Thomas van Loon - bemind

Abre às 11:00
Licitação inicial
€ 1

Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.

Nathalia Oliveira
Especialista
Estimativa da galeria  € 2.600 - € 3.200
Proteção do comprador da Catawiki

O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes

Trustpilot 4.4 | 127823 avaliações

Classificada como Excelente na Trustpilot.

Descrição fornecida pelo vendedor

Thomas van Loon (°1994)

é um artista visual neerlandês que vive e trabalha na Holanda. Sua prática move-se claramente para além dos limites da escultura clássica. Embora seu trabalho frequentemente apareça de forma escultórica, ele nasce de um processo híbrido no qual ações analógicas, materiais experimentais e técnicas contemporâneas se unem.

Em seu trabalho, Van Loon investiga a figura humana como portadora de tensão interior, vulnerabilidade e serenidade. A figura não funciona como ponto de partida anatômico, mas como condensação conceitual e física de estados mentais e corporais. Suas esculturas situam-se na fronteira entre figuração e abstração, sendo marcadas por uma linguagem de forma sóbria e concentrada.

Van Loon trabalha com um amplo leque de materiais e técnicas, incluindo gesso, têxtil, madeira, suportes sintéticos, preparação digital e mídia mista. Novas tecnologias e processos de produção contemporâneos não são usados como fim em si mesmos, mas como recursos para dar forma à presença física frágil. Intervenções manuais tradicionais conciliam-se naturalmente com técnicas contemporâneas; a obra é tão construída quanto formada.

A pele de suas esculturas nunca é lisa ou acabada. Ela carrega vestígios de tratamento, fissuras, constrições e camadas. Essas intervenções visíveis remetem ao tempo, à memória e à experiência corporal. A superfície funciona como suporte de história, na qual controle e acaso se alternam.

No conjunto da obra de Van Loon está centralizada a humanidade como ser frágil e limitado. As figuras costumam estar enclausuradas, envoltas ou parcialmente desprendidas de seus próprios corpos. Esse envolvimento não é uma imagem de violência, mas uma metáfora para limitação interior, silêncio e introspecção. Seu trabalho oscila entre tensão e entrega, entre segurar e deixar ir.

A cabeça desempenha um papel recorrente e costuma ser reconhecível ou desenvolvida de forma concentrada, enquanto o corpo se dissolve em volumes abstratos, estruturas ou textis. Essa tensão enfatiza o hiato entre pensar e sentir, entre identidade e corporeidade, entre controle e vulnerabilidade.

Van Loon trabalha de forma lenta e com grande atenção. Seu ateliê não é um espaço de produção, mas um lugar de pesquisa, repetição e reflexão. As obras surgem ao longo do tempo através de um processo de acrescentar, remover e reinterpretar. O acaso tem espaço, mas é constantemente questionado e corrigido.

Suas esculturas não são narrativas, mas existenciais. Pedem silêncio e observação prolongada. Em uma época de abundância visual, Van Loon escolhe conscientemente a limitação, a concentração e a demora. As obras funcionam não apenas como objetos, mas como presença física no espaço — quase como corpos silenciosos, ou testemunhas silenciosas.

Desenvolvimento e reconhecimento

Desde o início de sua prática profissional, Thomas van Loon vem recebendo crescente atenção no contexto da arte contemporânea. Seu trabalho é valorizado pela consistência de seu conteúdo, sensibilidade material e abordagem contemporânea da forma escultórica. Críticos elogiam sua capacidade de evocar intensidade física e emocional máxima com recursos mínimos.

Thomas van Loon continua a aprofundar sua prática em torno da figura humana e da tensão entre corpo, tecnologia e experiência interior. Seu trabalho forma uma voz tranquila, porém poderosa, dentro da arte visual contemporânea — um convite à atenção, à consciência corporal e à demora.

Thomas van Loon (°1994)

é um artista visual neerlandês que vive e trabalha na Holanda. Sua prática move-se claramente para além dos limites da escultura clássica. Embora seu trabalho frequentemente apareça de forma escultórica, ele nasce de um processo híbrido no qual ações analógicas, materiais experimentais e técnicas contemporâneas se unem.

Em seu trabalho, Van Loon investiga a figura humana como portadora de tensão interior, vulnerabilidade e serenidade. A figura não funciona como ponto de partida anatômico, mas como condensação conceitual e física de estados mentais e corporais. Suas esculturas situam-se na fronteira entre figuração e abstração, sendo marcadas por uma linguagem de forma sóbria e concentrada.

Van Loon trabalha com um amplo leque de materiais e técnicas, incluindo gesso, têxtil, madeira, suportes sintéticos, preparação digital e mídia mista. Novas tecnologias e processos de produção contemporâneos não são usados como fim em si mesmos, mas como recursos para dar forma à presença física frágil. Intervenções manuais tradicionais conciliam-se naturalmente com técnicas contemporâneas; a obra é tão construída quanto formada.

A pele de suas esculturas nunca é lisa ou acabada. Ela carrega vestígios de tratamento, fissuras, constrições e camadas. Essas intervenções visíveis remetem ao tempo, à memória e à experiência corporal. A superfície funciona como suporte de história, na qual controle e acaso se alternam.

No conjunto da obra de Van Loon está centralizada a humanidade como ser frágil e limitado. As figuras costumam estar enclausuradas, envoltas ou parcialmente desprendidas de seus próprios corpos. Esse envolvimento não é uma imagem de violência, mas uma metáfora para limitação interior, silêncio e introspecção. Seu trabalho oscila entre tensão e entrega, entre segurar e deixar ir.

A cabeça desempenha um papel recorrente e costuma ser reconhecível ou desenvolvida de forma concentrada, enquanto o corpo se dissolve em volumes abstratos, estruturas ou textis. Essa tensão enfatiza o hiato entre pensar e sentir, entre identidade e corporeidade, entre controle e vulnerabilidade.

Van Loon trabalha de forma lenta e com grande atenção. Seu ateliê não é um espaço de produção, mas um lugar de pesquisa, repetição e reflexão. As obras surgem ao longo do tempo através de um processo de acrescentar, remover e reinterpretar. O acaso tem espaço, mas é constantemente questionado e corrigido.

Suas esculturas não são narrativas, mas existenciais. Pedem silêncio e observação prolongada. Em uma época de abundância visual, Van Loon escolhe conscientemente a limitação, a concentração e a demora. As obras funcionam não apenas como objetos, mas como presença física no espaço — quase como corpos silenciosos, ou testemunhas silenciosas.

Desenvolvimento e reconhecimento

Desde o início de sua prática profissional, Thomas van Loon vem recebendo crescente atenção no contexto da arte contemporânea. Seu trabalho é valorizado pela consistência de seu conteúdo, sensibilidade material e abordagem contemporânea da forma escultórica. Críticos elogiam sua capacidade de evocar intensidade física e emocional máxima com recursos mínimos.

Thomas van Loon continua a aprofundar sua prática em torno da figura humana e da tensão entre corpo, tecnologia e experiência interior. Seu trabalho forma uma voz tranquila, porém poderosa, dentro da arte visual contemporânea — um convite à atenção, à consciência corporal e à demora.

Dados

Era
Depois de 2000
País de origem
Holanda
Material
wood resin
Artista
Thomas van Loon
Título da obra de arte
bemind
Assinatura
Assinado à mão
Estado
Bom estado
Altura
49 cm
Largura
20 cm
Profundidade
20 cm
Peso
1,3 kg
Vendido por
HolandaVerificado
2466
Objetos vendidos
95%
pro

Objetos semelhantes

Para si em

Arte moderna e contemporânea