Modest Cuixart (1925-2007) - Untitled






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Litografia original de Modest Cuixart (1925-2007), Untitled, estilo expressionista, retrato, 63 × 47 cm, Espanha, assinado à mão, emoldurado, em excelente estado, época 1990-2000.
Descrição fornecida pelo vendedor
Cuixart estudou inicialmente medicina, mas logo abandonou os estudos para dedicar-se à pintura, e ingressou na Academia Livre de Pintura de Barcelona. Em 1948 participa na fundação do grupo Dau al Set, junto com Brossa, Ponç, Tàpies e Tharrats, entre outros. Preocupado com o valor plástico do signo, sua obra desde o princípio tem um forte parentesco com o surrealismo, bem como uma grande sensibilidade para a força expressiva da cor. Por volta de 1955 mergulha no informalismo matérico, que o levará a utilizar o “grattage” em obras de certo sabor orientalizante. Em 1959 ganha o primeiro prêmio da Bienal de São Paulo e expõe na Documenta de Kassel, e no ano seguinte participa numa exposição de vanguarda espanhola realizada na Tate Gallery de Londres e no Museu Guggenheim de Nova York. Cuixart introduz em sua obra o collage em 1962, o que o levará pouco a pouco em direção ao pop-art. Enriquecido por todas essas experiências, retorna novamente à pintura plana, alcançando um realismo crítico muito pessoal, que sintetiza o expressionismo com a figurção dramaticamente transformada, sempre valorizando as qualidades cromáticas. Nos anos setenta expõe em numerosas capitais nacionais e internacionais, como Paris, Madrid, São Paulo, Amsterdã, Tóquio, Basileia, Barcelona e Milão, entre outras. Na década seguinte, Cuixart vai libertando a sua pintura dos aspectos agressivos para lhe dar um tom mais lírico. Além disso, participa numa exposição coletiva no Palácio da UNESCO de Paris, recebe a Cruz de Sant Jordi da Generalitat de Catalunya, e a Cruz de Isabel a Católica. Em 1988 realiza uma exposição antológica no Japão, nas cidades de Kobe e Tóquio. Continua a trabalhar com cores e formas exuberantes, e reintegra à sua obra uma figuración mais matérica. Em 1998 cria-se a fundação que leva o seu nome em Palafrugell, e no ano seguinte é-lhe concedida a Medalha de Ouro ao Mérito nas Belas-Artes do Ministério da Cultura. Está representado no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, na Tate Gallery de Londres, no Nacional de Arte da Catalunha, nos de Arte Contemporâneo de Madrid, Barcelona e Saint-Etienne (França), no Patio Herreriano de Valladolid, no de Grabado Español Contemporáneo de Marbella, no de Arte da Universidade de São Paulo, no de Arte Abstracto de Cuenca e no do Ampurdán, entre muitos outros.
Cuixart estudou inicialmente medicina, mas logo abandonou os estudos para dedicar-se à pintura, e ingressou na Academia Livre de Pintura de Barcelona. Em 1948 participa na fundação do grupo Dau al Set, junto com Brossa, Ponç, Tàpies e Tharrats, entre outros. Preocupado com o valor plástico do signo, sua obra desde o princípio tem um forte parentesco com o surrealismo, bem como uma grande sensibilidade para a força expressiva da cor. Por volta de 1955 mergulha no informalismo matérico, que o levará a utilizar o “grattage” em obras de certo sabor orientalizante. Em 1959 ganha o primeiro prêmio da Bienal de São Paulo e expõe na Documenta de Kassel, e no ano seguinte participa numa exposição de vanguarda espanhola realizada na Tate Gallery de Londres e no Museu Guggenheim de Nova York. Cuixart introduz em sua obra o collage em 1962, o que o levará pouco a pouco em direção ao pop-art. Enriquecido por todas essas experiências, retorna novamente à pintura plana, alcançando um realismo crítico muito pessoal, que sintetiza o expressionismo com a figurção dramaticamente transformada, sempre valorizando as qualidades cromáticas. Nos anos setenta expõe em numerosas capitais nacionais e internacionais, como Paris, Madrid, São Paulo, Amsterdã, Tóquio, Basileia, Barcelona e Milão, entre outras. Na década seguinte, Cuixart vai libertando a sua pintura dos aspectos agressivos para lhe dar um tom mais lírico. Além disso, participa numa exposição coletiva no Palácio da UNESCO de Paris, recebe a Cruz de Sant Jordi da Generalitat de Catalunya, e a Cruz de Isabel a Católica. Em 1988 realiza uma exposição antológica no Japão, nas cidades de Kobe e Tóquio. Continua a trabalhar com cores e formas exuberantes, e reintegra à sua obra uma figuración mais matérica. Em 1998 cria-se a fundação que leva o seu nome em Palafrugell, e no ano seguinte é-lhe concedida a Medalha de Ouro ao Mérito nas Belas-Artes do Ministério da Cultura. Está representado no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, na Tate Gallery de Londres, no Nacional de Arte da Catalunha, nos de Arte Contemporâneo de Madrid, Barcelona e Saint-Etienne (França), no Patio Herreriano de Valladolid, no de Grabado Español Contemporáneo de Marbella, no de Arte da Universidade de São Paulo, no de Arte Abstracto de Cuenca e no do Ampurdán, entre muitos outros.
