Pende mask - Pende - República Democrática do Congo






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Máscara Pende, madeira, República Democrática do Congo, povo Pende, final do século XX, 42 cm de altura, em bom estado, vendida sem suporte; proveniência Berthe Hartert, Barcelona; Argiles Collection, Barcelona.
Descrição fornecida pelo vendedor
Muitas especulações têm sido dedicadas à interpretação da projeção que se estende do queixo nessas máscaras.
A maioria dos ocidentais assume que isso representa uma barba. Essa suposição sempre surpreende os Pende, que raramente veem barbas com mais de dois centímetros. O nome técnico da projeção é “gilanga”, mas os escultores Pende no centro brincam chamá-la de “focinho” (mutumbi).
Se possível, os Pende gostam de esperar um ou dois dias antes de sepultar seus mortos.
As mulheres lavam o corpo, dispõem-no e o cobrem com um lençol. No passado, esse lençol era feito de tecido de raffia, mas mais tarde foi substituído por tecido de algodão branco. No passado, eles às vezes puxavam o lençol até o queixo e cortavam uma tira de tecido para cobrir a boca e mantê-la fechada. Nesse caso, o queixo ficava à mostra.
A representação de um cadáver explica os olhos meio abertos, com o olhar desfocado.
A elegante abstração do corpo explica a forma da projeção, que em muitos casos curva para cima no final, como se fosse dos pés.
A boca fica meio aberta.
Por razões estéticas, os artistas escolheram reforçar a linha da mandíbula com a ponta do lençol que cobre e retratar a boca sem a linha de tecido.
Proveniência: Berthe Hartert, Barcelona
Coleção Argiles, Barcelona
Muitas especulações têm sido dedicadas à interpretação da projeção que se estende do queixo nessas máscaras.
A maioria dos ocidentais assume que isso representa uma barba. Essa suposição sempre surpreende os Pende, que raramente veem barbas com mais de dois centímetros. O nome técnico da projeção é “gilanga”, mas os escultores Pende no centro brincam chamá-la de “focinho” (mutumbi).
Se possível, os Pende gostam de esperar um ou dois dias antes de sepultar seus mortos.
As mulheres lavam o corpo, dispõem-no e o cobrem com um lençol. No passado, esse lençol era feito de tecido de raffia, mas mais tarde foi substituído por tecido de algodão branco. No passado, eles às vezes puxavam o lençol até o queixo e cortavam uma tira de tecido para cobrir a boca e mantê-la fechada. Nesse caso, o queixo ficava à mostra.
A representação de um cadáver explica os olhos meio abertos, com o olhar desfocado.
A elegante abstração do corpo explica a forma da projeção, que em muitos casos curva para cima no final, como se fosse dos pés.
A boca fica meio aberta.
Por razões estéticas, os artistas escolheram reforçar a linha da mandíbula com a ponta do lençol que cobre e retratar a boca sem a linha de tecido.
Proveniência: Berthe Hartert, Barcelona
Coleção Argiles, Barcelona
