Vincenzo Raimondo - Mano_With Love #2





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Vincenzo Raimondo, Mano_With Love #2, pintura acrílica original de 60×90 cm (2026) sobre Cultura pop, assinada, em bom estado, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Este quadro, 60x90 cm, acrílico, usa um dos símbolos mais abusados da comunicação contemporânea: o dedo médio. Aquilo que normalmente grita “sai daqui” sem nem se dar ao trabalho de argumentar. Aqui, porém, acontece outra coisa. E se vê, mesmo que alguém faça que não.
O gesto é direto, frontal, impossível de ignorar. Mas as cores vivas, quase lúdicas, o transformam. Não há raiva escura, não há violência cromática. Há uma paleta que fala de vitalidade, ironia, leveza consciente. E então chega a frase: “With love”. Duas palavras que sabotam tudo.
A mensagem não é “eu te odeio”, não é “sai de perto”, nem mesmo uma rebelião histérica. É, na verdade, uma afirmação incômoda: também o não pode ser dito com amor. Também os limites podem ser traçados sem destruir. Também uma recusa pode ser um ato de honestidade, não de agressão.
Este dedo
Não rejeita: avisa.
Não insulta: se defende.
Não rompe: esclarece.
É um gesto que diz: “Eu sou aqui, assim como sou. Se isso te incomoda, tudo bem. Com amor.”
E é justamente essa ambiguidade controlada que torna a obra interessante: te obriga a parar meio segundo a mais do que o previsto. Aquele meio segundo em que você entende que não está olhando para uma provocação fácil, mas para uma tomada de posição emocional.
Uma tela que funciona porque é direta sem ser estúpida, irônica sem ser leve, provocativa sem ser vazia.
Em outras palavras: não manda pro espaço.
Acompanha você gentilmente até a fronteira… e então a aponta com um sorriso.
******
Artista autodidata, meu trabalho não segue um estilo fixo, mas evolui com o tempo e com as experiências.
Minha pintura nasce da observação da vida cotidiana e da escuta das emoções.
Enfrento temas diversos e experimento linguagens novas, deixando que cada obra encontre a sua própria forma.
A minha é uma arte instintiva, essencial e imperfeita, ligada à complexidade do ser humano e da natureza.
A arte, para mim, não é decoração, mas presença autêntica e vivida.
Em 2015 e 2016, finalista no concurso Sunday Painters promovido pela La Stampa, entre mais de 3.000 obras selecionadas.
As seleções foram cuidadas por um júri qualificado, com a presença do crítico Francesco Bonami.
Os finalistas foram apresentados em uma mostra ligada à Artissima – Feira Internacional de Arte Contemporânea de Turim. Em 2016 recebi o Primeiro Prêmio da Crítica.
Este quadro, 60x90 cm, acrílico, usa um dos símbolos mais abusados da comunicação contemporânea: o dedo médio. Aquilo que normalmente grita “sai daqui” sem nem se dar ao trabalho de argumentar. Aqui, porém, acontece outra coisa. E se vê, mesmo que alguém faça que não.
O gesto é direto, frontal, impossível de ignorar. Mas as cores vivas, quase lúdicas, o transformam. Não há raiva escura, não há violência cromática. Há uma paleta que fala de vitalidade, ironia, leveza consciente. E então chega a frase: “With love”. Duas palavras que sabotam tudo.
A mensagem não é “eu te odeio”, não é “sai de perto”, nem mesmo uma rebelião histérica. É, na verdade, uma afirmação incômoda: também o não pode ser dito com amor. Também os limites podem ser traçados sem destruir. Também uma recusa pode ser um ato de honestidade, não de agressão.
Este dedo
Não rejeita: avisa.
Não insulta: se defende.
Não rompe: esclarece.
É um gesto que diz: “Eu sou aqui, assim como sou. Se isso te incomoda, tudo bem. Com amor.”
E é justamente essa ambiguidade controlada que torna a obra interessante: te obriga a parar meio segundo a mais do que o previsto. Aquele meio segundo em que você entende que não está olhando para uma provocação fácil, mas para uma tomada de posição emocional.
Uma tela que funciona porque é direta sem ser estúpida, irônica sem ser leve, provocativa sem ser vazia.
Em outras palavras: não manda pro espaço.
Acompanha você gentilmente até a fronteira… e então a aponta com um sorriso.
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Artista autodidata, meu trabalho não segue um estilo fixo, mas evolui com o tempo e com as experiências.
Minha pintura nasce da observação da vida cotidiana e da escuta das emoções.
Enfrento temas diversos e experimento linguagens novas, deixando que cada obra encontre a sua própria forma.
A minha é uma arte instintiva, essencial e imperfeita, ligada à complexidade do ser humano e da natureza.
A arte, para mim, não é decoração, mas presença autêntica e vivida.
Em 2015 e 2016, finalista no concurso Sunday Painters promovido pela La Stampa, entre mais de 3.000 obras selecionadas.
As seleções foram cuidadas por um júri qualificado, com a presença do crítico Francesco Bonami.
Os finalistas foram apresentados em uma mostra ligada à Artissima – Feira Internacional de Arte Contemporânea de Turim. Em 2016 recebi o Primeiro Prêmio da Crítica.

