Philippe De Champaigne (1602-1674), Seguidor de - Cenacolo






Especializada em pinturas e desenhos dos mestres antigos do século XVII, experiência em leilões.
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Pintura a óleo intitulada Cenacolo, atribuída a um seguidor do Philippe De Champaigne do século XVII, com moldura, medidas 67 × 95 cm, origem França, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Maravilhosa pintura a óleo sobre tela de excelente execução, atribuível a um seguidor seicentista de Philippe De Champaigne (1602-1674).
O quadro é atribuível à mão de um artista muito hábil, pois o realismo e a atmosfera desta obra equilibram, pelo menos em parte, a dos dois originais, também sem assinatura, conservados no museu do Louvre.
A obra mede 67 cm x 95 cm, com a moldura, que é coeva, e 81 cm x 52 cm sem ela. Existem dois exemplares de Última Ceia pintados por Champaigne, ambos conservados no Louvre. Essas pinturas têm dimensões maiores do que a que estamos apresentando aqui.
A pintura em questão está forrada anticamente, no final do século XVIII, e não necessita de restauro, pois está em ótimas condições de conservação.
Pode-se constatar que há um craquelê denso (veja as fotografias dos detalhes) e que as partes executadas pelo/ou pela cabeça da oficina são, certamente, o Cristo que abençoa e parte o pão, e as figuras à esquerda, caracterizadas por um naturalismo acentuado.
A obra mede 67 cm x 95 cm, com a moldura, e 81 cm x 52 cm sem ela.
Philippe De Champaigne.
Nascido em Bruxelas, estabeleceu-se definitivamente em Paris em 1621. Aluno dos pintores Jean Bouillon e Michel de Bordeaux (desde 1621), formou-se juntamente com Jacques Fouquières e Nicolas Poussin, aos quais permaneceu ligado por profunda amizade. Teve como aluno seu neto Jean-Baptiste de Champaigne, que o acompanhou em Paris vindo de Bruxelas em 1643 e com ele trabalhou nas decorações de vários apartamentos reais.
Já nos primeiros anos de carreira abandonou tanto as primeiras tendências barrocas, fruto da primeira educação artística, quanto as influências de Rubens, para orientar-se para um estilo, uma cor e um aparato figurativo mais contidos.
Em 1628 entrou a serviço da rainha-mãe Maria de Médici, que lhe confiou a decoração pictórica do Palácio de Luxemburgo: na corte teve ocasião de fazer apreciar a sua obra ao cardeal Richelieu.
A obra está provida de certificado de autenticidade da nossa galeria, redigido por pessoas formadas em História da Arte, e será cuidadosamente e profissionalmente embalada. A obra será enviada através do serviço Mail Boxes etc. Não obstante, não são ace reclamadas por eventuais danos às molduras.
Pode ser enviada para toda a União Europeia.
Maravilhosa pintura a óleo sobre tela de excelente execução, atribuível a um seguidor seicentista de Philippe De Champaigne (1602-1674).
O quadro é atribuível à mão de um artista muito hábil, pois o realismo e a atmosfera desta obra equilibram, pelo menos em parte, a dos dois originais, também sem assinatura, conservados no museu do Louvre.
A obra mede 67 cm x 95 cm, com a moldura, que é coeva, e 81 cm x 52 cm sem ela. Existem dois exemplares de Última Ceia pintados por Champaigne, ambos conservados no Louvre. Essas pinturas têm dimensões maiores do que a que estamos apresentando aqui.
A pintura em questão está forrada anticamente, no final do século XVIII, e não necessita de restauro, pois está em ótimas condições de conservação.
Pode-se constatar que há um craquelê denso (veja as fotografias dos detalhes) e que as partes executadas pelo/ou pela cabeça da oficina são, certamente, o Cristo que abençoa e parte o pão, e as figuras à esquerda, caracterizadas por um naturalismo acentuado.
A obra mede 67 cm x 95 cm, com a moldura, e 81 cm x 52 cm sem ela.
Philippe De Champaigne.
Nascido em Bruxelas, estabeleceu-se definitivamente em Paris em 1621. Aluno dos pintores Jean Bouillon e Michel de Bordeaux (desde 1621), formou-se juntamente com Jacques Fouquières e Nicolas Poussin, aos quais permaneceu ligado por profunda amizade. Teve como aluno seu neto Jean-Baptiste de Champaigne, que o acompanhou em Paris vindo de Bruxelas em 1643 e com ele trabalhou nas decorações de vários apartamentos reais.
Já nos primeiros anos de carreira abandonou tanto as primeiras tendências barrocas, fruto da primeira educação artística, quanto as influências de Rubens, para orientar-se para um estilo, uma cor e um aparato figurativo mais contidos.
Em 1628 entrou a serviço da rainha-mãe Maria de Médici, que lhe confiou a decoração pictórica do Palácio de Luxemburgo: na corte teve ocasião de fazer apreciar a sua obra ao cardeal Richelieu.
A obra está provida de certificado de autenticidade da nossa galeria, redigido por pessoas formadas em História da Arte, e será cuidadosamente e profissionalmente embalada. A obra será enviada através do serviço Mail Boxes etc. Não obstante, não são ace reclamadas por eventuais danos às molduras.
Pode ser enviada para toda a União Europeia.
