Eduardo Chillida (1924-2002) - Emile M. Cioran: Ce maudit moi





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Eduardo Chillida, Emile M. Cioran: Ce maudit moi, uma litografia em edição limitada (29/150) de 1983 em papel BFK Rives, 32 × 24 cm, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
SOBRE A IMPRESSÃO
- Litografia, estampa em papel BFK Rives.
- A obra faz parte da coleção Silvia Noto, que foi responsável pela distribuição e conservação de edições produzidas pela Erker Presse.
- Está documentada em Chillida, E. (1999). Eduardo Chillida – Opus P. II 1973-1985. Chorus – Verlag. pp 322 – 325. Nr 83007 – 83014.
- Assinada à mão e numerada.
- A gravura pertence à coleção "Ce maudit moi".
SOBRE O ARTISTA
Antoni Tàpies foi um artista catalão e uma das figuras mais influentes do informalismo europeu do século XX. Amplamente autodidata, ele combinou inspiração vanguardista e tradição oriental para criar sua própria linguagem, onde matéria e espírito se entrelaçam. Ele utilizou materiais como terra, areia, pó de mármore e objetos do cotidiano, criando superfícies densas com símbolos que evocam memória, fragilidade e transcendência. Em 1984, criou a Fundação Antoni Tàpies, consolidando um legado artístico e intelectual que combina experimentação e reflexão crítica.
Na década de 1950, alcançou reconhecimento internacional ao participar da Bienal de Veneza e da Documenta em Kassel. Foi agraciado com o Grande Prêmio de Pintura em Veneza (1958) e, posteriormente, com o Príncipe das Astúrias de Artes (1990). Também foi nomeado marquês pelo Rei Juan Carlos I em 2010.
Mais sobre o vendedor
SOBRE A IMPRESSÃO
- Litografia, estampa em papel BFK Rives.
- A obra faz parte da coleção Silvia Noto, que foi responsável pela distribuição e conservação de edições produzidas pela Erker Presse.
- Está documentada em Chillida, E. (1999). Eduardo Chillida – Opus P. II 1973-1985. Chorus – Verlag. pp 322 – 325. Nr 83007 – 83014.
- Assinada à mão e numerada.
- A gravura pertence à coleção "Ce maudit moi".
SOBRE O ARTISTA
Antoni Tàpies foi um artista catalão e uma das figuras mais influentes do informalismo europeu do século XX. Amplamente autodidata, ele combinou inspiração vanguardista e tradição oriental para criar sua própria linguagem, onde matéria e espírito se entrelaçam. Ele utilizou materiais como terra, areia, pó de mármore e objetos do cotidiano, criando superfícies densas com símbolos que evocam memória, fragilidade e transcendência. Em 1984, criou a Fundação Antoni Tàpies, consolidando um legado artístico e intelectual que combina experimentação e reflexão crítica.
Na década de 1950, alcançou reconhecimento internacional ao participar da Bienal de Veneza e da Documenta em Kassel. Foi agraciado com o Grande Prêmio de Pintura em Veneza (1958) e, posteriormente, com o Príncipe das Astúrias de Artes (1990). Também foi nomeado marquês pelo Rei Juan Carlos I em 2010.

