões e campos de cor, numa combinação que convida a um diálogo entre mente e corpo, e a uma interpretação sensível das imagens.
“Histórias do campo quântico” – descrição e interpretação
Neste quadro:
Combinação de formas e cores:
Polazzi utiliza formas fluidas e cores frequentemente complementares para criar um efeito de forte contraste luminoso. As cores exaltam-se entre si, conferindo à tela uma energia vibrante e uma tensão visual que remete ao movimento contínuo das possibilidades no campo quântico.
Polimorfismo das figuras:
A composição evoca formas que sugerem ao mesmo tempo figuras antropomórficas, cenários etéreos ou configurações simbólicas. Não há imagens fixas, mas sim zonas visuais onde a percepção pode oscilar entre diferentes interpretações: uma máscara, um vale iluminado, um personagem em processo de transformação.
Campo das possibilidades – realidade quântica:
O tema do “campo quântico” é representado visualmente como um espaço de fronteira entre existência e não-existência: as formas não são completamente definidas, parecendo oscilar entre distintos estados. Isso remete metaforicamente à ideia da mecânica quântica, na qual partículas e estados existem simultaneamente em muitas possibilidades antes de “colapsarem” para uma forma definitiva.
Abordagem filosófica e simbólica:
Dados o treinamento filosófico do artista e sua inclinação a combinar abstração e simbolismo, o quadro também se presta a uma reflexão filosófica e esotérica: o “campo quântico” como metáfora de potencias interiores infinitas e de um diálogo entre saber científico e experiência subjetiva.
Conexão com neurociências e esoterismo:
As contínuas oscilações cromáticas e formais na pintura podem evocar processos de percepção e consciência estudados pelas neurociências, além de remeter à ideia esotérica de realidade como “rede de possibilidades” em transformação contínua.
Estilo global
No conjunto, o estilo deste quadro reflete a busca por uma linguagem artística que não se limite à mera representação, mas que procure uma síntese entre figuração e abstração, entre experiência estética e conceito filosófico, construindo imagens que não se revelam de imediato mas se descobrem e se transformam diante do olhar do espectador. Esse elemento dinâmico e aberto é coerente com a abordagem de Polazzi, que mistura influências contemporâneas com uma narrativa visual capaz de suscitar interpretações múltiplas.
