Tristan Mottier - Veilleur de nuit






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Descrição fornecida pelo vendedor
Des description da obra:
Descrevendo: O Vigia da Noite representa um farol solitário, erguido diante de um mar frio e indomável.
O céu está carregado, repleto de nuvens escuras, quase em movimento, enquanto a terra, congelada pela geada, traça um caminho estreito que leva à torre. As ervas geladas dobram-se ao vento, mas não quebram.
Ao pé do farol, uma pequena casa ilumina vagamente a noite, lembrando a presença humana, humilde e discreta. A luz do farol, quente e estável, destaca-se da violência da paisagem: ela não luta, ela vigia.
Tudo nesta imagem fala de resistência silenciosa, de constância, de solidão assumida.
Não é um refúgio contra o mundo, mas um ponto fixo quando tudo vacila.
⸻
Detalhes técnicos
• Impressão 60 × 40 cm
• Edição limitada a 30 exemplares
• Exemplar apresentado: 2 / 30
• Número da obra: T137981
• Fotografia numerada e assinada pela mão do artista
Entrega :
• Enviada em um tubo rígido
• Embalagem cuidadosa
• Entrega rápida e segura
Palavra do artista:
Há muito tempo, tenho esse sonho simples e radical:
viver em um farol.
Estar só diante do mar, longe do barulho, longe da corrida permanente.
Pensar neste mundo que se agita, que consome, que compara, que se esgota…
e ficar aqui, imóvel.
Imagino-me aos pés deste farol, com meu equipamento de pesca, uma pequena barca,
partir todos os dias para o mar, retornar, viver de pouco, mas viver apenas.
Sobreviver no sentido nobre da palavra.
O Vigia da Noite é essa postura interior:
não fugir do mundo por raiva,
mas afastar-se dele com lucidez.
Rester de pé.
Vigiar.
E deixar passar a tempestade.
Des description da obra:
Descrevendo: O Vigia da Noite representa um farol solitário, erguido diante de um mar frio e indomável.
O céu está carregado, repleto de nuvens escuras, quase em movimento, enquanto a terra, congelada pela geada, traça um caminho estreito que leva à torre. As ervas geladas dobram-se ao vento, mas não quebram.
Ao pé do farol, uma pequena casa ilumina vagamente a noite, lembrando a presença humana, humilde e discreta. A luz do farol, quente e estável, destaca-se da violência da paisagem: ela não luta, ela vigia.
Tudo nesta imagem fala de resistência silenciosa, de constância, de solidão assumida.
Não é um refúgio contra o mundo, mas um ponto fixo quando tudo vacila.
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Detalhes técnicos
• Impressão 60 × 40 cm
• Edição limitada a 30 exemplares
• Exemplar apresentado: 2 / 30
• Número da obra: T137981
• Fotografia numerada e assinada pela mão do artista
Entrega :
• Enviada em um tubo rígido
• Embalagem cuidadosa
• Entrega rápida e segura
Palavra do artista:
Há muito tempo, tenho esse sonho simples e radical:
viver em um farol.
Estar só diante do mar, longe do barulho, longe da corrida permanente.
Pensar neste mundo que se agita, que consome, que compara, que se esgota…
e ficar aqui, imóvel.
Imagino-me aos pés deste farol, com meu equipamento de pesca, uma pequena barca,
partir todos os dias para o mar, retornar, viver de pouco, mas viver apenas.
Sobreviver no sentido nobre da palavra.
O Vigia da Noite é essa postura interior:
não fugir do mundo por raiva,
mas afastar-se dele com lucidez.
Rester de pé.
Vigiar.
E deixar passar a tempestade.
